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Epic USA Road Trip – Utah – Bryce Canyon National Park

06 de fevereiro de 2018

Você já pensou em fazer uma trilha no meio de formações rochosas com de mais de 2700 metros de altura? Então te apresento o Bryce Canyon National Park.

Ao chegarmos na cidade de Bryce Canyon nos hospedamos no histórico hotel Ruby’s Inn que hoje faz parte da rede Best Western. Ao mudar-se para Bryce em 1916, Reuben C. (Ruby) Syrett descobriu que ao lado do seu rancho havia um canyon com vistas espetaculares. Ele ficou tão impressionado com a beleza do local que decidiu hospedar visitantes que passavam pela cidade. Em 1928 Bryce Canyon se tornou um parque nacional e Ruby conseguiu autorização do governo para formalizar seu “tourist rest” transformando assim o seu rancho em um hotel oficialmente. O resto é história.

O complexo é simplesmente enorme e te transporta para uma daquelas cidades do século passado no meio oeste americano. É uma pena que não tenhamos passado mais tempo por lá, adoraria ter tido a oportunidade de desbravar as lojinhas locais.

Como sempre começamos nosso passeio pelo Visitor’s Center. Como já é de praxe quando visitamos um parque nacional, assistimos o filme introdutório sobre a história do parque, entendemos a geologia (por cima, claro) do local, observamos as exposições sobre os animais que podemos encontrar pelo caminho durante o dia e vou na lojinha do parque comprar meus ímãs de geladeira e carimbar o meu Travel Diary/Travel Planner com o stamp oficial do parque. Aproveitamos sempre também para usar o banheiro, eu não sou muito fã dos banheiros químicos espalhados pelos parques.

Acredito que a informação mais importante que nos foi passada pelo Park Ranger foi a que todos os 13 viewpoints do parque estão localizados do lado direito. Dito isso optamos por dirigir por todo o parque até o último viewpoint, que é também o local mais alto do parque. Fomos até o Rainbow Point e começamos a explorar por lá.

O Bryce Canyon é famoso por suas formações rochosas meio alaranjadas que em vários locais tem a formação de um anfiteatro.

Por termos visitado no inverno, o Rainbow Point foi bem sofrido de ser apreciado. Essa parte mais alta do parque ventava tanto que nem mesmo com nossa roupa pesada de frio, conseguimos ficar muito tempo apreciando a paisagem. Tinham turistas que não estavam tão preparados como nós estávamos e eles nem saíram do carro. Este dia foi o dia mais frio que pegamos na nossa viagem, pela manhã acordamos e estava -17C com sensação térmica de -27C.

De lá começamos a voltar em direção a saída do parque e íamos parando nos viewpoints. Na mesma área onde estacionamos o carro para ver o Rainbow Point, fica a entrada da trilha para o Yovimpa Point. Fique atento para não perder. Quase não vimos de tão escondidinho que é.

No Ponderosa Canyon demos de cara com  dois pássaros enormes. O mais engraçado é que eles estavam parados justamente de onde dava para ter o melhor ângulo para fotos do viewpoint. Os park rangers sempre avisam para as pessoas não alimentarem nenhum animal nos parques porque eles se tornam agressivos. Há inclusive placas pelo parque informando o valor da multa altíssima para quem for pego alimentando os animais.

Um dos viewpoints mais espetaculares é o Inspiration Point. Como o nome é quase um spoiler do que te espera, para mim é um dos mais bonitos. E fomos num dia que estava mega vazio, então eu e o meu marido nos abraçamos e ficamos ali em silêncio absorvendo toda aquela beleza e pensando como o cara lá de cima é maravilhoso (e o calor do corpo do outro também ajudava a continuar lá apreciando a vista).

O Sunset Viewpoint era o mais esperado por mim neste parque. Exatamente porque neste viewpoint esta a entrada da trilha Navajo Loop de onde é possível ver o Thor’s Hammer e a formação rochosa Wall Street. Essa foi a única trilha que fizemos no parque, mas valeu muito a pena. Foi nessa trilha que me dei conta de que o sistema de parques nacionais dos Estados Unidos é maravilhoso. E foi nessa trilha que me apaixonei por este tipo de viagem e já tenho pelo menos umas 3 viagens meio programadas na cabeça para os próximos anos por outros parques por aqui.

A Navajo Loop tem aproximadamente 2.2km de extensão e acredita-se que da para fazer ela entre 1 ou 2 horas, dependendo do seu ritmo, mas ela não é um loop no inverno. Ela é considerada uma trilha de nível intermediário. A descida é muito sossegada, o problema é a volta. Ela se torna uma subida muito íngreme. Nós não temos preparo físico nenhum e fizemos a trilha. Não foi “de boa”, mas foi o suficiente para eu decidir voltar a malhar para poder continuar fazendo este tipo de turismo no futuro.

A descida da trilha é bem sossegada, e quanto mais você desce mais interessante fica. Fiquei um pouco assustada porque afunila bastante (chega a ser claustrofóbico) e eu não me senti muito confiante/confortável em passar entre rochas com espaços mínimos entre si. Mas eu queria muito ver o que tinha do outro lado da trilha. Continuamos andando até que não parecia mais tão promissora a vista, então demos meia volta e subimos em direção ao início da trilha. Foi um sacrifício, não vou mentir. O que ajudou a subida foi a água que tínhamos conosco. É impossível fazer trilhas sem carregar água o suficiente para a ida e volta. Quando chegamos no topo da trilha vimos que tinha uma “bifurcação”, então seguimos por ela tendo como companhia do lado esquerdo o famoso Martelo do Thor. A vista é espetacular.

E do nada chegamos exatamente onde eu queria chegar, a vista que eu tinha em mente ao pesquisar sobre este parque no Instagram e no Google:

Ficamos ali do topo da trilha admirando o vazio e a imensidão do Canyon á nossa frente. Quando nos demos conta o sol já estava se pondo e as cores no anfiteatro ficaram ainda mais bonitas. Foi um pôr do sol memorável.

Como escureceu muito rapidamente não conseguimos ver mais nada pelo parque, mas o dia foi muito bem aproveitado. Saímos do Bryce Canyon e dirigimos em direção ao Zion National Parque, que será a estrela do próximo post.

 

Até lá  =)

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Por Érica Brasilino

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Theodore Roosevelt Island

03 de março de 2017

A Theodore Roosevelt Island é uma ilha/monumento localizada no Rio Potomac na divisa dos estados da Virgínia e Washington DC e é uma homenagem  ao 24º presidente dos EUA. O interessante é que geograficamente a ilha faz parte do Distrito de Columbia mas só pode ser acessada pelo estado da Virgínia… coisas da geografia.

O parque é ótimo para caminhar, correr e levar seu cachorro de estimação para esticar as pernas. No verão escaldante de D.C é uma delícia caminhar por entre bosques e árvores na sombra projetada da ilha. O único porém é que a ilha esta exatamente na rota do aeroporto nacional Ronald Reagan então sua caminhada será acompanhada de aviões voando baixo a cada 3 minutos. Se isso não for um empecilho para você, aproveite.

O parque é aberto das 6am as 10pm mas no inverno em D.C por volta de 4 da tarde já esta escurecendo, e como o parque é totalmente circulado por água, nos meses mais frios a temperatura pode ser um problema para visitar e praticar exercícios por lá. Entre outubro e abril o banheiro da ilha é fechado para o público por conta do inverno, mas eles disponibilizam banheiros químicos.

O parque oferece 3 trilhas e pessoas iniciantes conseguem realizar as três sem nenhum problema. Em duas horas no máximo é possível cobrir toda a extensão da ilha a pé

No mês de outubro eles oferecem uma programação especial por conta do aniversário do senhor Theodore Roosevelt e várias atividades são oferecidas por park rangers. Você pode acessar o calendário deles neste link aqui.

De uma das partes da ilha é possível ver o Washington Harbor do outro lado do rio Potomac.

E você conhece ou planeja visitar a Theodore Roosevelt Island? Deixe suas impressões nos comentários abaixo.

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Por Érica Brasilino

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Arlington National Cemetery

24 de fevereiro de 2017

Nenhuma visita a Washington D.C é completa sem uma parada obrigatória no Cemitério Nacional de Arlington, o cemitério militar mais famoso dos E.U.A. Aberto na época da Guerra Civil americana, ele é conhecido por ser o lar eterno de mais de 400 mil veteranos (e contando). Entre as personalidades que lá foram enterradas com honras militares estão o ex-presidente e ex primeira dama John Kennedy e Jacqueline Kennedy Onassis, o ex senador Robert Kennedy, há também uma tumba simbólica para os integrantes da espaçonave Challenger que explodiu em janeiro de 1986 ao vivo perante os olhos incrédulos de milhares de pessoas ao redor do mundo que acompanhavam pela T.V a missão. Se quiser mais informações sobre esse fato clique aqui (em inglês).

Você pode pensar que visitar um cemitério é algo macabro ou tenebroso. Tem sim seu lado melancólico, mas o tour é tão rico em informações que vale a pena. O cemitério foi palco da primeira comemoração do feriado americano do Memorial Day em maio de 1868 dando inicio a tradição de relembrar aqueles que morreram em combate (tão patriótico). O cemitério é famoso por ser o único que tem representantes de todas as guerras que os E.U.A já participaram. Há também os restos mortais de 3 inimigos americanos (dois italianos e um alemão) que faleceram na região metropolitana de Washington durante seu cativeiro. Como a convenção de Genebra impõe a obrigatoriedade de serviço funeral para presos de guerra, Arlington por ser o cemitério mais próximo de onde eles faleceram acabou sendo o local onde o enterro foi realizado. Há também pelo menos 4000 escravos livres enterrados na sessão 27 do cemitério com a nomenclatura “citizen”. Todos eles moravam ao redor do terreno que hoje abriga Arlington, uma vez que essa região era conhecida por ser uma terra onde todos os escravos viviam livres. Durante o período de transição no final da era escravocrata, os escravos que conseguiam sua liberdade construíam sua vida nessa região.

O cemitério pode ser visitado a pé (não aconselho) ou com o tour (pago).  A pé você andará (muito) entre milhares de tumbas sem saber quem foram algumas daquelas pessoas. Já com o tour, o guia (em inglês) mostra exatamente por qual sessão do cemitério você esta passando, quem esta enterrado ali e também conta histórias bem interessantes sobre algumas das personalidades famosas na história americana. Evite visitar durante o feriado de Memorial Day ou Veterans Day, é absolutamente lotado.

Dentro do cemitério há um anfiteatro em estilo grego romano onde todos os anos e celebrado o feriado do Memorial Day. Ali também ocorre a  famosa troca da guarda na tumba do soldado desconhecido onde um representante sem identificação das três maiores guerras (Vietnã, I Guerra e II Guerra Mundial) estão enterrados. A solenidade é bem tocante. E ao lado da tumba do senhor John Kennedy Jr. fica a famosa chama eterna que (diz a lenda) nunca se apaga.

Você pode acessar o cemitério atravessando a ponte atrás do Lincoln Memorial, Se estiver vindo pelo National Mall e tiver muito no pique de continuar perdendo calorias, a vista é deslumbrante. Se preferir pegue um táxi ou um Uber por U$4 (preço de agosto/2016). A entrada do cemitério custa U$13.50 para adultos, metade para crianças, e U$10 para idosos. Militares e veteranos que comparecerem uniformizados a entrada é grátis ou U$6,75 para adultos e metade do valor para crianças de militares. O cemitério é o único local em D.C que esta aberto 365 dias no ano. A troca da guarda acontece a cada hora cheia (1:00, 2:00, etc.) de outubro a março e a cada meia hora (1:30, 2:00) de abril a setembro. Durante outubro a março o cemitério está aberto das 8am as 5pm e de abril a setembro das 8am as 7pm.

Nota: No Memorial Day, marines colocam uma bandeira dos EUA em CADA UMA das mais de 400 000 tumbas, Impressive.

E voce já visitou ou planeja visitar o Arlington National Cemetery? Compartilha comigo a sua experiência.

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Por Érica Brasilino

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Islamic Center de Washington D.C

21 de fevereiro de 2017

Localizada na Avenida Massachusetts, o Islamic Center of Washington é uma mesquita e um centro cultural que pode ser visitado por turistas e curiosos sobre o mundo islâmico. O centro foi construído em 1948 após o falecimento do embaixador da Turquia. Como não haviam locais apropriados na cidade para realizar o seu funeral, a comunidade decidiu que precisava de um local para celebrar a fé muçulmana. O dinheiro para a obra foi captado pelo embaixador do Egito nos EUA, senhor Kamil Abdul Rahim.

Após os ataques de 11 de setembro o então presidente George W. Bush visitou pessoalmente a mesquita para assegurar  os cidadãos americanos que o povo muçulmano é um povo de paz.

Além da mesquita o prédio tem uma vasta biblioteca e salas de aula onde são ministrados cursos sobre o Islã e o idioma árabe. Eles também oferecem vários serviços a comunidade local como ensinamentos para quem gostaria de se converter ao islamismo, casamentos, aconselhamento matrimonial, doações de roupas e comidas para os necessitados entre outros. Para acessar a lista completa de serviços oferecidos acesse este link.

Como sempre dirigíamos pela região tínhamos muita curiosidade sobre o centro e descobrimos que a Eventbrite oferece o tour. Pagamos U$20 por pessoa e agendamos para um sábado. Durante o tour é solicitado que as mulheres cubram a cabeça ao entrar na área principal da mesquita e todos devem entrar descalços. Braços e pernas devem estar totalmente cobertos para a visitação. Eles explicaram os princípios do Quoran e Alá para a comunidade muçulmana e responderam as mais diversas perguntas. Após o tour foi oferecido um café da manha onde pudemos interagir com pessoas da comunidade local. Foi bem interessante. Lembrando que não é um tour onde eles tentam converter as pessoas e sim responder perguntas e curiosidades que todos temos a respeito. Acredito que mesmo sendo pago considerando a atual situação no mundo, qualquer tipo de conhecimento a respeito do assunto é válido.

E você já visitou ou tem curiosidade em visitar um centro islâmico? Caso tenha visitado compartilhe suas impressões nos comentários.

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Por Érica Brasilino

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USNO – Observatório Naval dos EUA

17 de fevereiro de 2017

Um dos locais que visitamos enquanto morávamos em D.C foi o Observatório Naval. Além de ser a residência oficial do vice-presidente americano também é uma das agências científicas mais antigas do país, e um dos poucos observatórios do mundo localizados dentro de uma área urbana. Vale citar que ele foi construído na época longe do que era considerado a cidade e com o passar do tempo Washington foi crescendo e chegou ao patamar que é hoje. Mas o que fazer e como agendar a visita a este lugar?

IMPORTANTE: O USNO é uma facilidade militar. Dito isso tenha em mente que eles podem cancelar a visitar a qualquer momento por qualquer motivo, inclusive no mesmo dia da sua visita (short notice). Não agende uma visita a Washington apenas para este tour. Acesse o site e leia cuidadosamente as informações (em inglês). As visitas acontecem duas segundas feiras por mês das 19:30 as 21:30. Uma pessoa pode agendar um grupo de até 20 pessoas. Após submeter o formulário eles entrarão em contato com você confirmando se sua solicitação será atendida.

No dia da visita o que esperar do tour?

Chegue meia hora antes para poder fazer o check in na portaria. A entrada do USNO esta ao lado da Embaixada da Nova Zelândia, é bem fácil encontrar ela pelo Google Maps. Não é permitido estacionar dentro da facilidade militar, mas há estacionamento na rua em frente ao prédio e a rua é bem sossegada e com militares fazendo a segurança da residência do Vice-Presidente, então vá tranquilo. Militares solicitarão o seu passaporte (estrangeiros) ou documento de identificação simples com foto se você for americano para confirmação de identidade e após permitirem a sua entrada você será escaneado (muito semelhante ao check in de segurança dos aeroportos). O prédio é uma instalação militar antiga então não ha rampas de acesso para pessoas com mobilidade reduzida. Tenha isso em mente ao agendar o tour pois no final, após as 21:30 você terá que caminhar dentro da base de volta ao estacionamento e no escuro.

Mas o que é este tour afinal?

O tour começa com uma apresentação sobre a missão e história do Observatório Naval, eles explicam sobre as responsabilidades do departamento do tempo e a história de como começou a ser contabilizado o tempo com precisão. Talvez se o cientista do dia da nossa visita fosse um pouco mais lúdico a apresentação seria legal, foi bem monótona. Por fim vem a parte que todo mundo anseia no tour, se o céu estiver “aberto” sem nebulosidade você é levado para o prédio localizado morro acima onde fica o telescópio histórico de 1895 com direito a um astrônomo para explicar o que você exatamente esta olhando. Essa parte do tour é tão legal que faz valer a pena ir neste tour mesmo a introdução tendo sido super enfadonha. Pegamos uma linda noite de verão em julho e fomos presenteados com uma vista espetacular da lua, Vênus, Mercúrio e Saturno e seus anéis.

No caminho de volta ao estacionamento no final do tour avistamos uma família de veados pela propriedade, encantador.

E você curte astronomia? Já fez ou planeja fazer este tour? Compartilha comigo nos comentários abaixo.

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Por Érica Brasilino

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Rock Creek Park

14 de fevereiro de 2017

Um dos meus locais favoritos em D.C merece ganhar um post aqui no blog. Hoje falo sobre o Rock Creek Park, um oásis verde pulsante no meio da capital do país que vale a pena conhecer. O parque ocupa uma área enorme da cidade e também pode ser acessado pelo estado vizinho de Maryland, mas o que fazer por lá?

 

  • Trilhas

Rock Creek é um local fantástico para caminhar ou correr, não importando qual o seu nível de condicionamento físico. Aos finais de semana algumas partes do parque são fechadas para veículos o que torna ele um local ainda melhor para a prática exercícios físicos.

  • Andar a Cavalo

O parque tem um haras chamado Rock Creek Horse Center. Incrível que você não precisa sair da capital para poder montar um cavalo. A entrada mais próxima do estábulo fica perto da estação de metrô Chevy Chase. Mais informações no site deles.

  • Assistir uma partida de tênis

Dentro da área do Rock Creek esta localizado o anfiteatro Carter Barron onde nos meses de julho você pode acompanhar as partidas do Citi Open entre outros eventos como shows e concertos de música. Acompanhe a programação neste link aqui.

  • Visitar um zoológico

Pois é… um parque que também tem um zoológico. Não apenas um zoo qualquer, ele e o zoológico do grupo Smithsonian que além de tudo é grátis. Já falei sobre ele neste post aqui.

  • Aprender sobre a natureza

O Nature Center do Rock Creek Park serve como uma recepção do local. Você pode pegar mapas e conversar com os park rangers que sempre são muito solícitos e respondem perguntas dos visitantes mais curiosos. Se você tiver filhos as crianças podem comprar “passaportes” e a cada national park visitado nos EUA eles ganham um carimbo no passaporte deles, bem bacana.

  • Visitar o Planetário

Crianças a partir de 5 anos são permitidas neste planetário indoor. Apresentado por park rangers, o planetário utiliza tecnologia de ponta para explicar o céu dessa região dos EUA desde a época dos índios nativos até os dias atuais. Entrada grátis e os tíquetes podem ser retirados no Nature Center no prédio anexo ao Planetário.

  • Caminhada ecológica com Park Rangers

O National Park Service oferece em algumas épocas do ano caminhadas ecológicas onde você pode aprender sobre as espécies de animais e árvores que estão por todo o parque. Verifique a programação neste link aqui.

  • Jogar golfe

Dá para acreditar? Mas dentro do Rock Creek Park há um campo de golfe com três opções. O Rock Creek Golf Course esta localizado na 16th St com a Kennedy St e conta com 18 buracos. Descubra o Tiger Woods dentro de você.

  • Tirar fotos sensacionais

Um dos locais mais verdes de DC tem cenários deslumbrantes para fotos. Aproveite para fazer um picnic com o seu amor e eternizar o momento com fotos de tirar o fôlego.

E você já visitou o Rock Creek Park? O que achou de lá? Compartilha comigo a sua opinião,

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Por Érica Brasilino

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Smithsonian National Zoo

10 de fevereiro de 2017

Se tem um lugar que adultos e crianças adoram é o zoológico. E o zôo de D.C é imperdível. Administrado pelo grupo Smithsonian a entrada é grátis e vale muito a pena visitar.

Todo zoológico tem o seu rei que sempre será o Leão. Mas no Zôo de Washington o super star é o urso Panda. Estes adoráveis ursos brincalhões que estão à beira de extinção são um show á parte. As crianças e os adultos se aglomeram para tentar ver o bichinho que é puro amor e brincadeiras mil.

A melhor maneira de se chegar ao local é de metrô. Estacionamento naquela região é bem chatinho. Porém como ex moradora da cidade tenho uma dica para você: todos descem na estação de metrô Woodley Park/Zoo Metro, porém o que ninguém conta é que ao descer nessa estação por mais que ela seja a mais próxima você irá caminhar rua acima. Cansei de ver mamães empurrando carrinhos de bebê ladeira acima e já chegando cansadas ao zoológico. O segredo aqui é descer uma estação depois na Cleveland Park e descer a avenida do metrô que é a Connecticut Avenue. Por mais que a caminhada seja uns 5 minutinhos mais longa pelo menos você estará indo morro abaixo e não morro acima.

O zoológico é enorme então vá preparado para caminhar muito. Meu iWatch marcou 14 mil passos no dia que visitei. Cheguei em casa no final do dia com as pernas muito doloridas. Minhas áreas favoritas no zoológico foram os Primatas, os Great Cats (leões e cia ltda) e os Pandas (claro!!!). Eles também têm uma área dedicada à nossa linda, amada e verde Amazônia (ora veja só) e tem uma instalação que simula a selva, muito bonita por sinal.

Como visitei o zoológico no frio passei muito perrengue ao subir e descer as ladeiras do local. O vento que batia machucava a alma e minha boca estava bem estourada na época. Protetor labial sempre será o seu melhor amigo nessas horas. Porém quando o verão chegou eu fiquei muito feliz com a minha decisão de já ter visitado antes. Quanto mais a temperatura vai subindo mais as multidões chegam a Washington e a quantidade de pessoas no zoológico é enorme. As minhas aulas de francês eram na mesma estação de metrô do zoológico e todos os dias quando começou a primavera era um inferno pegar metrô. Imagina como não lotou no verão?

Na hora da fome entre as várias opções de lanchonetes e quiosques que tem por lá eu optei por comer no Mane Grill. Fica na área do Leão e do Tigre e serve hambúrguer. Não era o melhor dos Estados Unidos mas deu pro gasto.

O zoológico abre de domingo a domingo das 8 da manhã ás 7 da noite. No inverno como escurece por volta de 4:30 da tarde em D.C eles começam a fechar as atrações ás 4 da tarde. A entrada como já mencionei é grátis. Caso você vá pra Washington não perca a oportunidade.

 

E você já visitou o Zoo de DC? Planeja visitar? Deixe seus comentários na caixa abaixo,

 

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National Geographic Museum em Washington D.C

07 de fevereiro de 2017

No coração de D.C longe da maioria das atrações está localizado o National Geographic Museum. Como ele não faz parte do circuito tradicional de museus do National Mall, este é um museu que nunca está cheio e é uma opcão de entretenimento fora do convencional. Outro fator que também faz com que ele seja mais vazio que os outros é que ele é pago. Os fãs de fotografia adoram este museu que é totalmente voltado para os assuntos cobertos pela National Geografic magazine.

A entrada custa U$15. Crianças, veteranos aposentados e militares on duty pagam menos. Mas o que exatamente você encontrará por lá?

A maioria das exibições são temporárias. Dito isso aconselho que você visite o site da instituição antes de decidir ir ate lá. Confesso que fui nele por acaso… não tinha saído de casa neste dia na intenção de visitar este museu. Localizado na estação do metrô Farragut North, próximo da Massachusetts Avenue onde estão a maioria das embaixadas de países que tem relação diplomática com os Estados Unidos. Ali é uma ótima região para comer e fazer compras uma vez que tem lojas como H&M, Nordstrom, etc.

Quando visitamos havia uma exibição sobre animais silvestres fotografados em super zoom e também havia uma outra exposição sobre jacarés e crocodilos. Lá tem também um cinema 3D onde você pode assistir filmes especiais produzidos pela National Geografic pagando um valor a parte.

No momento eles estão com uma exibição chamada The Most Popular Instagram Photos. Essa deve ser fantástica pois apenas o sneak peek no site já tem fotos lindas. É uma coleção com as fotos mais curtidas no Instagram oficial do canal. E uma das exibições que irão acontecer este ano de 2017 será sobre tubarões. Você pode verificar a programação do museu clicando aqui.

Vale a pena sair do circuito do National Mall de museus e visitar este se eu tiver com tempo contado na viagem? Hell no!!!!!!! Somente visite se você morar na cidade, estiver por perto ou não tiver nada mais interessante para fazer. Do contrário dá uma passeada pelo blog e veja milhares de outras opções do que se fazer por D.C. Eu achei ele caro demais para o que oferece no geral. Talvez pelo fato de outros museus incríveis serem grátis em Washington, eu tenha ficado mal acostumada.

E você já visitou ou pretende visitar o National Geographic Museum? Compartilha comigo nos comentários abaixo.

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Por Érica Brasilino

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Tour de Volta ao Mundo em Washington D.C

03 de fevereiro de 2017

O Passport DC – Around The World Tour acontece nos dois primeiros finais de semana de maio em Washington. Durante este dia as embaixadas abrem as portas para um festival de comida, danças e um banho de cultura para todos os gostos. Das 10 da manha às 4 da tarde você pode tomar café da manhã no Brasil, almoçar no Japão e comer um lanche da tarde na Espanha. De quebra ainda pode tomar um café na Colômbia para fechar com chave de ouro.

A região é considerada a melhor para se viver na cidade, tanto que foi apelidada de Millionaires Row no final da década de 19. A grande depressã0 na década de 20 fez com que vários magnatas vendessem suas casas a preço de banana para o governo, que revendeu elas para missões diplomáticas estrangeiras. A primeira a ser instalada na região foi a Embaixada Britânica em 1925 seguida da missão Japonesa em 1931. Toda a região é preservada pelo Massachusetts Avenue Historic District e as mansões são tombadas como patrimônio americano.

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Caso você decida participar do festival eu o aconselho a escolher o seu top 3 e não perder tempo com as outras embaixadas, é uma loucura e não dá tempo de entrar em todas. Tínhamos em mente visitar as missões do Japão, México e Brasil para acompanhar as apresentações e claro comer, impossível. Ao chegar à embaixada do Brasil a fila estava quilométrica. Descobri no dia do festival que a embaixada do nosso amado Brasil é uma das queridinhas do festival e uma das que mais tem fila para entrar. No quesito arquitetura a minha embaixada favorita é sem dúvidas a da Indonésia. A beleza já começa na calçada, lindíssima.

No segundo final de semana acontece o European Embassy Tour. Como diz o nome, as embaixadas dos países europeus abrem suas portas mais uma vez para o segundo final de semana do festival. Na nossa próxima estadia em D.C já aprendi a lição e estaremos às 7 da manhã na porta da embaixada brasileira para comer tapioca.

Caso você esteja interessado em participar do festival fique de olho na página principal do evento neste link aqui, onde você pode se informar sobre quais missões abrirão as portas este ano para o público.

E você já participou deste evento ou planeja participar? Divide a sua experiência comigo nos comentários abaixo,

 

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International Spy Museum

27 de janeiro de 2017

Uma das poucas atrações pagas de Washington quando se trata de museus, o International Spy Museum vale cada centavo do seu suado dinheiro convertido para Obamas (vou sentir falta dessa expressão a partir de janeiro hahahaha). Este museu privado hoje abriga a maior coleção de artigos de espionagem em exibiçãs no mundo. Caso você seja fã de James Bond e companhia ltda visite sem moderação.

Localizado na estação do metrô Gallery Place, eu aconselho que você visite este museu com tempo. Chegamos lá após às 3 da tarde e infelizmente tivemos que correr para sair do museu e não tínhamos visto tudo.

No início da exposição você é guiado para uma sala onde eles fazem um “briefing”. Você deve escolher uma identidade dentre as várias que estão disponíveis e deve decorar o máximo de informações possível sobre aquela pessoa. De agora em diante durante toda a visita você não é mais você e sim aquela identidade que escolheu. Nome, idade, estado civil, local de nascimento… E por toda a exibição haverá checkpoints onde você será questionado detalhes que deve ter decorado sobre sua nova identidade… tudo isso para no final da exposição você descobrir se é um bom espião ou não. Foi bem interessante aprender que espiões tem um motivo para viverem uma vida de mentiras.

Na galeria School for Spies o museu apresenta sua coleção com mais de 200 itens entre eles  armas, veículos, batons com câmera escondida e uma vasta coleção de histórias de espiões no mundo real.  Na galeria History of History você aprenderá sobre os primórdios da espionagem, desde o Cavalo de Tróia aos dias atuais. Como os códigos secretos foram inventados e como o primeiro código da história foi decifrado. Estas são apenas algumas das várias exibições disponíveis por lá.

Uma das peças mais interessantes na minha opinião é uma arma em forma de charuto e uma câmera em forma de isqueiro. É possível ver mais itens também no site deles clicando aqui.

Caso você tenha ficado curioso em visitar o museu neste link aqui é possível checar o horário de funcionamento de acordo com o dia que pretende visitar. Por ser privado ele tem uma agenda diferente dos outros museus de D.C. A entrada custa U$22 só que se você for militar mesmo que aposentado paga U$16. Crianças a partir de 7 anos pagam U$15 e menores de 7 anos entram de graça.

Caso você tenha se interessado em ir ou já tenha ido deixe um comentário abaixo.

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Chinatown em Washington D.C

24 de janeiro de 2017

O bairro de Chinatown em Washington é uma daquelas regiões que turistas com um pouquinho mais de tempo desbravam por serem entusiastas da culinária e cultura asiática ou moradores da cidade visitam porque tem uma seleção incrível de restaurantes, bares e locais para passear.  Tem muita coisa bacana por lá e no post de hoje vou mencionar o que eu adoro fazer na região além de comer comida chinesa.

O que fazer?

Smithsonian American Art Museum

Museu totalmente dedicado a arte americana sendo o primeiro museu dedicado ao tema. Rico em peças indígenas, latino americanas entre outros. Está na minha lista para nossa próxima visita a D.C.

 

Martin Luther King Jr Memorial Library – Central Library

Biblioteca da cidade, residentes e não residentes podem aplicar para ter um cadastro e pegar livros emprestados, usar os computadores e afins.

 

Madame Tussauds Washington DC

Famoso museu de cera onde você pode tirar fotos hilárias com os seus ídolos da música, cinema e afins. Como já visitei o de Los Angeles não visitei este aqui. Para mim quem viu um viu todos. Quem nunca visitou vale o passeio. Pesquisando para escrever este post descobri que esse museu em D.C tem todos os 44 presidentes americanos e outras figuras ilustres na história dos Estados Unidos como Martin Luther King Jr. Acabou de entrar para a minha lista de lugares á visitar na próxima temporada em D.C. De acordo com o site se você comprar os ingressos antecipados eles custam U$17,60 e crianças com menos de dois anos entram de graça.

 

Ford’s Theater

O teatro que ficou mundialmente famoso por ter sido palco do assassinato do Presidente Lincoln. Tour guiado, mini museu e uma infinidade de informações sobre o fatídico dia. Se você curte história o passeio é um prato cheio. Comentei sobre ele neste post aqui.

 

Capital One Arena

Ginásio poli esportivo onde acontecem jogos e também apresentações musicais entre outras atividades. Durante sua visita vale dar uma olhada no site deles e verificar quais atrações estarão em cartaz. Durante nossa temporada em D.C houveram várias partidas do Washington Capitals (time profissional de hóquei sobre o gelo), mas shame on me não fomos a nenhum jogo. Sempre tinha outro evento no mesmo dia. Mais um que ficou pra próxima temporada na cidade.

 

National Building Museum

Museu Nacional dedicado a arquitetura, engenharia, construção, design e desenvolvimento urbano. Caso seja sua área de atuação vale a visita.

 

International Spy Museum

Um dos poucos museus pagos de D.C, este museu é tão fantástico que falo apenas sobre ele aqui. Vale a visita e todos os Obamas pagos para entrar nele (muito provavelmente você pagará Trumps após ler este post…).

 

Onde comer?

Minha parte favorita desse bairro são as inúmeras opções de restaurantes, cafés e afins. Listo aqui os meus favoritos.

 

Hard Rock Café Washington DC

Dando continuidade a nossa tradição de visitar o Hard Rock Café em qualquer lugar do mundo que estivermos (já visitamos em Los Angeles, Las Vegas, San Francisco, Washington DC, Orlando, Miami, Key West, Cancun, Buenos Aires, Madri e Barcelona). Sei que a comida não é nada saudável, mas… sempre que visitamos pedimos o Jumbo Combo que é composto por Asinhas de Frango, Anéis de Cebola, Spinach Artichoke com pão de parmesão, Bruschetta e Chicken Tenders. Se estamos a muito tempo fora dos Estados Unidos optamos pelo famoso Mac and Cheese (o deles é divino). Se o meu marido esta afim de comer hambúrguer, o favorito dele é o Hickory Barbecue Bacon Cheeseburger que vem com queijo cheedar, onion rings, molho barbecue e otras cositas más. E para fazer aquela mistura bem maldosa no nosso estômago um copão de cerveja estupidamente gelado.

 

Rosa Mexicano

Temos uma tara por comida mexicana e este aqui é um dos nossos favoritos em D.C. Indico que você experimente a Guacamole en Molcajete que nada mais é que a tradicional guacamole preparada na sua frente. Nachos de Tres Quesos também é uma boa pedida. As porções são bem servidas e muitas vezes ficamos apenas nos aperitivos com uma Corona bem geladinha. Porém se você for na intenção de uma refeição completa indico o Tacos de Pescado a la Parilla que são tacos de peixe com molho tártaro e jalapeño. Uma delícia. As sangrias e os mojitos por lá também são muito bons.

 

Reren

Restaurante Asiático considerado um dos melhores de Washington. No dia do Ano Novo Chinês estava com fila de espera de duas horas. Mas vale muito a pena. No menu sempre opto por Fire balls que são bolinhas de batata fritas com um molhinho picante delicioso, Handmade Pork Dumplings que seriam um guioza de carne de porco e meu favorito Grandma’s Style Pancake que não é uma panqueca mas como se fosse um sanduíche com carne desfiada acebolada, é de comer de joelhos.

 

E você já visitou Chinatown? Planeja visitar? Compartilha comigo a sua experiência.

 

Até o próximo post  =0)

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Por Érica Brasilino

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América EUA O que fazer em Washington DC Viagens Washington

Assassinato do Presidente Lincoln Walking Tour

16 de janeiro de 2017

Uma das histórias que mais fascinam os americanos é a fatídica noite do assassinato do 16º presidente dos EUA Abraham Lincoln. Claro que ele é um dos mais importantes presidentes da história americana, tanto que seu memorial é um dos mais belos e mais visitados . Lincoln foi o presidente que manteve os EUA na linha durante uma de suas piores épocas a Guerra Civil e aboliu a escravidão. Autodidata o advogado concorreu a presidência em 1858 e por sua posição firme contra a escravidão angariou inimigos por todo o sul, conseguindo votos para a sua eleição majoritariamente nos estados do norte onde os negros já viviam de alguma forma livre. Após sua eleição, 7 estados escravocratas do sul (Alabama, Carolina do Sul, Flórida, Geórgia, Louisiana e Mississipi) decidiram se separar dos EUA, levando a nação à sua guerra mais sangrenta. Mesmo sendo o líder de uma nação dividida (será que a história está se repetindo?) Lincoln saiu de cena em vida para se tornar uma lenda após sua morte.

Durante nossa estadia em Washington, fizemos um dos muitos Walking Tours que são oferecidos pela cidade onde você paga o quanto você acha que vale. Nosso walking tour teve início na Lafayete Square em frente a estátua do senhor Andrew Jackson. O tour durou cerca de duas horas e percorreu cerca de 1.6km num dia muito frio. O guia explicou com riqueza de detalhes toda a trama que levou ao assassinato do presidente Lincoln, as pessoas envolvidas, os locais onde os ataques aconteceram e dá uma grande ideia mesmo para quem não é americano e nunca estudou a história deles, como os americanos do sul viam o Lincoln como um problema a ser eliminado principalmente por sua posição contra a escravidão. O tour termina no Ford’s Theater e Petersen House, o local do assassinato do presidente e consequentemente a casa do outro lado da rua onde ele veio a falecer na manhã do dia seguinte. Estes walking tours geralmente não incluem o valor de entrada no teatro nem na Petersen House. Caso você tenha interesse em entrar e visitar deve adquirir as entradas antecipadamente.

O teatro se tornou um museu e há exposições sobre o mandato do presidente Lincoln, sua vida, morte e curiosidades sobre o complô que deu fim à vida dele. Na área do teatro ao longo do dia, Park Rangers (funcionários do teatro) dão pequenas palestras contando detalhes sobre a noite do assassinato, onde o presidente estava sentado, quem estava com ele na bancada e como a platéia reagiu aos eventos daquela noite. Em uma outra área do teatro há uma exibição que mostra os eventos que aconteceram logo após o assassinato, como as decisões foram tomadas pelo governo para encontrar os culpados e dar continuidade ao legado do presidente Lincoln e também a fuga ensandecida do ator que se tornou o homem mais procurado até então da história americana.

Logo do outro lado da rua é possível visitar a Petersen House, casa que ficou famosa por ter sido o local onde o presidente Lincoln faleceu. A casa pode ser visitada mas somente de 15 em 15 pessoas. Eles mantiveram tudo exatamente da mesma maneira como era no dia do assassinato. O ticket de entrada no Ford’s Theater dá direito a visitar a Petersen House. Nessa casa também foram conduzidas as investigações e os interrogatórios daqueles que foram presos associados ao complô contra o presidente.

Caso você tenha interesse em entrar no museu eu indico comprar os tickets com antecedência clicando aqui. Quase impossível comprar no mesmo dia, uma vez que este local é uma das atrações mais visitadas na cidade, principalmente por grupos enormes de estudantes on field trips. Custa apenas U$3 e se você for um aficionado por história como eu será um prato cheio de cultura e informação. Claro que no meu caso o fato de ser casada com um americano que também ama história é uma outra desculpa para que a gente faça este tipo de turismo. Se você tiver interesse em um “pague o quanto vale walking tour” clique aqui.

E você já visitou o Ford’s Theater ou planeja visitar? Compartilha comigo a sua experiência na caixa abaixo ou faça sua pergunta sobre o tour.

Até o próximo post  =0)

 

 

 

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Por Érica Brasilino

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