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Roteiro de 3 Dias em Washington DC

08 de novembro de 2016

Atendendo a pedidos da minha adorada amiga Robs, o post de hoje é um roteiro de 3 dias por DC. O que ver e fazer na cidade que tem milhões de eventos e lugares para visitar com tempo reduzido? Quando recebemos nossos familiares por lá eu já sabia de primeira onde levar eles e por quê. Tenha em mente que serão três dias muito cansativos mas que dá pra cobrir os pontos mais importantes da cidade, gastar a sola do tênis, aprender muita história americana e perder uns quilos. Vamos as dicas.

Dia 1

Monumentos do National Mall + Tidal Basin e seus Monumentos + Holocaust Museum + Bureau of Engraving and Printing

De metrô vá até a estação Foggy Bottom e ao subir as escadas rolantes desça a 23rd St. pro lado direito. Descendo essa rua inteira, ao final você vai dar de cara com o Lincoln Memorial. Comece seu passeio por ele e aprecie a grandiosidade que é este monumento. Depois sente na escadaria de frente ao monumento e aprecie a vista do local onde Martin Luther King Jr fez seu famoso discurso I Have a Dream.  Seguindo pelo lado esquerdo veja os monumento dedicados aos que perderam suas vidas na Guerra do Vietnã. São três memoriais: O The Three Soldiers, Vietnã Women’s Memorial e o Vietnan Veterans Memorial. Siga andando em direção ao Washington Monument e pare para apreciar o lago Constitution Gardens. Há uma mini ilha no centro do lago que pode ser acessada por um caminho a pé. Ali veja os nomes dos 56 políticos e homens de dinheiro que assinaram a Independência dos EUA. Continue andando em direção ao Washington Monument e pare no imponente World War II Memorial. Um dos mais belos na minha opinião. Encontre seu estado americano do coração e tire sua selfie. Após apreciar toda a beleza deste monumento espetacular, vá até o Washington Monument. Ele geralmente é aberto para visitações como expliquei neste post. Só que no momento ele esta fechado devido a um problema no elevador principal. Mas visite ele por fora mesmo assim. Ele é muito alto e pode ser visto de várias partes da cidade (além de estar presente em vários filmes e seriados).

De frente para o Lincoln Memorial hora de caminhar de volta em direção a ele. Pare no meio do caminho no DC War Memorial que por não ser um monumento nacional mas sim do estado muitas pessoas casam nele. Na sequência caminhe até o Korean War Veterans Memorial. Fique impressionado como as estátuas parecem ser homens de verdade num campo de batalhas. Após ver este último monumento do National Mall atravesse a avenida bem em frente que se chama Independence Av SW e você já estará na entrada do Martin Luther King Jr Memorial que fica exatamente no Tidal Basin. Ali fique impressionado com as frases de impacto que foram ditas em vários discursos e sermões do pastor que tanto lutou pelo movimento Civil Rights contra a segregação racial nos EUA. Uma vez que você já esta no Tidal Basin comece a caminhar em direção ao lado direito e você chegará no meu memorial favorito: o Franklin Delano Roosevelt Memorial. O único presidente que ficou no poder por 4 mandatos seguidos e tirou os EUA da depressão no pós segunda guerra. Tão grandioso quanto o legado que ele deixou no pais. Após continue caminhando pelo seu lado direito e chegue ao George Mason Memorial um dos pais da constituição americana. Seguindo o lago ainda pelo seu lado direito você chegará ao Thomas Jefferson Memorial que também é muito bonito e fecha a parte de monumento do Tidal Basin.

Quando você chegar neste ponto você já terá percorrido 6.5 kms e aproximadamente 14 mil passos de acordo com o meu iWatch. Quando faço estes passeios por D.C no dia seguinte preciso de Tylenol para levantar da cama, mas é um exercício que vale muito a pena. Não pense que você vai descansar, agora é hora de ir ver o dinheiro ser feito no Bureau of Engraving and Printing. E na sequência hora de ficar chocada com a maldade humana no emocionante Holocaust Memorial Museum. Se você seguir este roteiro já terá aproveitado muitíssimo bem o seu primeiro dia em DC. No final do dia após tantas andanças eu me daria ao luxo de atacar uma cheesecake na famosa The Cheesecake Factory na estação Clarendon do metrô. Vai por mim.

Dia 2

Library of Congress + US Supreme Court + Capitol + US Botanic Gardens + Smithsonian Air & Space Museum + Museum of the American Indian

Vá direto para a estação Capitol South e comece seu dia ás 8 da manhã. Na Library of Congress veja o primeiro livro impresso da história entre outras curiosidades. O passeio é imperdível. Após se impressionar com o prédio suntuoso e cheio de cultura e conhecimento, vá para o prédio do lado direito e se sinta importante ao visitar a Suprema Corte americana. Se tiver sorte conseguirá pegar um tour guiado pela sala onde ocorrem os julgamentos mais importantes do país. Ao sair de lá, atravesse a rua e visite o centro do poder americano o Capitólio, um dos prédios mais emblemáticos e filmados da capital do poder. Faça o tour guiado e absorva todo o conhecimento e as informações disponíveis. Saia do Capitólio e desça a Independence Avenue pelo lado esquerdo e respire o ar puro e veja toda a beleza do US Botanic Garden. Após essa pausa para apreciar a natureza ataque um lanche no McDonalds que esta localizado dentro do Air & Space Museum e já aproveite para visitar um dos museus queridinho dos turistas em D.C. Se tiver muito cansado tente assistir um dos filmes nas salas 3D do museu que duram em média 45 minutos e são ótimos para aprender e descansar simultaneamente. Caso você tenha tempo e energia eu aconselharia uma passagem super rápida no museu do lado o do American Indian (lembrando que os museus fecham as 5 da tarde).

Neste roteiro do segundo dia a distância percorrida entre os pontos de interesse será de 3,2 kms. Lembrando que você ainda deve levar em consideração o seu tempo caminhando dentro dos museus. Pode tomar aquele shake extra no McDonald’s do Air and Space Museum afinal você estará no lucro.

Dia 3

White House + National Museum of African American History and Culture + National Museum of American History + Smithsonian National Museum of Natural History + National Gallery of Art Sculpture and Garden + National Archives

O último dia é um banho de conhecimento e cultura. Vá direto para a estação McPherson Square e de lá ande até a casa mais famosa do mundo. Sim o Obama mora ali na Casa Branca e está bem mais perto do que você pensa. Após tirar suas selfies e postar no Instagram, hora de ir em direção ao National Mall e ver todos os museus que o seu tempo permitir. Começamos pelo novíssimo National Museum of African American History que infelizmente eu não tive a oportunidade de ver pois inaugurou em outubro e nós já estávamos na África. Visite e me conte tudo o que tem de fantástico neste lugar. Na sequência vá para o museu ao lado, o American History e aprenda sobre a história dos EUA contada por eles. Se bater a fome aproveite para comer no próprio museu, pois a cafeteria deles é ótima e quase não há comida na rua se for um dia de semana no inverno. Na sequência, siga para o museu mais visitado dos E.U.A: o Museum of Natural History e se encante com tudo o que foi mostrado no filme Uma Noite no Museu. Após tirar fotos de dinossauros e afins siga para o National Gallery of Art Sculpture Garden e tome um café de frente para a fonte lindíssima rodeada de instalações de arte ao ar livre. Se você visitar D.C no inverno, a pista de patinação no gelo estará disponível no jardim. Caso seja antes das 5 da tarde de um pulo rapidamente no National Archives para ver o documento original da Declaracão de Independência americana. O documento é mantido numa sala com pouca iluminação e com controle de ar. Os americanos piram por lá.

E após andar por todos estes museus, eu aproveitaria essa última noite na cidade para andar pelo National Mall mais uma vez, só que a noite. Os monumentos sob a luz do luar são de uma magnitude absurda. Vale muito a pena.

D.C é uma cidade que passar apenas 3 dias é uma pena. Tem TANTA coisa para ver, fazer, aprender… fiquei lá por 8 meses e ainda não vi tudo. Não vejo a hora de voltar e continuar a descobrir coisas fantásticas por essa cidade linda.

Caso tenha alguma dúvida ou comentário deixa uma mensagem pra mim abaixo,

Até o próximo post  =o)

 

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Por Érica Brasilino

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United States Holocaust Memorial Museum – Museu do Holocausto

12 de julho de 2016

Para mim este museu é um must visit de D.C. Se você não tem muito tempo na cidade e só pode fazer um único museu… eu aconselho com toda a certeza do mundo visitar o Museu do Holocausto. Por que? Simplesmente para lembrar como a humanidade consegue ser maldosa, escrota, perversa, doentia, vingativa, repugnante e qualquer outro adjetivo asqueroso que você queira colocar aqui neste parágrafo nunca será o suficiente para descrever o que foi o Holocausto.

O Museu do Holocausto está ao lado do Bureau of Engraving and Printing (Casa da Moeda) que eu falei no post anterior e pode ser encontrado clicando aqui. Se você vier para D.C na alta temporada, deve ir ao quiosque localizado em frente ao Museu e ao Bureau na Raoul Wallenburg Place e retirar ingressos para o mesmo dia. Lembre-se quanto mais cedo chegar ao quiosque mais cedo será sua visita. Se você preferir, por U$1 clicando aqui você consegue comprar seu ticket para o dia e horário desejado antecipadamente. O museu funciona de segunda á sexta feira das 10am as 5pm. Eu aconselho vir com tempo pois ele é enorme e você poderá ver com calma as exibições. De acordo com informações no site do próprio museu as pessoas levam em média entre 1 a 3 horas lá dentro. Eu fiquei 5 horas.

Eu já tive a oportunidade de visitar o Museu do Holocausto quatro vezes. Ele é composto por uma exibição fixa que é exatamente a que precisa de tickets para visitar e tem as temporárias que ficam no andar de baixo do museu. A primeira vez que visitei em 2014 fiquei tão atônita com a exposição permanente e sai de lá tão chocada que não tive cabeça para fazer o restante do museu. Este ano visitei novamente e dei ênfase a exposição temporária que este ano se chama They Were Neighbors (Eles eram vizinhos).

Quando você entra no Museu e vai pegar a fila de acordo com o seu horário do ticket para a exposição permanente, você tem biombos nas paredes com milhões de passaportes com histórias de pessoas que vivenciaram o Holocausto. Você pode pegar um (está dividido em homens e mulheres). Confesso que sempre pego um de cada. Nestes passaportes tem a foto e informações pessoais de pessoas reais. Cada página conta o que foi acontecendo com aquelas pessoas com o passar dos anos e a cada andar que você visita no museu (são 3 andares inteiros) ele indica para você ir virando a página e ver o Holocausto através da experiência de vida daquela pessoa e o que aconteceu com ela.

Você entra num elevador e um funcionário do museu te transporta para a Alemanha nazista. Ele te dá orientações e pede para que você fique em silêncio pois não é apenas um museu e sim um memorial aos quase 11 milhões de mortos. Sim você leu certo, 11 milhões de seres humanos foram brutalmente assassinados durante o período mais negro da história mundial.

Quando o elevador abre as portas… você é transportado para um local que você jamais pensou ter existido…

A exposição começa do último andar e você vem descendo pelo prédio. O terceiro andar é completamente voltado ao ideal nazista de uma nação perfeita. Como Adolf Hitler utilizou sua boa oratória para impregnar no cérebro dos jovens alemães que apenas os brancos de olhos azuis seriam a verdadeira raça ariana e os merecedores de viver numa Alemanha expurga de todo o mal (que na cabeça dele eram os negros, judeus, ciganos, pessoas com deformidades físicas, psicológicas e afins). Ao entrar nessa parte inicial é um choque absurdo. Você esquece o mundo lá fora e ouve aqueles discursos inflamados do Hitler em filmes reais feitos pelos nazistas e imagens chocantes de jovens loiros, altos e perfeitos sorrindo como se estivessem diante do Messias. É explicado em detalhes como Hittler chegou ao poder pelo Partido Nazista em 1933 e a explosão da Segunda Guerra Mundial em Setembro de 1939. Eu não consigo entender como milhões de alemães simplesmente aceitavam a verdade do líder deles como uma verdade suprema e aceitavam as atrocidades que aconteciam.

Descendo para o segundo andar entramos na parte da exposição que fala sobre o desenrolar do Holocausto e a evolução do nazismo com a criação dos guetos onde os judeus foram confinados em bairros inteiros enquanto o governo alemão tomava posse de suas casas e riquezas para continuar financiando a máquina de guerra. Também nessa parte da exposição temos uma clara ideia de como era realizado o transporte dos presos até os campos de concentração, a vida nos campos, o trabalho braçal ao qual eles eram forçados e a eliminação de presos através de fuzilamentos ou câmara de gás.

Descendo para o primeiro e último andar chegamos ao final da guerra com a liberação dos presos que sobreviveram ao Holocausto e a vitória dos aliados contra os nazistas. Tem também lembranças do que foi encontrado no país que ficou aos pedaços após a guerra.

Na saída da exposição fixa há um cinema onde há relatos de pessoas que sobreviveram ao Holocausto. Fiquei muito tempo lá dentro… sentei e chorei assistindo relato atrás de relato do que aquelas pessoas viveram. E não chorei sozinha. Vi homens, mulheres, adultos e adolescentes com lágrimas nos olhos assistindo pessoas reais contando coisas que mantiveram gravadas na memória até hoje. É impossível visitar este museu sem sair de lá tocado. É impossível não comparar o que aconteceu lá com o que vemos todos os dias na TV ou na Internet por vários lugares do mundo até hoje.

Quando sair dessa área da exposição permanente não esqueça de visitar no último andar a exposição temporária. Não sei de quanto em quanto tempo eles mudam mas hoje como já mencionei acima há a exposição They Were Neighbors que fala sobre os judeus que foram denunciados a Gestapo (a polícia alemã) por seus próprios vizinhos, amigos, colegas de trabalho, namorados, em troca de algum cargo no governo Hitler ou unicamente por inveja dos bens que aquelas famílias tinham, e quem os entregava acabava recebendo algum dinheiro do governo ou a oportunidade de continuar com o negócio dessas famílias. Chocante e absurdo. No andar da entrada/saída sempre tem algum convidado especial sentadinho perto do guichê de informações. Este ano tive o imenso prazer de conhecer uma gentil senhora alemã/americana que sobreviveu ao Holocausto. Vi que ela estava conversando com um casal e como sou curiosa cheguei perto e fiquei ouvindo ela narrar a história de vida dela. Quando as lágrimas começaram a escorrer pelo rosto dela eu chorei junto. O casal agradeceu a conversa e se foi. Ela me chamou mais pra perto perguntou meu nome e me contou mais algumas coisas sobre a vinda dela para os EUA após o fim da guerra. No final eu perguntei se podia abraçar ela pois no meu país temos o hábito de abraçar pessoas que desejamos o bem. Ela abriu um sorriso enorme e perguntou de onde eu era e disse que o abraço de uma brasileira sempre seria bem vindo.

Neste andar também tem uma exposição sobre o Holocausto para as crianças caso você esteja viajando com crianças pequenas e queira explicar ludicamente para o seu filho/a sobre o ocorrido.

Enfim… desculpem me pelo post longo… mas acredito que este museu é sensacional. Eu sai de lá diferente da pessoa que entrou. E acredito que esta tenha sido uma das melhores experiências que eu tive aqui em D.C.

Como diz o cartaz que tem na entrada do museu: “Da próxima vez que você ver injustiça, da próxima vez que você presenciar o ódio, da próxima vez que você ouvir falar de genocídio PENSE SOBRE O QUE VOCÊ VIU”

Se você visitou o museu compartilhe comigo nos comentários o que você achou do que viu por lá.

Até o próximo post =)

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Por Érica Brasilino

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Bureau of Engraving and Printing

08 de julho de 2016

Hoje a estrela do blog é o Bureau of Engraving and Printing a “Casa da Moeda” dos Estados Unidos.

O Bureau of Engraving and Printing é aberto ao público (como vários prédios públicos governamentais em DC) só que dependendo da época do ano  pode ser mais difícil visitar. Os tours guiados são realizadas de segunda à sexta  feira das 9am as 2pm a cada 15 minutos. Entre março e agosto que é a alta temporada em DC, há visitas entre 2pm e 6pm. Verifique no site as datas exatas antes de ir. Como todo prédio governamental aberto ao público para visitação, o Bureau não é aberto aos finais de semana, feriados nacionais e na semana entre o Natal e o Ano Novo.

Para visitar, vá até  o quiosque que está  localizado na Raoul Wallenburg Place (antigo 15th St, SW) e pegue tíquetes para o mesmo dia. Dica: Quanto mais cedo você chegar ao quiosque, maiores são as chances de conseguir. Ele está aberto à partir das 8 da manhã. No dia que fui, cheguei ao quiosque por volta de 10 e peguei entradas para as 2:00 da tarde. Isso porque era baixa temporada… Se estiver em DC no alto verão, chegue lá antes das 8 para formar fila. Este quiosque é o mesmo que distribui entradas para o Museu do Holocausto que está ao lado do prédio do Bureau. Vale a pena pegar ingressos para as duas atrações uma seguida da outra. Dica numero 2: Se puder visite primeiro o Bureau, o tour vai levar 30 minutos e você pode se dar mais 30 minutinhos para andar pela loja na saída do tour e comprar algo caso queira e ir para o prédio ao lado para fazer o Museu do Holocausto. No dia que visitei peguei ingresso para o Bureau a 1:00 e para o Museu do Holocausto as 2. Deu tempo de sobra. Por que falo para fazer o Museu depois? Porque você pode caminhar o quanto quiser no museu sem pressa.

Voltando ao tour… Vá para a porta do Bureau aproximadamente 30 minutos antes do marcado no seu tíquete. Há uma  fila na porta e você deve seguir as instruções de segurança. Lembre-se você estará entrando num prédio governamental onde as normas de segurança são rígidas.

Na entrada tem todo aquele check de segurança estilo aeroporto e depois todos assistem a um vídeo explicativo em inglês sobre o trabalho que é realizado por lá. Depois eles dividem este grupo enorme em grupos menores e guias levam o grupo por toda a linha de produção e explicam o passo a passo de como é feito o dinheiro no Tio Sam.

A grande sacada é que você acha que vai ver de perto… nope. Os corredores ficam no topo e vemos de cima. O vidro que separa os visitantes do dinheiro real é extremamente grosso e a prova de balas. Porém, ver a quantidade absurda de dinheiro que é produzida lá todos os dias e descobrir curiosidades como por exemplo que uma nota leva duas semanas para ficar pronta ou caso uma folha saia com problema por conta de um jato de tinta defeituoso, toda uma sequência enorme de dinheiro é destruída por não passar no controle de qualidade é surreal. Estes são apenas alguns dos detalhes que aprendi ao fazer o tour. Você também vai aprender sobre como o dinheiro americano evoluiu com o passar dos anos, como eram as linhas de produção no passado e etc.

Fotos lá dentro são expressamente proibidas, então infelizmente todas as fotos deste post são fotos de alguma outra fonte. Mas dá pra ter uma ideia do que é visitar o Bureau of Engraving and Printing.

No final do tour você claro vai sair por uma lojinha. Lá eles vendem desde pacotinhos de dinheiro destruído (porque alguém compraria isso??), notas de dólares inteiras como as que você ve acima antes de serem cortadas (de novo porque alguém compra isso??) e o item mais famoso da loja que são as notas de U$2 que praticamente saíram de circulação e são raras. Eles fazem pouquíssimas por mês e cada nota de U$2 custa U$8. Eu comprei uma para dar de presente pro meu noivo e ele ficou encantado. Voce me pergunta: Érica por que gastar 8 Obamas numa nota que se você for usar custa 2 Obamas? Porque um dia essas notas vão valer muito dinheiro! Coisa de colecionador…

Se você visitar me diga o que achou nos comentários,

Até o próximo post   =)

 

 

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Por Érica Brasilino

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