Categoria: Washington

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Manassas National Battlefield Park e Winery at Bull Run

31 de outubro de 2017

Aproveitei a visita da minha amiga de São Paulo, Cyntia e fui fazer um passeio que eu vinha querendo desde a primeira vez que moramos em D.C e nunca fizemos. Ver um dos campos de batalha da Guerra Civil Americana aqui na cidade vizinha de Manassas.

O local que foi o campo de duas grandes batalhas em 1861, é mantido pelo National Park Service e recebe anualmente 900 mil visitantes. Não é nada comparado aos 15 milhões de visitantes que Washington recebe. Porém é um passeio bem interessante se você vier para DC e ficar mais de uma semana por aqui.

O campo de batalha é enorme e você tem de vir preparado para caminhar muito. Se for alto verão, aconselho repelente uma vez que as trilhas são no meio do verde, entre rios e/ou campos abertos.

É um passeio para quem curte andar no meio da natureza e apreciar paisagens bucólicas. O local é muito utilizado por fotógrafos para ensaios de casamento, noivado, fotos familiares e afins. Tenha paciência ao caminhar pelas trilhas uma vez que várias sessões podem estar em andamento no dia que você visitar. No centro de visitantes tem uma exibição com armas, uniformes e curiosidades sobre as batalhas, tem artefatos de época e também é possível assistir um filme sobre as batalhas que ocorreram em Manassas, quando o Sul lutou contra o Norte numa das batalhas mais sangrentas da história americana. O parque está aberto diariamente das 8:30 as 17:00 e fecha apenas nos feriados de Ação de Graças e Natal.

Após visitar o Battlefield eu indico uma visita para descansar e apreciar a vista e um ótimo vinho na Vinícola Bull Run que fica exatamente ao lado da entrada do estacionamento do campo de batalhas. A vinícola foi descoberta por acaso… eu e as meninas (minha amiga Vanessa que mora aqui e a Cyntia) estávamos falando mais do que devíamos no carro e eu errei a entrada para o Battlefield. Foi um achado… acabamos descobrindo essa vinícola sem querer e nos apaixonamos pelo local. Gente bonita, ambiente familiar (tinha uma galera solteira também se essa for a sua pegada). Como eu não sou muito fã de vinhos eu tomei sangria, mas as meninas adoraram o vinho local. A vinícola pode ser visitada para piqueniques, mas não aceita bebidas de fora. Se você não levar nada para comer, não se preocupe, pois, é possível comprar uma variedade de pães, patês e queijos no bar na área interna.

 

Manassas National Battlefield Park

Aberto todos os dias das 9am as 5pm, entrada gratuita

 

The Winery at Bull Run

Aberta de Sábado a Quarta das 11am as 7pm – Quintas e Sextas das 11am as 10pm, entrada gratuita, bolsas sujeitas a checagem de segurança

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Por Érica Brasilino

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Estilo de Vida EUA New York Outros Viagens Washington

Viagem de ônibus entre Washington DC (Union Station) e NYC (Port Authority)

22 de setembro de 2017

Essa semana minha melhor metade está trabalhando em NYC e aproveitei para visitar a cidade enquanto ele esta por aqui. Como vim a NYC mês passado de trem, decidi que este mês iria testar o serviço de ônibus entre as duas cidades. Meu marido não gostou muito da ideia, mas consegui convencer ele. Comprei passagem de ida pela Greyhound e paguei apenas U$10. São aproximadamente R$35. O valor é muito atrativo e hoje vou explicar como funciona utilizar este sistema.

Em Washington DC a estação rodoviária fica no segundo andar da Union Station. O complexo da estação serve o serviço de metrô, ônibus e trens da Amtrak. Ao comprar pela internet você pode imprimir o ticket em casa. Eles pedem que o passageiro chegue com 30 minutos de antecedência para o horário de saída do ônibus. Cheguei a estação com uma hora e meia de antecedência de embarque pois como a Union Station também é um mini shopping, já vim preparada para almoçar e fazer tudo com calma. Na hora de embarcar você deve ir ao segundo andar da estação onde também está localizado o guichê da Greyhound. No site diz que se você tiver o ticket impresso, é só embarcar. Não caia neste conto. É uma boa passar por lá para poder imprimir uma identificação para a sua mala que vai no bagageiro (na parte inferior do ônibus).

Na sequência você vai passar por um funcionário da rodoviária que irá te indicar qual fila você deve pegar. Ao passar por essa área, notei que há uma sala de espera climatizada com televisor bem na entrada da área de embarque dos ônibus do lado direito. Mas como eu estava curiosa pelo sistema rodoviário americano, decidi não entrar nessa sala de espera.

Um funcionário antes do embarque passa avaliando as malas dos passageiros e indicando se eles precisam identificar ou não a bagagem. Como viajei com uma mala pequena de mão mais uma mochila, ele disse que não tinha necessidade dessa identificação, até mesmo porque meu ônibus não ia parar em nenhuma outra cidade antes de chegar em NY (sorte a minha, porque a essa altura a fila já estava enorme e se eu tivesse que pegar ela de novo, não pegaria um bom local no ônibus).

Ao embarcar vi um grupo de senhoras africanas tentando embarcar preferencialmente e vi quando uma senhora americana na mesma faixa etária delas reclamou que quem mora aqui tem que se adaptar as regras daqui e não trazer as regras do seu local de origem para os EUA, e deveria aceitar que não tem embarque prioritário. Ficamos todos com cara de paisagem na fila por conta da torta de climão…

Quando o embarque começou, o funcionário recolheu as passagens e indicou que cada passageiro colocasse a sua própria mala no bagageiro do ônibus. Babado e confusão. Vi mulheres com malas pesadíssimas sem nenhuma ajuda por parte dos funcionários da rodoviária. Mais ou menos assim… trouxe muito peso? Problema seu. O último problema que percebi foi um casal alemão que ao embarcar por último não encontrou dois assentos disponíveis para eles. Um dos funcionários pediu para eles descerem do ônibus e pegarem o próximo das 2 da tarde. Fiquei com a sensação de que a empresa foi desorganizada ao vender os tickets e aparentemente não tem muito controle de quantas tickets foram vendidos. E se não tivesse o ônibus da duas da tarde… como seria?

No ônibus o sistema de climatização estava a todo vapor, então se decidir fazer uma viagem dessas, aconselho a levar um casaquinho mesmo no verão. Há tomadas nas poltronas em frente aos assentos e pelo menos onde eu estava sentada, não estava funcionando. O bagageiro acima das poltronas é minúsculo, se você viajar com uma mochila muito cheia, essa terá que ir no seu pé no assento a sua frente.

O motorista ao iniciar a viagem fez um briefing e falou sobre o horário estimado de chegada ao destino, portão programado para a chegada, explicou sobre a existência de banheiro no fundo do ônibus e sobre o wi-fi. Eles juravam que tinha serviço de wi-fi a bordo, tentei por diversas vezes conectar e nada. Depois de umas cinco tentativas desisti.

Meu colega de banco era uma das pessoas mais desagradáveis com quem eu tive o desprazer de viajar na minha existência. Mesmo após o motorista pedir que as pessoas utilizassem os equipamentos eletrônicos com fones de ouvido, o babaca fingiu não ter entendido. Na metade da viagem a minha vontade era de esfregar o celular na cara dele… tive de praticar a paciência até a hora que a bateria do celular dele acabou e ele dormiu.

No geral a viagem em si foi confortável, o ônibus da Greyhound entrega o que promete: assentos confortáveis e uma viagem relativamente segura entre o ponto A e B. Pelo valor acho que valeu a pena. O que você deve considerar na verdade é se vale a pena por apenas U$11 viajar ao lado de um público diferente do público do trem. Percebi que as pessoas que fazem o trajeto no trem são mais business people e consequentemente muito mais educadas. Tanto que mesmo a classe econômica do trem é muito diferente do ônibus. Viajei com muitos turistas fazendo mochilão entre as duas cidades, muitos imigrantes da África e da América Central e do Sul. Estes foram os mais mal-educados na viagem. É uma pena dizer isso, mas foi essa a grande diferença que notei entre quem viaja de trem e quem viaja de ônibus por aqui.

O trajeto entre NYC e DC de ônibus leva 4:20hrs e de trem varia entre 2:30hrs e 3:20hrs dependendo de quanto você esta disposto a pagar. Minha volta a DC esta programada de trem. Honestamente não pretendo mais utilizar ônibus de viagem entre cidades por aqui. É uma economia que pra mim, não valeu a pena, por U$39 a mais eu poderia ter ido de trem, no vagão silencioso  e com internet rápida disponível. Never again!!!

E você já fez alguma viagem de ônibus pelo exterior? Como foi?

 

 

 

 

 

 

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Por Érica Brasilino

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Viagem de trem entre Nova Iorque e Washington DC

15 de setembro de 2017

Se você estiver em Nova Iorque ou em Washington DC, sabia que dá para fazer o trajeto entre as duas cidades de trem e conhecer lugares maravilhosos numa única viagem?

Mês passado uma grande amiga que fiz no Togo estava em NYC com os filhos numa conexão para outro país, não pensei duas vezes e fui ver eles. Afinal… ela morando no Togo e nós em DC, quando eu poderia tomar um café com ela novamente? Entre as opções que eu tinha para chegar lá, optei pelo trem.

A Amtrak é a maior rede ferroviária dos EUA e cobre mais de 500 cidades em 46 estados. Os tickets variam de preços, desde os valores “populares” até os mais caros de primeira classe (como uma passagem de avião) e se você se programar com antecedência, consegue um bom valor.

A viagem entre NYC e DC custa a partir de U$49. Fiz milhares de simulações no site e não vi valores mais baratos que este. Após descobrir que não pagaria menos que isso num trecho fechei os bilhetes de ida e volta por U$98. Não achei caro considerando que de avião o mais barato para o trajeto seria U$250 para a época e a pouca antecedência para a viagem. Talvez seja possível encontrar mais em conta, mas como comprei um mês antes de viajar, estes foram os melhores valores.

A Amtrak oferece 4 tipos de tarifas para um mesmo trajeto: Saver, Value, Flexible e Premium. Comprei meus tickets na tarifa Saver que é uma tarifa não reembolsável e também não é possível fazer um upgrade para a business ou primeira classe. Mas como era um trajeto curto de 3 horas… eu honestamente não me preocupei com isso.

A saída para NYC de Washington é feita pela Union Station. A estação em si é um luxo. Um dos prédios mais bonitos de DC onde fotógrafos e amadores se deleitam com tanta riqueza de detalhes. O embarque é feito 15 minutos antes do trem partir, porém como seres humanos adoram filas em qualquer lugar do mundo, se você quiser um assento na janela, eu aconselho que você chegue pelo menos 30-45 minutos antes do trem partir.

Quando embarquei escolhi o Silent Car. Neste carro ligações telefônicas são proibidas, o uso do celular é liberado para mensagens e internet no modo silencioso apenas. Os assentos não são demarcados, então chegou, sentou. Eu fiquei muito animada quando soube do Silent Car porque fiquei morrendo de medo de estar no mesmo vagão daquelas pessoas que falam mais que a boca por 2 horas no telefone. Peguei um assento na janela do lado esquerdo (indicação do marido), pois segundo ele na ida para NYC era o lado que eu teria acesso a uma vista melhor. E ele não estava errado.

No carro que eu estava tinha wi-fi, tomadas para carregar os equipamentos eletrônicos e banheiros. Se você por acaso sentar no corredor, terá que pedir para a pessoa da janela conectar o seu eletrônico para você. Mais um motivo pelo o qual é bom chegar para o embarque com antecedência, assim você não precisa se preocupar de incomodar o próximo.

O trem que faz rotas consideradas curtas também conta com o Café Car. É um carro que tem uma lanchonete e mesas com cadeiras. Eu tomei café puro com um ham, egg and cheese sandwich. Além de ser caro, não era lá essas coisas…, mas na hora da fome… desce qualquer coisa. Eles aceitam cartão de crédito e dinheiro em espécie. Você pode optar por comer no Café Car ou voltar para o seu assento e utilizar a bandeja (como no avião). Eu comi no meu assento, pois estava viajando sozinha e tinha que olhar as minhas coisas.

No geral, a viagem entre NYC e DC é bem confortável. O trem da Amtrak me surpreendeu muito. Sempre tive vontade de andar de trem que não fosse um metrô em área urbana e fiquei bem impressionada. Carros climatizados, banheiros, vagão para refeições, wi-fi, tomadas, poltronas reclináveis. Meu único adendo é não fazer o que eu fiz de ir e voltar no mesmo dia. Confesso que eu apaguei na viagem de volta de tão cansada que eu estava.

A Amtrak oferece um App onde você não precisa imprimir o voucher de embarque, é só apresentar o ticket na tela do celular para embarcar. Eu achei bem prático. Outra praticidade da viagem de trem, é que o embarque comparado a uma viagem de avião é muito mais rápido. E você pode levar normalmente suas bagagens com você.

A própria Amtrak te dá dicas de destinos que você pode conhecer pelos EUA de trem. É só acessar este link aqui e começar a sonhar com a sua próxima viagem.

E você, já viajou de trem pelos EUA? O que achou da experiência?

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Por Érica Brasilino

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Old Town – Alexandria

25 de agosto de 2017

Alexandria é uma cidadezinha localizada a 20 minutos de DC e que pode ser acessada de barco pelo Rio Potomac, de metrô saindo de qualquer lugar de Washington ou de carro. Cidade natal do primeiro presidente George Washington, essa cidade histórica foi palco de lutas armadas durante a Guerra Civil americana e também foi o ponto de encontro de vários dos fundadores da capital dos Estados Unidos.

Crédito: Visit Alexandria

Alexandria hoje ferve com turistas do mundo inteiro que ao passar por DC tem a curiosidade de conhecer essa bucólica parte colada à capital americana. Com seus prédinhos de tijolos no estilo colonial, hoje Old Town é um mix de restaurantes, lojas, história e museus. Você pode tanto caminhar pelas ruazinhas de paralelepípedos e do nada se deparar com noivas e seus convidados tirando lindas fotos nesse cenário encantador como pode optar usar o bondinho (gratuito) para subir e descer as ruas e decidir onde começar a sua caminhada por lá. Também é possível fazer passeios de barco durante o verão e ver os monumentos de DC por uma perspectiva diferente à partir do Rio Potomac. Por U$18 ida e volta (preço de agosto de 2017) é possível fazer o roteiro National Mall – Old Town Alexandria – National Harbor. É um passeio delicioso que vale muito a pena.

National Mall visto pelo Rio Potomac

Quando temos visitas, levamos geralmente para conhecer essa jóia escondida que poucos turistas tem realmente tempo de visitar. Entre as opções de locais para comer por lá indico:

Café da Manhã Americano / Brunch

Chadwicks

Crédito: Chadwicks

Sem dúvida o melhor brunch nessa região. Localizado ao lado do Rio Potomac, Aos domingos é simplesmente lotado. Não importa a temperatura, sempre é difícil conseguir mesa. Geralmente vamos aos sábados quando o número de pessoas cai pela metade. No cardápio nosso prato favorito é o Sausage Egg & Cheese Biscuit ou o Brunch Tacos.

Almoço

Chart House

 

 

 

 

 

 

Já aviso que não é um restaurante barato, mas é o melhor localizado com uma vista sensacional do Rio Potomac, local para ver e ser visto. Aqui você paga mais pela experiência de estar num local do que pela comida em si. Dito isso, no menu eu indico o Coconut Crunchy Shrimp de entrada e o Shrimp Tacos para prato principal (sim sou a louca por camarão).

Hamburger

Burger Fi

Perfeito para um almoço mais tarde ou uma boquinha. Fica um pouco mais afastado do Waterfront mas vale a pena andar até lá. Um dos melhores hamburger de Washington DC. No cardápio o meu favorito é o Burger Fi Cheeseburger. Ahh nessa loja tem aquela máquina da Coca Cola que tem mais de 100 opcões de refrigerantes e eu pude tomar Fanta Uva pela primeira vez fora do Brasil. Delícia.

 

 

 

 

 

 

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Por Érica Brasilino

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George Washington Masonic National Memorial

18 de agosto de 2017

Você sabe o que é a maçonaria?

De acordo com a wikipedia é uma sociedade filantrópica, iniciática e progressista. Hoje há aproximadamente 3.6 milhões de maçons espalhados pelo mundo (muito provavelmente você conheça alguém que é mas não fala abertamente sobre a fraternidade).

Washington é a cidade “secreta”da maçonaria, tendo sido totalmente construída por eles e baseada em suas crenças. Tanto que a perfeição com que os monumentos foram construídos e posicionados no National Mall é tanta que indica que os grandes nomes por trás da fundação da cidade faziam realmente parte da mesma fraternidade. E a maior prova disso é o prédio George Washington Masonic National Memorial.

Símbolos maçonicos teriam sidos utilizados na construção da cidade mais poderosa do planeta

Washington foi batizada em homenagem ao primeiro presidente americano e um dos Founding Fathers (pais fundadores em tradução livre)  dos Estados Unidos. Foi também um dos responsáveis pela elaboração da Constituição americana (lei suprema que pode ser encontrada a cópia original no National Archives). Hoje George Washington não apenas é celebrado na nota de um dólar americana, como no Washington Monument no meio do National Mall e também no Masonic Temple de DC.

Não entrarei em detalhes sobre a maçonaria porque honestamente eu não tenho conhecimento a respeito. Tenho amigos maçons no Brasil e sei alguma coisa ou outra por conversas informais e por ter feito um tour no Masonic Temple, mas não sei mais do que qualquer outro curioso que pesquise no Google.

Crédito: Érica Brasilino

O memorial está aberto para visitação para matar a nossa curiosidade de segunda a sexta das 9am as 5pm. Fecha em feriados nacionais. Há tours guiados com duração de uma hora ao longo do dia, que explica a história da maçonaria e de Washington DC, você pode acessar o link para informações sobre os tours aqui. O fim do tour acontece no observation deck no 9 andar de onde é possível ver DC do alto. Se você é um curioso por história de comunidades secretas, vale a pena conhecer.

Crédito: Érica Brasilino

Não há código de vestimenta para o tour, mas lembre-se que toda a visita será em inglês.

 

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Newseum – Museu da Notícia

31 de Março de 2017

O post de hoje é sobre um dos museus mais interessantes de Washington, o Newseum – Museu da Notícia (tradução livre), que está localizado perto do National Mall e do Capitólio.    O Newseum é um museu digital que defende a liberdade de expressão e de imprensa, e procura mostrar através de exibições, como a mídia livre é capaz de ajudar a escrever a história da humanidade.


Localizado na 555 Pennsylvania Avenue, o Newseum é um dos únicos museus pagos da cidade. A entrada custa U$21 porém, você tem direito a dois dias seguidos de acesso com uma entrada. Caso não consiga ver todo o museu num dia, poderá voltar no outro de graça para finalizar o seu passeio. Visitei o museu um pouco antes de mudar de DC e confesso que deveria ter ido lá mais vezes mesmo sendo pago. O museu teve um impacto muito grande sob a minha perspectiva/idéia sobre a cultura americana e como eles tratam a liberdade de expressão (mesmo ultimamente ela tendo passado por alguns “challenges” por lá).

Logo na entrada do museu todos os dias são expostas as manchetes dos principais jornais do mundo inteiro. Essa exibição é gratuita e pode ser vista por quem passa pela calçada. Uma ótima maneira de se manter informado seja você de onde for.

Eles tem várias exibições entre fixas e temporárias. As que eu mais gostei foram:

Pulitzer Prize Photographs Gallery: Nessa exibição você pode ver as fotos ganhadoras do maior prêmio jornalístico do mundo. A foto que mais impressionou e que eu já conhecia a história por trás da foto é a Starving Child and Vulture do fotógrafo Kevin Carter de 1993. Quando fiz aulas de fotografia, essa foto foi tema de uma das minhas aulas e sempre me assombrou. Ver a original exposta no museu foi impressionante. Caso tenha curiosidade sobre a foto e o autor, você pode ler mais sobre a obra aqui.

NBC News Interactive Newsroom: Nessa exibição você escolhe se será um apresentador de telejornal ou repórter e grava num estúdio de verdade uma matéria de 4 minutos que pode ser sobre futebol americano, previsão do tempo ou uma entrevista em estúdio. Fiquei sentada assistindo vários alunos brincarem de repórter e achei bem bacana.

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Journalists Memorial: Um painel gigantesco com o nome de jornalistas que morreram no mundo apenas por perguntar algo que não deveria ser perguntado ou por escrever um artigo que não deveria ser publicado. Vi neste mural o nome do Tim Lopes, jornalista da Rede Globo assassinado por traficantes no Rio de Janeiro. Você pode acessar a informação que está no mural neste link interativo.

Berlin Wall Gallery: Uma das mais interessantes exibições do museu, lá você pode ver ao vivo e a cores um fragmento do Muro de Berlin e uma das torres de observação em tamanho real. É impactante ficar em pé em frente ao muro que dividiu um país por tantos anos e fez tantas pessoas sofrerem. Imaginar a separação entre famílias e amigos é muito forte.


9/11 Gallery Sponsored by Comcast: A galeria mais impactante de todas pra mim, talvez porque eu lembre mais vivamente do dia do ataque de 11 de Setembro do que da queda do Muro de Berlim, nessa exibição você tem acesso a informações de como as redes de televisão e os fotógrafos nos EUA reagiram ao ataque ás Torres Gêmeas. Entrevistas em primeira pessoa fazem você se emocionar com os relatos de quem estava naquele dia fatídico tentando contar ao mundo o terror que assolou NYC. Neste link aqui você pode assistir a uma das várias entrevistas em exposição no Newseum. Impossível não chorar nesta parte do museu.

Você também pode visitar o terraço do museu e ter uma vista fantástica dó Capitólio e da National Gallery of Art. É de tirar o fôlego.

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Este é um dos lugares em DC que você tem que visitar. Mesmo sendo pago, acho válida a afirmação americana de que o direito de expressão é um dos mais importantes e isso tem impacto diretamente com tudo o que está acontecendo no mundo atualmente. Ter acesso á informação não apenas é um direito do cidadão mas também é dever do Estado. Por morar num local onde as pessoas não conseguem exercer este direito, hoje vejo como sou sortuda de ser nacional de um país que apesar de todos os problemas, as pessoas se expressam e conseguem unidas mudar a história de alguma maneira.

Caso você visite o Newseum ou tenha mais perguntas a respeito, deixa uma mensagem nos comentários,

Até o próximo post. =0)

 

 

 

 

 

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Shenandoah National Park

28 de Março de 2017

A primeira vez que eu ouvi falar do Shenandoah National Park, foi numa foto no perfil do Facebook de uma conhecida. Ela tirou uma foto tão magnífica das árvores alaranjadas no outono americano que eu fiquei enlouquecida e fui pesquisar a respeito. Passamos oito meses em DC e eu sabia que não estaríamos lá para ver a mudança na vegetação, porém por tudo o que eu pesquisava a respeito, valia muito a pena visitar o parque mesmo assim.

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Shenandoah fica no estado da Virgínia e foi estabelecido em 1935. Uma viagem de 40 minutos de carro partindo de Washington e você já está na entrada norte do parque. Ele é famoso por ter sido habitado pelos colonizadores e índios americanos. Hoje há uma variedade de atividades que você pode fazer no parque como caminhadas, trilhas, acampar, andar a cavalo…

Quando visitamos Shenandoah optamos por seguir a Skyline Drive. Basicamente é a rodovia que corta o parque de norte a sul com 169 quilômetros de extensão. Ao longo da estrada você pode apreciar a natureza, a fauna, flora e consegue acessar inúmeras trilhas entre elas a mais famosa de todas a Appalachian Trail. Como na mesma rota carros dividem espaço com pessoas a cavalo, motos, bicicletas e afins, deve-se manter uma velocidade baixa durante todo o percurso. Por essa mesma rota é possível acessar o Visitor’s Center, a área de acampamento e também os resorts que estão localizados dentro do parque caso você decida pernoitar por lá. Como morávamos relativamente perto voltamos no final da tarde pra casa.

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Este é um passeio para quem curte a natureza, quem curte dirigir por lugares verdes e ouvir apenas o som dos pássaros. Aconselho a tirar um dia para fazer sem pressa. No dia da nossa visita, fomos agraciados com a visão de um urso e.n.o.r.m.e bem na nossa frente. Eu tremia tanto que não sei como consegui tirar foto dele. Eu estava com a cara enterrada na câmera quando o carro parou abruptamente e senti o braço do meu marido me segurando. Ele falou com a maior calma do mundo: “não grite e não faça movimentos bruscos”. De repente lá estava ele, enorme, marrom e imponente bem na frente do nosso carro. Ele atravessou a rodovia com a maior calma do mundo. Tivemos muita sorte pois ele atravessou bem devagar e todos os outros carros atrás de nós não entendiam porque tínhamos parado de repente e quando finalmente se deram conta, ele já estava entrando na mata outra vez. Como foi na época daquele filme O Regresso do Leonardo di Caprio meu maior medo era que ele viesse na nossa direção e nos atacasse. Mas pelo visto ele já esta mais habituado a humanos do que nós a eles.

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Após nosso encontro com o Zé Colméia (hahaha), continuamos dirigindo pelo parque e vimos uma coruja sensacional voar bem a nossa frente. Já era por volta de 5 da tarde e já ia começar a escurecer. Ficamos impressionados pois não é sempre que você vê corujas assim em plena luz do dia voando baixo. Essa não tive tempo de tirar foto (infelizmente).

Nós gostamos muito dos parques nacionais nos EUA, eles são sempre lindos para visitar e entrar em contato com a natureza. Aqui na África sentimos muita falta de poder dirigir ou caminhar por um lugar calmo, bonito e preservado. Acho que neste aspecto os EUA são sensacionais pois tem lugares magníficos onde você não precisa gastar nada para se divertir.

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Nós temos uma lista que inclui o Zyon e o Yosemite para visitar nas próximas idas para lá. Na Flórida já andamos de moto por dentro do Everglades tanto em dia de sol como num dia de tempestade absurda (será tópico para um outro post futuro).

Caso você tenha curiosidade você pode verificar o site oficial do Shenandoah National Park clicando aqui. Lá você terá todas as informações para poder planejar melhor a sua visita.

E você, conhece algum national park por lá que vale a pena a visita? Compartilha comigo.

Ate o proximo post  =0)

 

 

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DEA Museum – Museu da Narcóticos

21 de Março de 2017

E quem diria que há um museum fora da área metropolitana de DC totalmente dedicado ao DEA (Drug Enforcement Administration) ou se você preferir a Narcóticos. Pois sim e hoje falo sobre ele.

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Credito: http://www.deamuseum.org

Localizado na Virgínia na estação de metro Pentagon City este museu e rico em informações sobre o efeito das drogas nos seres humanos e a luta do DEA contra o trafico de drogas nos EUA. O museu não atrai 1/20 dos visitantes que se acotovelam no Smithsonian no National Mall, mas é uma jóia escondida para quem gosta de informações e adora visitar lugares que a maioria das pessoas não visitam.

A exibição mostra o inicio do consumo de drogas desde a antiguidade quando o opium era inalado pela burguesia, passa pela plantação de coca na China, ate os dias de Pablo Escobar e a atualidade. Há também uma coleção incrível de objetos que já foram utilizados para esconder e traficar. Você também pode ver alguns objetivos extremamente caros e de luxo que foram confiscados pela policia de traficantes famosos como o El Chapo. O museu também traça uma linha do tempo sobre as drogas mais utilizadas em cada época como morfina, cocaína, psicodélicos, heroína e maconha.

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Credito: http://www.deamuseum.org

Confesso que a parte que mais me chocou foi a que fala sobre a Coca Cola que no inicio era um remédio e acabou se tornando uma bebida. Por isso tantas pessoas são viciadas no refrigerante no mundo hoje. Uma das exibições também fala sobre o abuso no uso de drogas prescritas e controladas (como a que levou a morte o cantor Michael Jackson). Há também um display chocante com mugshots (fotos de pessoas reais que foram fichadas pela policia) em vários estágios do vicio. E de cortar o coração

Se você ficou interessado o DEA Museum funciona de terça a sexta das 10:00 as 16:00. Fecha em todos os feriados federais. Desça na estação Pentagon City, suba as escadas rolantes e pegue a saída a sua direita. Você estará de frente ao Pentagon City Mall (do outro lado da rua). O museu esta dentro do prédio do DEA a sua direita.

E você já visitou ou planeja visitar o DEA Museum? Compartilha como a sua experiência

Ate o próximo post  =0)

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Theodore Roosevelt Island

03 de Março de 2017

 

Hoje falo sobre essa ilha/monumento localizada no Rio Potomac que divide os estados da Virgínia e Washington. Como morávamos na Virginia a 10 minutos de carro de Washington, todas as vezes que íamos a capital tínhamos que passar por uma das varias pontes que ligam um estado ao outro e uma das pontes e o acesso de entrada a ilha que ganhou este nome em homenagem  ao 24 presidente dos EUA. O interessante e que geograficamente a ilha faz parte do Distrito de Columbia D.C mas só pode ser acessada pelo estado da Virginia… coisas da geografia. A estação de metro mais próxima e a Rosslyn.

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Credito: Erica Brasilino

O parque e ótimo para caminhar, correr e levar seu cachorro de estimação para esticar as pernas. No verão escaldante de DC e uma delicia caminhar por entre bosques e arvores enormes que estao por todos os lados. O único porem e que a ilha esta exatamente na rota do aeroporto nacional Ronald Reagan então sua caminhada será acompanhada de aviões voando baixo sobre a sua cabeça a cada 3 minutos. Se isso não for um empecilho para você, aproveite.

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Credito: Erica Brasilino

 

O parque e aberto das 6am as 10pm porem no inverno em DC por volta de 4 da tarde já esta escurecendo, e como o parque e totalmente circulado por agua nos meses mais frios e muito incomodo (pelo menos para a brasileira aqui) praticar exercícios por lá. Eu não aconselho. Entre outubro e abril o banheiro da ilha e fechado para o publico por conta do inverno, mas eles disponibilizam banheiros químicos.

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Credito: Erica Brasilino

O parque oferece 3 trilhas e pessoas iniciantes conseguem realizar as três sem nenhum problema. Em duas horas no máximo e possível cobrir toda a extensão da ilha a pé

No mês de outubro eles oferecem uma programação especial por conta do aniversario do senhor Theodore Roosevelt e varias atividades são oferecidas por park rangers. Você pode acessar o calendário deles neste site aqui.

De uma das partes da ilha e possível ver o Washington Harbor do outro lado do rio.

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Credito: Erica Brasilino

E você conhece ou planeja visitar a Theodore Roosevelt Island? Deixe suas impressões nos comentários abaixo.

Ate o próximo post  =0)

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Por Érica Brasilino

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Arlington National Cemetery

24 de Fevereiro de 2017

 

Nenhuma visita a DC e completa sem uma parada obrigatória no Cemitério Nacional de Arlington, o cemitério militar mais famoso dos EUA. Aberto na época da Guerra Civil americana, ele e conhecido por ser o lar eterno de mais de 400 mil veteranos (e contando). Entre as personalidades que lá foram enterradas com honras militares estão o ex presidente e ex primeira dama John Kennedy e Jacqueline Kennedy Onassis, o ex senador Robert Kennedy e há uma tumba simbólica para os integrantes da espaçonave Challenger que explodiu em janeiro de 1986 ao vivo perante os olhos incrédulos de milhares de pessoas ao redor do mundo que acompanhavam pela TV a missão. Se quiser mais informações sobre esse fato clique aqui (em inglês).

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Credito: Erica Brasilino

Você pode pensar que visitar um cemitério e algo macabro ou tenebroso. Tem sim seu lado melancólico, mas o tour e tão rico em informações que vale a pena. O cemitério foi palco da primeira comemoração do feriado americano do Memorial Day em maio de 1868 dando inicio a tradição de relembrar aqueles que morreram em combate (tão patriótico). O cemitério e famoso por ser o único que tem representantes de todas as guerras que os EUA já participaram. Ha também os restos mortais de 3 inimigos americanos (dois italianos e um alemão) que faleceram na região metropolitana de Washington durante seu cativeiro. Como a convenção de Genebra impõe a obrigatoriedade de serviço funeral para presos de guerra, Arlington por ser o cemitério mais próximo de onde eles vieram a óbito acabou sendo o local onde o enterro foi realizado. Ha também pelo menos 4000 escravos livres enterrados na sessão 27 do cemitério com a nomenclatura “citizen”. Todos eles moravam ao redor do terreno que hoje e o cemitério, uma vez que essa região era conhecida por ser uma terra onde todos podiam ser livres. Durante o período de transição no final da era escravocrata, os escravos que conseguiam sua liberdade construíram sua vida nessa região.

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Credito: Erica Brasilino

O cemitério pode ser visitado a pé (não aconselho) ou com o tour (pago). O tour a pé você andara (muito) entre milhares de tumbas sem saber quem foram algumas daquelas pessoas. Já com o tour, o guia (em inglês) mostra exatamente por qual sessão do cemitério você esta passando, quem esta enterrado ali e também conta historias bem interessantes sobre algumas das personalidades famosas na historia americana. Evite visitar durante o feriado de Memorial Day ou Veterans Day, e absolutamente lotado.

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Credito: Erica Brasilino

Dentro do cemitério há um anfiteatro em estilo grego romano onde todos os anos e celebrado o feriado do Memorial Day. Ha também a famosa troca da guarda na tumba do soldado desconhecido onde um representante sem identificação das três maiores guerras (Vietnã, I Guerra e II Guerra Mundial) estão enterrados. A solenidade e bem tocante. E ao lado da tumba do senhor John Kennedy Jr. ha a famosa chama eterna que (diz a lenda) nunca se apaga.

Você pode acessar o cemitério atravessando a ponte atrás do Lincoln Memorial se estiver vindo pelo National Mall e tiver muito no pique de continuar perdendo calorias, a vista e deslumbrante. Se preferir pegue um taxi ou um Uber por U$4 (preço de agosto/2016). A entrada do cemitério custa U$13.50 para adultos, metade para crianças, e U$10 para idosos. Militares e veteranos que comparecerem uniformizados a entrada e grátis ou U$6,75 para adultos e metade do valor para crianças de militares. O cemitério e o único local em DC que esta aberto 365 dias no ano. A troca da guarda acontece a cada hora cheia (1:00, 2:00, etc.) de outubro a marco e a cada meia hora (1:30, 2:00) de abril a setembro. Durante outubro a marco o cemiterio esta aberto das 8am as 5pm e de abril a setembro das 8am as 7pm.

Nota: No Memorial Day, marines colocam uma bandeira dos EUA em CADA UMA das mais de 400 000 tumbas. Impressive.

E voce ja visitou ou planeja visitar o Arlington National Cemetery? Compartilha comigo a sua experiencia.

Ate o proximo post  =0)

 

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Por Érica Brasilino

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EUA O que fazer em Washington DC Washington

Islamic Center de Washington DC

21 de Fevereiro de 2017

Localizada na Avenida Massachusetts o Islamic Center of Washington e uma mesquita e um centro cultural que pode ser visitado por turistas e curiosos sobre o mundo islâmico. O centro foi construído em 1948 apos o falecimento do embaixador da Turquia. Como não haviam locais apropriados na cidade para realizar o seu funeral a comunidade decidiu que precisavam de um local para celebrar a fé muçulmana. O dinheiro para a obra foi captado pelo embaixador do Egito nos EUA senhor Kamil Abdul Rahim.

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Credito: Erica Brasilino

Após os ataques de 11 de setembro o então presidente George W Bush visitou pessoalmente a mesquita para assegurar aos cidadãos americanos que o povo muçulmano e um povo de paz.

Além da mesquita o prédio tem uma vasta biblioteca e salas de aula onde sao ministrados cursos sobre o Islã e do idioma Árabe. Eles também oferecem vários serviços a comunidade local como ensinamentos para aquele que gostaria de se converter ao islamismo, casamentos, aconselhamento matrimonial, doações de roupas e comidas para os necessitados entre outros. Para acessar a lista completa de serviços oferecidos acesse o link.

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Credito: Erica Brasilino

Como sempre dirigíamos pela região tínhamos muita curiosidade sobre o centro e descobrimos que a Eventbrite oferece o tour. Pagamos U$20 por pessoa e agendamos para um sábado. Durante o tour e solicitado que as mulheres cubram a cabeça ao entrar na área principal da mesquita e todos devem entrar descalços. Braços e pernas devem estar totalmente cobertos para a visitação. Eles explicaram os princípios do Quoran e Ala para a comunidade muçulmana e responderam as mais diversas perguntas. Após o tour foi oferecido um café da manha onde pudemos interagir com pessoas da comunidade local. Foi bem interessante. Lembrando que não é um tour onde eles tentam converter as pessoas e sim responder perguntas e curiosidades que todos temos a respeito. Acredito que mesmo sendo pago considerando a atual situação no mundo, qualquer tipo de conhecimento a respeito do assunto e valido.

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Credito: Ezio Veloso

E você já visitou ou tem curiosidade em visitar um centro islâmico? Caso tenha visitado compartilhe suas impressões nos comentários.

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Por Érica Brasilino

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EUA O que fazer em Washington DC Washington

USNO – Observatório Naval dos EUA

17 de Fevereiro de 2017

 

Um dos locais que visitamos enquanto morávamos em DC foi o Observatório Naval. Além de ser a residência oficial do vice-presidente americano também e uma das agencias cientificas mais antigas do pais. E um dos poucos observatórios no mundo localizados dentro de uma área urbana. Vale citar que ele foi construído na época longe do que era considerado a cidade e com o passar do tempo Washington foi crescendo e chegou ao patamar que e hoje. Mas o que fazer e como agendar a visita a este lugar?

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Credito: Erica Brasilino

IMPORTANTE: O USNO e uma facilidade militar. Dito isso tenha em mente que eles podem cancelar a visitar a qualquer momento por qualquer motivo, inclusive no mesmo dia da sua visita (short notice). Não agende uma visita a Washington apenas para este tour. Dito isso vamos ao que interessa. Acesse o site e leia cuidadosamente as informações (infelizmente o site esta totalmente em inglês). Mas adianto para vocês que as visitas acontecem duas segundas feiras por mês das 19:30 as 21:30. Uma pessoa pode agendar um grupo de ate 20 pessoas. Apos submeter o formulário eles entrarão em contato com você confirmando se sua solicitação será atendida.

No dia da visita o que esperar do tour?

Chegue meia hora antes para poder fazer o check in na portaria. A entrada do USNO esta ao lado da Embaixada da Nova Zelândia. E bem fácil encontrar ela pelo Google Maps. Não é permitido estacionar dentro da facilidade militar, mas há estacionamento na rua em frente ao prédio e a rua e bem sossegada e com militares fazendo a segurança da residência do Vice-Presidente, então vá tranquilo. Militares solicitarão o seu passaporte (estrangeiros) ou documento de identificação simples com foto se você for americano, para confirmação de identidade e após permitirem a sua entrada você será escaneado (muito semelhante ao check in de segurança dos aeroportos). O prédio e uma instalação militar antiga então não ha rampas de acesso para pessoas com mobilidade reduzida. Tenha isso em mente ao agendar o tour pois no final dele apos as 21:30 da noite você terá que caminhar dentro da base de volta ao estacionamento e no escuro.

Mas o que é este tour anyway?

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Credito: Erica Brasilino

O tour começa com uma apresentação (chaterrima) sobre a missão e historia do Observatório Naval (nos quase imploramos para o homem parar de falar, ninguém aguentava mais), eles explicam sobre as responsabilidades do departamento de tempo e a historia de como começou a ser contabilizado o tempo com precisão. Talvez se o cientista fosse um pouco mais lúdico a apresentação seria legal, mas foi apenas monótona. E por fim vem a parte que todo mundo anseia no tour, se o céu estiver “aberto” sem nebulosidade você e levado para o prédio morro acima onde esta localizado o telescópio histórico de 1895 com direito a um astrônomo para explicar o que você exatamente esta olhando. Essa parte do tour e taoooooooo legal que faz valer a pena ir neste tour mesmo o inicio sendo super enfadonho. Pegamos uma linda noite de verão em julho e fomos presenteados com uma vista espetacular da lua, Vênus, Mercúrio e Saturno e seus anéis.

No caminho de volta ao estacionamento no final do tour avistamos uma família de veados pela propriedade. Encantador.

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Credito: Erica Brasilino

E você curte astronomia? Já fez ou planeja fazer este tour? Compartilha comigo nos comentários abaixo.

Ate o próximo post  =0)

 

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Por Érica Brasilino

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