Categoria: Viagens

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C&O Canal Towpath

20 de setembro de 2016

O Chesapeake and Ohio Canal era uma rota marítima de aproximadamente 297 quilômetros que interligava a cidade de Washington D.C até Cumberland no estado vizinho de Maryland pelo Rio Potomac. O canal era a rota principal de cargas de carvão entre as duas cidades e foi construído entre 1828 e 1850. Ela foi utilizado até meados de 1924. Em 1954 o juiz da Suprema Corte William O. Douglas organizou uma caminhada de 8 dias pela trilha do canal, para provar que ela poderia ser utilizada como um parque para atividades ao ar livre ao invés de se tornar uma nova rodovia como estava nos planos do governo. Seus esforços não foram em vão e em 1971 o canal passou a ser parte do National Historic Park.

Durante o tempo em que moramos em Washington sempre pensei em fazer a trilha do C&O Canal. Mas ouvia dos locais que eu tinha que estar com o físico preparado para isso, pois ela é extremamente longa e cansativa. Como nossas bicicletas não estavam disponíveis e as de aluguel do D.C Bike Share não eram confortáveis para longas distâncias, sempre adiávamos a ideia e acabou que partimos de D.C para o Togo e nunca fizemos a trilha. Porém passeamos por ela perto da M Str no bairro fino, elegante e chique de Georgetown. E o pouco que vimos dessa trilha imensa já nos deixou encantados.

Se você decidir passear pela M St ou pela Georgetown Waterfront Park há varias entradinhas para o Canal. Essa da foto acima encontramos por acaso enquanto procurávamos um local para estacionar. Ja aviso que estacionar nessa região é um exercício de paciência. Se puder vá de taxi, Uber ou transporte público. Neste ponto haviam fotógrafos profissionais tirando fotos bucólicas lindíssimas e claro que me aproveitei de um deles para tirar umas fotos. Apesar de não ter levado minha DSRL Canon neste dia, um profissional sempre será um ótimo fotógrafo com qualquer câmera.

Não caminhamos muito pelo Canal uma vez que tínhamos acabado de sair de uma peça de teatro e não estávamos vestidos apropriadamente para praticar exercícios. Mas o canal continua na minha lista de must do’s de quando retornarmos a D.C.

Este blog aqui tem informações valiosas caso você planeje fazer a trilha caminhando, correndo ou de bicicleta. Boa leitura e boa sorte.

Caso você visite ou já tenha visitado o C&O Canal deixe seus comentários abaixo.

Ate o próximo post  =D

 

 

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Por Érica Brasilino

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Tour do Departamento de Estado – State Department Tour

16 de setembro de 2016

E após trabalhar por quase 9 anos para o Departamento de Estado Americano em São Paulo como uma funcionária local, eu tive a chance de visitar a sede do poder diplomático em Washington. Nunca tive a chance de visitar como funcionária, porém visitei como turista.

Na verdade eu nem sabia que era possível visitar o Departamento de Estado. E fiquei surpresa ao descobrir no guia da Lonely Planet sobre o tour. Você pode agendar o tour neste link aqui. As visitas são oferecidas diariamente, de segunda a sexta feira as 9:30, 10:30 ou 14:45.

Mas o que esperar do tour?

Este é um tour de obras de arte. Dito isso tenha em mente que crianças menores de 12 anos são desencorajadas de participarem do tour no próprio site do Departamento de Estado. Elas podem ficar bem entediadas (verdade seja dita, vi alguns adultos bocejando).

Voce verá o Diplomatic Reception Rooms e muita mobília antiga. Arquitetos, projetistas e amantes de antiguidades terão prazer em dobro se fizerem este tour. Basicamente eles mostram peças originais que foram usadas por Benjamin Franklin, Thomas Jefferson e vários secretários de estado ao longo dos anos.

Também visitará a Reception Room onde ocorrem vários jantares importantes, assinaturas de tratados, recepções de dignatários, formatura de diplomatas, etc. Para quem como eu trabalhou para eles por vários anos e entende sobre o governo, é um tour bem interessante. É algo que vale a pena desmarcar qualquer outra coisa para fazer? Não.

O prédio é super seguro, então você passará por uma inspeção de segurança mais rígida do que as dos museus. Eu já estou habituada, então pra mim não foi problema algum. E também, dois guardas acompanham o grupo o tempo todo. Ao final do tour eles levam os turistas pelo hall onde há bandeiras de todos os países do mundo que tem relações diplomáticas com os EUA. Vi a bandeira de Cuba, o último país a reatar relações com os americanos hasteada lá, mas claro que a que me deixou mais feliz foi a Brasil.

O State Department está localizado na 23rd St, e pode ser acessado pela estação Foggy Bottom do metrô.

Se você planeja visitar ou já fez o tour, deixe sua opinião nos comentários abaixo.

Ate o próximo post  =D

 

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Por Érica Brasilino

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Kennedy Center for the Perfoming Arts

13 de setembro de 2016

O Kennedy Center é o coração cultural de Washington. Aberto em setembro de 71 para homenagear o presidente John Kennedy o centro oferece cerca de 2 mil apresentações por ano (várias delas grátis). Entre as apresentações você pode ver peças de teatro, companhias de dança, concertos de jazz, ópera e milhares de outras apresentações.

Localizado à margem do Rio Potomac o centro tem uma vista privilegiada de D.C e do estado vizinho da Virgínia.

O centro pode ser visto de várias partes de DC mas uma das minhas vistas favoritas é essa acima, de quando fizemos um tour de barco pelo Rio Potomac (falarei sobre este tour num outro post).

No site do centro você pode verificar a programação e se organizar caso tenha algo interessante durante sua visita a D.C. Durante estes meses por aqui, vimos uma apresentação de Ballet russo chamada Juliet and Romeo. Confesso que não curti muito não… mas o bacana de ir neste tipo de evento é o acontecimento em si e muitas vezes não a apresentação. Eu nunca tinha ido numa apresentação de ballet. Me senti finalmente adulta pois só tinham pessoas mais velhas do que eu na audiência. No momento está em cartaz o Fantasma da Ópera, mas infelizmente não teremos tempo de assistir. A programação completa você pode acessar clicando aqui.

O centro oferece todos os dias às 6 da tarde um evento gratuito. Porém é aconselhável ir cedo durante o dia para pegar tickets para o evento pois eles se esgotam rapidamente. Como cada dia é um espetáculo diferente, fique de olho na agenda cultural deles ou ná página deles do Facebook.

Caso você não esteja interessado em nenhum destes eventos, vá para tirar fotos. O centro é lindíssimo e a vista do terraço é simplesmente uma das mais lindas de D.C.

A foto abaixo foi tirada do terraço, podemos ver o Rio Potomac,  a marina e o bairro de Georgetown do lado direito (um dos bairros mais caros de D.C e futura vizinhança do presidente Obama) e a Theodore Roosevelt Island no lado esquerdo.

E na foto abaixo outra vista do terraço do Kennedy Center: Lincoln e Washington Monuments no horizonte.

O centro oferece tours gratuitos diariamente, onde eles falam sobre a vida e a importância do presidente John F. Kennedy Jr. para os EUA, como foi fundado o centro e outras curiosidades sobre um dos presidentes mais importantes da história americana. Os tours não precisam ser agendados, é só comparecer ao balcão de informações. Eles acontecem todos os dias de dez em dez minutos.

O Kennedy Center está aberto todos os dias das 10am as 5pm e a entrada e gratuita. Há vários shows grátis e pagos. Os preços variam de acordo com o tipo de show podendo chegar ate a U$300 por pessoa. Para visitar o terraço não precisa pagar nem agendar tour. A melhor forma para acessar o centro é pela estação de metrô Foggy Bottom. Há um ônibus do próprio centro que faz o traslado de 15 em 15 minutos, da estação para a entrada principal do centro. Apesar de ser super perto ele é meio chatinho de chegar, pois esta entre duas grandes rodovias.

Se visitar o Kennedy Center aproveite para dar uma olhadinha no prédio ao lado o complexo Watergate. Super famoso pelo caso Watergate da década de 70 que levou à queda do presidente Richard Nixon. Watergate também foi residência da famosa estagiária Monica Lewinsky aquela que deu sérios problemas para o presidente Bill Clinton por conta de um famoso encontro no salão oval da Casa Branca e do fatídico vestido azul.

Abaixo o complexo de residências e escritórios Watergate visto pelo Rio Potomac.

Caso você visite ou já tenha visitado o centro ou o Watergate deixe seus comentários na caixa abaixo.

Ate o próximo post =D

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Vizinhança da Casa Branca – Parte 2

09 de setembro de 2016

Continuando nosso passeio pela vizinhança da Casa Branca que começou neste post aqui, hoje falo sobre o que mais você pode ver uma vez que já esta nessa área da cidade.

 

Saindo da Renwick Gallery e descendo a 17th St em direção ao National Mall, pare em frente ao Corcoran Gallery of Art. O prédio por si só impressiona de tão bonito. Infelizmente a galeria de arte esta fechada neste momento (agosto/2016) mas você pode tirar fotos lindas do prédio pelo lado de fora.

Logo atrás do Corcoran você encontra o Octagon Museum. É um museu administrado pela associação de arquitetos de D.C e é uma casa tombada como National Historic Landmark. A casa foi construída em 1799 pelo primeiro arquiteto do Capitólio e hoje tem exibições que mostram a arquitetura e mobília da época em que foi construída.

Voltando para a 17th St, o próximo prédio suntuoso é o da American National Red Cross. Este prédio homenageia tanto as mulheres que serviram durante a Guerra Civil Americana e também é o quartel general de uma das organizações mais conhecidas no mundo. Para quem não sabe, a Cruz Vermelha é uma instituição humanitária que ajuda países necessitados ao redor do mundo após desastres de grandes proporções. Neste prédio há uma janela feita pelo filho do dono da joalheria Tiffany’s chamado Tiffany Window. Esta é a única janela feita por ele que esta em seu local original. Construída na época por U$10 mil dólares hoje não se fala em valores, porém especialistas acreditam que valem milhões de dólares.

O prédio ao lado da Red Cross é o DAR – Daughters of the American Revolution. Essa organização é basicamente destinada para descendentes de pessoas que lutaram pela independência americana. Para se associar, a pessoa deve ter no mínimo 18 anos de idade. Eles tem aproximadamente 180 mil membros associados pelos EUA e por todo o mundo. Essa associação era predominantemente branca, porém na década de 60 por conta da luta do movimento Civil Rights eles passaram a aceitar negros e qualquer outra minoria que comprovasse ser descendente de pessoas da época da revolução. O DAR é considerado o maior prédio do mundo dirigido apenas por mulheres. Tambem é considerado uma das maiores bibliotecas de árvore genealógica existente atualmente.

Siga caminhando para o próximo prédio em direção ao National Mall e você estará em frente ao Organization of American States. Essa organização reúne os países das Américas do Norte, Central e do Sul para promover a unificação, cooperação e a paz entres os países das Américas. Tentei visitar o museu deles que fica localizado na parte de trás do prédio, porém estava fechado para reformas. Tentei em março/2016, então não sei precisar se já está aberto ao público.

Seguindo à sua esquerda você estará em frente ao enorme gramado verde conhecido como Ellipse. O Ellipse geralmente é aberto ao público e sempre há várias atividades nele ao longo do ano. Porém a mais famosa para quem mora na cidade é a National Christmas Tree. É algo como a árvore de natal do Ibirapuera para nós de São Paulo. O Ellipse e simplesmente enorme e você pode ficar bem cansado se quiser caminhar por ele.

Se você tiver tempo para ver tudo isso vale a pena. Como eu moro aqui eu fiz em dias diferentes pois essas caminhadas podem ser bem cansativas. Claro que muitas vezes as pessoas não tem o tempo que eu tenho e cortam pela metade os passeios. Caso você passe rapidamente de carro/ônibus/táxi/Uber em frente a estes prédios já saberá do que se trata.

Eu não entrei em nenhum destes prédios – (atualização do dia 9 de Setembro ao revisar este texto) – entrei no American Red Cross no meu último dia antes de sair de D.C em Agosto. Vou fazer um post específico sobre como fazer um tour guiado por lá. Vou deixar os links de cada instituição abaixo e se você tiver tempo e curiosidade por alguma dessas instituições poderá se informar melhor.

Corcoran Gallery of Art: http://www.corcoran.org

Octagon Museum: http://architectsfoundation.org/preservation/

American National Red Cross: http://www.redcross.org/about-us/history/explore-our-history

Daughters of the American Revolution: http://www.dar.org/national-society/visitor-information/plan-your-visit

Organization of American States: http://www.oas.org/pt/default.asp (em português)

The Ellipse: https://www.nps.gov/whho/planyourvisit/explore-the-southern-trail.htm#CP_JUMP_2801867

Caso você tenha visitado algum destes locais ou planeje visitar, deixe seu comentário abaixo.

 

Até o próximo post  =D

 

 

 

 

 

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Por Érica Brasilino

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Documentação de Viagem Saindo do Brasil Viagens

O que é um passaporte?

02 de setembro de 2016

Se você esta começando a organizar a sua primeira viagem internacional e não sabe o que é ou para que serve um passaporte, este post é para você.

Passaporte é um documento oficial emitido no Brasil pela Polécia Federal e no exterior por representações diplomáticas brasileiras. Este documento identifica o cidadão brasileiro perante autoridades internacionais, e também é o documento onde os oficiais de outros países anotam as entradas e saídas dos brasileiros viajando internacionalmente. O passaporte também é necessário para carimbar/estampar os vistos de autorização de entrada em países que necessitem deste documento. Desde 2014 os passaportes brasileiros são válidos por 10 anos. Há algumas exceções como bebês que podem ter passaportes emitidos por apenas 1 ano. É sempre extremamente importante prestar atenção na data de validade do seu passaporte, pois muitas vezes pode se levar cerca de 30 dias para conseguir emitir um novo.

O passaporte brasileiro pode ser confeccionado em 6 cores diferentes e cada uma é para um tipo de situação:

Azul: Comum – Qualquer cidadão que se encontre em dia com suas obrigações eleitorais com o país pode solicitar o seu, sendo brasileiro nato ou naturalizado.

Verde: Oficial – Qualquer cidadão que necessite viajar oficialmente representando o Brasil a critério do Ministério das Relações Exteriores viaja utilizando um passaporte oficial (não é um passaporte diplomático).

Azul Celeste: Emergência – Qualquer cidadão que possa ter um passaporte comum mas comprovadamente não pode aguardar o prazo estipulado para a confecção de um comum, tem o direito de solicitar um passaporte de emergência. Geralmente ele tem validade de 1 ano e claro um número reduzido de páginas.

Marrom: Laissez-Passer – Cidadãos de países que não possuem relações diplomáticas com o Brasil ou que o Brasil ainda não reconheça como um país e que necessitem viajar para o Brasil podem solicitar este documento. Nacionais de Taiwan, Butão, Ilhas Comores e República Centro Africana são os beneficiados atualmente por este documento.

Vermelho: Diplomático – Representates oficiais do governo Brasileiro em outros países que trabalhem em missões diplomáticas como Embaixadas e Consulados são os portadores deste tipo de passaporte.

Amarelo: Passaporte destinado para asilados políticos no Brasil, cidadãos apátridas (sem nacionalidade), cidadãos refugiados acolhidos pelo Brasil e qualquer outro cidadão estrangeiro oficialmente registrado no Brasil que precise viajar para o exterior e depois retornar ao Brasil são as pessoas que tem direito a este passaporte.

 

Caso o cidadão brasileiro necessite viajar para algum dos países que fazem parte do Mercosul (Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela) não há a necessidade de ter passaporte. Apenas com a cédula do RG atualizada você já pode viajar tranquilamente. RG atual seria um que demonstre você como você é atualmente, caso seu RG seja de quando você tinha 5 anos e hoje você tem 18, muito dificilmente eles deixarão você embarcar. Para adultos no geral RG atual é o documento que tem menos de 10 anos de emissão.

 

Este post é apenas uma introdução sobre o que é o passaporte, pois muitas pessoas confundem este documento com o visto. No próximo post vou explicar como solicitar seu passaporte no Brasil.

Até lé  =D

 

 

 

 

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Vizinhança da Casa Branca

30 de agosto de 2016

Já que você decidiu visitar a Casa Branca, no post de hoje vou falar sobre o que mais você pode ver na vizinhança da casa mais famosa dos EUA.

 

Lafayette Square:

Praça localizada em frente a entrada norte da Casa Branca e famosa por aparecer em vários filmes e seriados. Tem várias estátuas de generais importantes  na história americana.

St Johns Episcopal Church:

Igreja localizada em frente a praça Lafayette e é a mais próxima da Casa Branca. Foi construída em 1815 e considerada a igreja dos presidentes. Por sua localização tão próxima ao centro do poder americano, todos os presidentes eleitos desde James Madison em 1816 já visitaram essa igreja pelo menos uma vez durante o mandato. Dizem que o presidente mais assíduo era Abraham Lincoln que durante a Guerra Civil frequentava todas as semanas. Se visitar, não esqueça de visitar o assento na “pew 58” sendo aquele o assento destinado aos presidentes.

Decatur House:

A casa construída em 1818 fica do lado direito da praça Lafayette se você estiver olhando para a Casa Branca. É uma das casas mais antigas de D.C e hoje abriga um mini museu. Por estar tão bem localizada, a casa servia de ponto de encontro de pessoas influentes no governo dos EUA.

Blair House:

Localizada na rua da Casa Branca, a Blair House é considerada o hotel mais exclusivo do mundo. Utilizada hoje como hospedagem para dignatários que visitam Washington D.C, no passado esse conjunto de quatro casas foi adquirido pelo governo americano para servir de residência para o Presidente e Vice-Presidente caso necessário. O prédio também é utilizado como residência oficial do novo presidente e vice-presidente, na semana que antecede o dia da posse deles uma vez que o presidente em exercício mora na Casa Branca até o dia da posse do presidente eleito. A casa também é utilizada pelas famílias de presidentes que falecem durante o período em que a Casa Branca oferece a eles homenagens antes do enterro de cada um. A casa também serve de “hotel” para visitas importantes. Alguns de seus hóspedes famosos: Rainha Elizabeth II, Vladimir Putin, Boris Yeltsin, Margaret Thatcher entre outros.

Renwick Gallery of the Smithsonian:

Ao lado do conjunto de casas Blair House está a galeria Renwick que faz parte do grupo Smithsonian. O prédio foi projetado para ser o primeiro museu de arte de Washington. Porém antes disso acontecer, o exército usou as instalações como seu quartel general durante a Guerra Civil de 1864 por sua localização estratégica próxima a Casa Branca. Em 1965 foi adquirido pelo grupo Smithsonian que decidiu utilizar o espaço exatamente da maneira que foi proposta inicialmente, como uma galeria de arte. O espaço é pequeno e você consegue visitar em no máximo 1 hora.

Acredito que em 5-6 horas você consiga fazer este roteiro com calma. Contando inclusive o tempo dentro de cada um destes locais (exceto a Blair House que não é permitida a entrada). Todos estes lugares são gratuitos. Porém, verifique nos sites oficiais se estarão abertos nas datas que você pretende visitar e os horários de visitação.

Lafayette Square: Praça pública aberta 24 horas por dia.

St John’s Episcopal Church: https://stjohns-dc.org

Decatur House: https://www.whitehousehistory.org/events/tour-the-historic-decatur-house

Blair House: http://www.blairhouse.org

Renwick Gallery of the Smithsonian: http://renwick.americanart.si.edu

Se você planeja visitar ou se já visitou estes lugares, deixe suas impressões nos comentários.

Até o próximo post =D

 

 

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Smithsonian National Museum of American History

26 de agosto de 2016

Hoje falo sobre o terceiro museu mais visitado de D.C, o Museu da História Americana. Eu nem sabia que ele existia até vir morar aqui. Quando comecei a pesquisar sobre os locais para passear me deparei com ele lá super importante no mapa do National Mall.

Ao entrar no Museu vindo do National Mall (ele tem duas entradas) você logo dá de cara com a bandeira dos EUA absurdamente enorme e atrás dela fica a primeira de todas que deu origem inclusive ao hino nacional do país. É bem bacana ver de perto o patriotismo dos visitantes e como eles colocam a mão no peito em reverência.

Você pode falar qualquer coisa do povo norte americano menos que eles não amam o país deles. Eles são extremamente patriotas e eu nunca tinha presenciado algo tão forte na minha vida – a não ser durante a Copa do Mundo no Brasil 🙂 (eu sei… não tem comparação). É um amor absurdo e agora entendo o porque tem tantos filmes que tratam sobre este tema.

Como não há uma sequência para ver as exposições neste museu, decidi começar do último andar (terceiro). Pelo menos no dia que eu fui, não havia tour guiado sendo oferecido.

Comecei minha visita pela exibição “Price of Freedom” que fala sobre o preço que a nação americana paga pela sua liberdade e como as guerras determinaram quem os EUA são hoje em dia. A exibição começa pela Guerra da Independência em 1775, passa pela Guerra Civil em 1861, Primeira Guerra Mundial em 1917, Segunda Guerra Mundial em 1941, Guerra Fria 1945, Guerra do Vietnã 1956 e os conflitos recentes que os EUA vem enfrentando.

Continuando neste andar tem uma exibição chamada “The American Presidency” que retrata a presidência dos EUA, viajando pela linha do tempo dos 44 presidentes americanos até hoje com objetos importantes de cada mandato, a era que cada presidente governou, suas dificuldades, etc. Tenho inclusive que voltar a este museu e ver se eles já atualizaram a exposição com algum item sobre o atual presidente Donald Trump.

Logo ao lado dessa exibição vem a minha favorita deste andar que se chama “First Ladies”. Essa exibição fala justamente sobre suas primeira-damas e como era a vida na época de cada uma delas, o que elas representavam para a sociedade, qual o papel de cada uma delas durante o mandato de seus maridos. Eu fiquei encantada com essa exposição. É uma viagem no tempo ver vestidos, objetos pessoais, como o referencial de beleza mudou com o passar dos anos, etc. Abaixo a toda poderosa Michelle Obama doando o vestido que usou na festa de posse do presidente Barack Obama.

No segundo andar que seria o andar de entrada pelo National Mall tem a exibição que mencionei no inicio do post a “Star-Spangled Banner” e também a exibição “American Stories” que mostra objetos importantes para a história do pais.

Já no primeiro andar a exposição mais interessante para mim é a “America on the Move” onde eles abordam a evolução dos transportes nos EUA. Entre os objetos expostos esta uma locomotiva de 199 toneladas modelo 1401 construída originalmente em 1926.

Este museu é enorme e também é considerado um dos mais importantes do grupo Smithsonian. Por eu ser casada com um americano e ouvir muitas coisas em casa sobre a história do país, para mim foi super interessante visitar o museu e entender um pouco mais a cabeça da minha família do lado daqui. Talvez você meu amigo que não seja americano ou não se importe tanto assim com a história dos caras, não passe tanto tempo neste museu como eu passei e talvez não o ache tão interessante.

Lembrando que o Smithsonian National Museum of American History abre das 10am às 5:30pm e também opera em horários especiais no verão americano até às 7:30 da noite. A estação de metrô mais próxima é a Federal Triangle e a sua entrada é livre.

Caso já tenha visitado ou planeje visitar este museu, comenta comigo abaixo as suas impressões,

Até o próximo post =D

 

 

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Por Érica Brasilino

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Como Visitar a Casa Branca?

23 de agosto de 2016

Nunca na minha vida eu iria imaginar que pudesse um dia visitar a Casa Branca. Muito menos que existisse um tour. Pois neste post, vou ensinar para vocês o caminho das pedras para visitar a casa mais famosa do mundo.

A Casa Branca é a residência oficial do presidente dos Estados Unidos da América. Situada na 1600 Pennsylvania Avenue exatamente no centro do National Mall, bem em frente ao Washington Monument. A Casa Branca levou 8 anos para ser construída e o primeiro presidente a se mudar para lá foi John Adams em 1800. Dá para acreditar que naquela época qualquer cidadão podia simplesmente subir as escadas e bater na porta da frente e pedir para falar com o presidente?

Outra curiosidade é que não existe entrada dos fundos. Ela tem duas entradas: a North e a South. Tudo isso porque dependendo do que estiver acontecendo na região, eles decidem qual a melhor entrada para ser utilizada e assim evita que algum dignatário pense que foi recebido pela porta dos fundos.

O entorno da Casa Branca é totalmente patrulhado pelo U.S Secret Service e pela Park Police (uma vez que a área verde em D.C é administrada pelo National Park Administration). Pode acontecer de quando você visitar a cidade, a entrada virada para o Norte esteja fechada. Dai você tem de dar a volta pelo quarteirão e ver a casa pelo lado Sul que é o lado da foto acima. Este lado é o mais longe entre a casa e a cerca, a câmera estava no zoom máximo quando tirei a foto. A foto abaixo já é da entrada Norte, em frente ao Lafayette Square. Deste lado já não é mais possível chegar perto da cerca.

A grande maioria das pessoas quando vai a DC só vê a Casa Branca por fora. Como tínhamos bastante tempo de transição em Washington, consegui agendar o tour.

Se você não tem a cidadania americana, para agendar o tour é preciso contactar a Embaixada do seu país de origem (de acordo com o site oficial da Casa Branca). Liguei para a Embaixada do Brasil aqui em DC e eles me informaram que desde os atentados do 11 de Setembro, os tours para estrangeiros estavam cancelados e que eles não tinham autorização para agendar, mesmo essa informação constando no site oficial do governo americano (link aqui).

Caso você seja residente legal em algum estado norte americano, mesmo não tendo a cidadania americana é possível solicitar o tour. Neste caso você deve contactar o escritório do Senador responsável pelo o seu estado e seguir as indicações dele. Cada um trabalha de uma maneira, alguns você pode solicitar por e mail, outros há sites onde você pode preencher a solicitação.

Como moramos na Virgínia, solicitei pelo site do senador Kaine (coincidência ou não ele era o candidato confirmado a vice da candidata Hillary Clinton pelo partido democrata nas eleições presidenciais do ano passado). No site dele estava tudo muito bem organizado e explicado bem certinho. Solicitei e cerca de 2 meses depois recebemos a confirmação do tour. Eu já tinha até esquecido, quando recebemos um ok. Devo confessar que o time do senador que tratou comigo por e mail foi de uma atenção absurda.

No dia que eu recebi a confirmação meu coração pulou. Tem noção do que é receber uma confirmação para visitar a casa onde mora o casal mais poderoso da atualidade? Sou super fã dos Obamas e fiquei muito honrada quando eles aprovaram minha solicitação. (Abafa o caso… muita coisa mudou em um ano e por respeito ao trabalho do meu esposo não darei opiniões políticas por aqui)!

No e mail de confirmação para o tour, há instruções do que pode e não pode levar no dia. Nada de malas enormes, eletrônicos, etc. Você pode portar câmeras e celulares, mas não pode tirar fotos de como é feito o screen de segurança. Após passar pelos 3 check points, o uso do celular é permitido.

Enfim no dia do tour compareça com 15-30 minutos de antecedência na 15th Street com a Hamilton Place. É a entrada lateral para toda a área da Casa Branca. Leve seu passaporte caso não seja americano e o Boarding Pass que eles enviam no email de confirmação impresso. Somente as pessoas autorizadas no email podem entrar.

O tour é auto explicativo (self guided), e você verá as salas oficiais que foram utilizadas como escritório pelos diversos presidentes que moraram lá ao longo dos anos (antes da construção do anexo chamado de West Wing). Também é possível visitar uma das salas de festas oficiais e a sala de jantar oficial que é utilizada até hoje. Você não terá acesso a nenhuma área de escritório ou sequer chegará perto de nenhum membro da First Family. Tem agentes do Serviço Secreto espalhados por todos os lados, mas nem adianta perguntar muita coisa porque eles não são nada simpáticos (estão no modus operandi á trabalho) e alguns deles sabem menos do que os entusiastas por história que visitam o local. Aconselho que você leia a respeito antes ou visite o White House Visitor Center que está ao lado, praticamente na esquina na mesma rua no número 1450. Lá os curadores explicam tudo o que você quer saber e você pode acessar os totens eletrônicos disponíveis por lá que também tem tudo em detalhes. Foi o que eu fiz. Visitei o Visitor Center e depois fui a Casa Branca. Então eu já sabia o que esperar na verdade.

O tour em si tem duração de 45 a 75 minutos, mas vai depender mais de quanto tempo você levará para ver as fotos, quadros e prestar atenção em todos os detalhes. Incluindo toda a fila para entrar, passar pela segurança e afins. Se eu voltaria lá? Com certeza. Lembrando que você pode solicitar o tour com 90 dias de antecedência porém não menos de 21 dias. Os tours acontecem de terça a quinta das 7:30am as 11:30am. Às sextas e sábados das 7:30am a 1:30pm. Não preciso nem deixar claro que os tours podem ser cancelados a qualquer minuto sem a necessidade de que eles sejam reagendados. Ou seja… esteja preparado para tudo uma vez que é um prédio governamental.

Lembrando que a Casa Branca é mais fácil de ser acessada pela estação de metrô McPherson Square.

Caso você tenha feito o tour ou tenha alguma pergunta sobre como visitar me deixa um comentário.

*Post publicado em 23/08/2016 e atualizado em 22/10/2017

 

 

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Por Érica Brasilino

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Smithsonian Butterfly Habitat Garden

18 de agosto de 2016

Hoje falo sobre outro oásis escondido no National Mall que muita gente não dá atenção. O Butterfly Habitat Garden.

Este jardim fica super escondido ao lado do Museu de História Natural e ele tem duas entradas. Ele vai desde a Madison Drive até a Constitution Avenue. Neste jardim há vários tipos de plantas e flores e se você der sorte verá diferentes tipos de borboletas. Diferente da exposição do Pavilhão de Borboletas que esta acontecendo dentro do Museu de História Natural, aqui neste jardim você tem de dar a sorte de ver as borboletas. Já visitei este local algumas vezes e nunca vi uma borboleta por lá. Mas confesso que só visitei durante o frio e borboletas gostam mesmo é de calor. Acredito que se você for durante o verão tenha mais sorte do que eu.

Outro fato interessante é que a cada época do ano que você visitar, as plantas terão uma coloração diferente. No inverno elas estão secas e mortas, na primavera/verão um verde absurdo toma conta da vegetação por aqui e no outono as folhas começam a avermelhar até cair por completo. Em D.C você realmente consegue distinguir as quatro estações do ano.

Confesso que não gastei muito tempo neste jardim. Estava sempre ou muito frio ou muito quente todas as vezes que fui nessa parte do National Mall, então eu realmente não tive muita vontade de explorar. Vi fotos no Google lindíssimas. O que gostei quando passei por ele rapidamente, é que uma vez lá dentro a impressão que dá é que não estamos numa cidade grande pois a vegetação é linda e bem cuidada. Se passar por lá, dê uma olhada mesmo que rápida. Vale a pena.

Agora se você leitor for um entusiasta da jardinagem, o Instituto Smithsonian oferece tours guiados pelos jardins do grupo. Visite a página deles neste link aqui e veja como agendar um tour. Como não acontece todos os dias nem em todas as estações do ano, lá tem explicações de como agendar, número mínimo de pessoas, época do ano, etc. Neste site você também tem informações dos horários de cada jardim da instituição. Lembro que o site oficial deles é em inglês.

Caso você tenha visitado um dos jardins ou planeje visitar, comenta comigo o que achou,

Ate o próximo post =D

 

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Por Érica Brasilino

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Smithsonian National Museum of Natural History

16 de agosto de 2016

Hora de falar sobre o museu queridinho dos turistas, o museu que recebe 7 milhões de pessoas por ano. O famoso Museu de História Natural. Se você tem apenas um dia ou uma semana em Washington, com certeza ele está no topo da sua lista de lugares para ver.

Os números deste museu impressionam, ele é o terceiro museu mais visitado do mundo, o museu de história natural mais visitado do mundo e o museu mais visitado da América do Norte. Não é qualquer museu que segura estes números ano após ano.

Lá você pode ver plantas, animais, fôsseis, minerais, pedras, meteoritos, restos humanos e vários outros itens relacionados ao tema. Cerca de 200 cientistas trabalham atualmente no local.

O museu é enorme, então ao chegar eu aconselho que você pare no balcão de informações para pegar um mapa e se situar. Assim você saberá exatamente onde está e o que você quer ver. Eu subi até o último andar e fui descendo uma vez que o museu é separado por setores.

No segundo andar atualmente as exibições em andamento são: Bones, Live Insect Zoo, Korea Gallery, Mummies, Gems and Minerals, Hope Diamond, Backyard Dinos, FossiLab, The Last American Dinasaur e a Live Butterflies and Plants. Neste andar eu aconselho na Live Insect Zoo, se tiver tempo, ver os docentes mostrando como se alimenta uma tarântula, aconselho também visitar a exposição Mummies caso você curta o Egito antigo, é uma viagem no tempo. A parte da exposição voltada para os dinossauros também é muito interessante, eles tem em exposição um dos mais completos fôsseis de Tiranossauro Rex já encontrados. Confesso que a parte de minerais não prendeu a minha atenção, então passei rapidamente por ela pois este museu é imenso. Ainda no segundo andar, tem uma exposição que é paga à parte que é um viveiro de borboletas e plantas. Se você curtir é uma boa pedida. Eu não paguei pois às terças essa exibição é grátis. Chegue ao museu quando abrir às 10 em ponto e suba diretamente para o segundo andar. No balcão eles distribuem as entradas. Às 10 da manhã os tickets são distribuídos até as 3 da tarde e à partir das 3 da tarde eles distribuem tickets até as 7 da noite. Caso visite num dia qualquer os tickets custam U$6 dólares e se você visitar D.C no verão, aconselho a comprar o ticket adiantado pois fui lá duas vezes mês passado e os tickets já estavam esgotados para o dia.

No primeiro andar do museu as exposições atuais são Mammals, Ocean Hall, African Voices, Human Origins, e algumas outras temporárias. Neste andar eu gastei mais tempo na exposição da Origem Humana. A evolução do ser humano é simplesmente fantástico. Neste momento as exposições temporárias são sobre Mali, Iceland e uma outra sobre fotografias subaquáticas.

Já no andar de entrada do museu as exposições atuais são Birds of D.C e a T-Rex Skull. Neste andar você também encontra lojas, cafeteria, banheiros e amenidades em geral.

Este museu é muito extenso, mesmo que você venha com tempo é possível sair de lá cansado e não ver tudo. Eu já fui diversas vezes e sempre tenho a sensação de que não vi tudo e que tenho que voltar para ver outra parte com calma.

Eles também tem um cinema IMAX com filmes produzidos ou pelo Smithsonian ou pela National Geographic. Vimos a uns dois meses atrás o National Parks Adventure 3D e achei bem legal. Estes filmes tem 45 minutos em média de duração e o ticket custa U$9 por pessoa. Se não tiver tempo, pule essa parte pois em 45 minutos você pode fazer outras coisas no museu.

Como já comentei em outros posts, apesar deste ser o museu mais visitado de D.C ele não é o meu favorito. Eu entendo o porque ele é o número 1, mas pra mim os melhores são o Museu do Holocausto e o Museu do Índio Americano. Mas estes são os meus gostos pessoais que comprovam que nem sempre o que é o favorito da maioria irá ganhar seu coração.

Lembrando que o Museu de História Natural está aberto de segunda a sexta das 10am às 5:30pm e durante os meses de verão americano ele fica aberto até às 7:30pm. A entrada é grátis e a estação de metrô mais próxima é a Federal Triangle.

Se você já visitou ou planeja visitar o museu deixe seu comentário abaixo.

Ate o próximo post =D

 

 

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Por Érica Brasilino

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National Gallery of Art Sculpture Garden

09 de agosto de 2016

E porque não uma galeria de arte a céu aberto? Mas que ótima ideia!!!!

E assim nasceu o jardim de esculturas da National Gallery of Art. Aberta em 1999 este jardim é mantido pela galeria de arte nacional e está situado no National Mall bem ao lado do West Building. Se você estiver cansado após andar muito, é uma ótima ideia sentar por lá para descansar, curtir uma sombra e apreciar a vista.

Na foto abaixo o National Archives visto do Sculpture Garden.

Nos jardins não tem muito o que se fazer, uma vez que não pode correr, andar de bicicleta, patins, nem praticar qualquer atividade física que seja. Animais de estimação também são proibidos sendo autorizado apenas cães guia. O intuito é que os visitantes apreciem esculturas num local incomum. Os jardins abrem diariamente e cada dia segue um horário diferente. No verão de segunda à quinta e aos sábados das 10am as 6pm. Nas sextas das 10am as 8:30pm e aos domingos das 11am as 6pm. Aconselho que você de uma olhada no site oficial antes de ir até lá só por precaução. O site você pode acessar aqui.

Caso você esteja vindo de algum outro lugar mas passou por aqui, há banheiros disponíveis para o público e também um café.

Minhas esculturas favoritas são:

E claro:

Durante o inverno a fonte no centro do Sculpture Garden é transformada em uma pista de patinação no gelo. Coisas que você somente vê na América… Confesso que achei muito mágico durante os meses de dezembro/janeiro ver esta fonte lindíssima se transformar. Me lembrou muito dos filmes Esqueceram de Mim pois eles também colocam musicas natalinas no sistema de som. Se não me engano os tickets estavam em torno de U$10 e você pode patinar por até 2 horas. Mas aconselho acessar o site caso você queira visitar DC durante a época de inverno.

Caso planeje visitar ou já tenha visitado compartilha comigo nos comentários abaixo a sua opinião sobre o lugar.

Ate o próximo post =D

 

 

 

 

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National Gallery of Art

05 de agosto de 2016

A National Gallery of Art está localizado no National Mall e esta dividido entre dois prédios por conta do tamanho enorme de sua coleção.

A galeria de arte nacional tem em sua coleção pinturas, desenhos, impressões, fotografias, esculturas, medalhas, objetos de decoração e faz uma viagem entre o passado e o presente da arte ocidental desde a Idade Média aos dias de hoje. Ela é considerada um dos maiores museus da América do Norte. O museu é composto de 2 prédios sendo o primeiro datado de 1941 e o segundo de 1978. No prédio chamado de “West” building fica a coleção de pinturas e esculturas dos mestres europeus desde a Idade Média até o final do século 19 e entre os artistas podemos ver obras de Monet, Rembrandt, Van Gogh e Da Vinci. Já no “East” building ficam as obras consideradas modernas e contemporâneas e em sua coleção podemos ver nomes como Picasso (meu favorito), Matisse, Andy Warhol entre outros. Em junho quando visitei todas as obras estavam reunidas no mesmo prédio, o West uma vez que o East estava passando por reforma.

A entrada do West bulding é linda:

Vá com tempo, tênis e com muita calma. Quando fui em junho não estava tão lotado. Pegue um mapa no balcão de entrada para você saber exatamente onde estão localizadas as peças dos artistas que você quer ver, uma vez que o museu é enorme e talvez você não tenha tanto tempo assim. O público é mais adulto, crianças podem ficar super entediadas por lá. O museu oferece tours mas diferentemente dos outros museus de D.C os tours aqui são temáticos. Eles também oferecem tours em diferentes idiomas, indico que caso você esteja estudando algum idioma essa é uma maneira legal de praticar. Entre os idiomas disponíveis tem em espanhol, japonês, francês, russo, mandarim, mas infelizmente não tem em português. Caso queira informações sobre um tour em especifico visite o site oficial do museu.

Algumas fotos das pecas em exposição abaixo começando pelo mestre Vincent Van Gogh

E a peca mais difícil de encontrar em todo o museu, rodei como uma louca e encontrei no final da visita após perguntar para mais de um funcionário foi um quadro de Salvador Dallí o meu pintor favorito.

O sacramento da ultima ceia por Salvador Dalli S2

Ao final de sua visita você pode visitar a cafeteria do museu e a gift shop. Tive de me segurar para não gastar uns dólares nas réplicas das peças originais para depois mandar emoldurar. Pra mim foi bem difícil segurar a carteira. Se decidir almoçar ou fazer um lanche na cafeteria do museu sua vista será essa:

É uma cascata que também é visível para quem está do lado de fora do prédio só que por cima. Bem legal não é mesmo?

E a passarela que conecta os dois prédios também é um show a parte. As luzes neste túnel ficam dançando formando um céu estrelado.

A estação de metrô mais próxima é a Archives Navy Memorial/Penn Quarter (linhas verde e amarela). Lembrando que a entrada é gratuita e funciona todos os dias da semana exceto no feriado de Natal e Ano Novo. Abre de segunda a sábado das 10am as 5pm e aos domingos das 11pm as 6pm.

Caso você já tenha visitado ou planeja visitar deixe seus comentários na caixa abaixo.

Ate o próximo post =D

 

 

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Por Érica Brasilino

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