Categoria: Estilo de Vida

Estilo de Vida Quando Viajar Saindo do Brasil

Como organizar uma viagem?

11 de janeiro de 2017

Que tal começar o ano organizando mais viagens? Com um pouco de pesquisa e determinação é possível tirar aquela viagem fantástica do papel e realizar o seu sonho.

Quando meu marido diz: estaremos de ferias no mês tal, para mim é como se ele falasse que eu emagreci ou que ganhei na loteria. É a melhor frase que ele pode me dizer, não importa a época do ano. Sempre quando ele define o período que pode se ausentar na empresa, começa do meu lado os preparativos para uma aventura. Mas como decidir para onde ir? O que fazer? Quanto gastar? No post de hoje vou listar as etapas para organizar as nossas férias. Quem sabe este post ajuda você a tirar o seu projeto do papel.

Decidir o destino para nós não é tão difícil uma vez que nós dois temos o mesmo gosto por lugares de praia ou de turismo de aventura. Se puder unir os dois numa única viagem, melhor ainda. Por falarmos espanhol/inglês/francês e  português, confesso que sempre damos preferência para destinos que falem os idiomas que sabemos. Este ano como estamos morando na África, o idioma não será fator determinante para nossa escolha de destino, apenas listamos o que gostaríamos de conhecer aqui neste continente por ordem de preferência e vamos tentar ver o maior número de lugares possíveis.

De acordo com a época da viagem e uma lista de pelo menos 2 lugares em mente começo a pesquisar sobre o clima durante o mês das nossas férias. O que mais queremos evitar são surpresas desagradáveis e ir por exemplo para o Caribe durante a temporada de furacões e ficar preso no hotel ou correndo perigo de vida. Além de perder dinheiro pode ser inclusive perigoso. Se o clima estiver bom para a época desejada pulo para a próxima etapa da organização que seria pesquisar se é alta ou baixa temporada no destino escolhido. Para mim este é um dos itens mais importantes. Viajar em alta temporada não apenas significa que os preços de passagens e hospedagens estarão nas alturas, mas também que você pode levar horas para conseguir comer ou nem conseguir entrar em alguns lugares.

Nós dois somos adeptos de viajar sempre no contra fluxo. Dito isso, visitamos Campos do Jordão e Monte Verde no verão. Pois é nada de lareira e fondue para nós, em contrapartida encontramos cidades vazias e com preços acessíveis. Orlando das 4 vezes que já visitamos apenas 1 calhou de ser em agosto durante as férias americanas. Além do calor insuportável, a Disney estava infernal. A montanha russa Seven Dwarfs Mine Train a mais nova atração do Magic Kingdom tinha fila de espera de 4 horas sem contar a quantidade absurda de carrinhos de bebês e crianças chorando para todos os lados. Foi um dia mais estressante do que animado para nós.  A melhor época de visitar Orlando entre todas as que já fomos é novembro. Os alunos estão em provas tanto nos Estados Unidos como no Brasil, os parques já estão com a decoração de Natal, o clima já não esta mais tão quente como o Saara e você repete os brinquedos. Fomos na Hulk Roller Coaster na Universal 5 vezes seguidas!

Batido o martelo quanto ao destino começo a saga das passagens aéreas. Verifico sempre no Decolar.com e no Kayak.com. Estes são sem dúvida meus dois sites favoritos. A companhia aérea que estiver mais barata eu entro em contato diretamente no site deles e fecho por lá. Geralmente sai mais em conta no site da própria empresa do que nos sites parceiros pois você evita pagar taxas intermediárias. Quando começo a pesquisar passagens tem outro macete… por qual aeroporto viajar?

Se você estiver em São Paulo há a opção de voar por Congonhas, Viracopos e Guarulhos. Congonhas é sempre mais caro. Por ser localizado no coração da cidade, as passagens partindo de CGH sempre são mais caras. Guarulhos e Viracopos acabam sendo opções mais em conta para destinos domésticos e internacionais. A grande questão é… quanto tempo de deslocamento você terá e o mais importante quanto vai gastar para chegar até estes aeroportos. Já viajei pelos 3 e cada um tem suas peculiaridades.

Se viajar por GRU utilizando GOL ou TAM ambas oferecem serviço de traslado sem custo adicional partindo de CGH e do Terminal Tietê. Nos sites das cias aéreas você pode acessar o horário de chegada e saída e todas as rotas oferecidas. Já o aeroporto de Viracopos principal HUB da Azul linhas aéreas tem um serviço de ônibus ate CGH. Em todos estes casos você deve apresentar o bilhete aéreo impresso para poder embarcar sem custo. Caso você vá viajar para o exterior saindo de GRU aconselho a utilizar o Airport Bus Service. Sempre uso este serviço ao visitar minha família no Brasil. Desembarco em GRU, compro minha passagem por menos de 60 reais e vou até Congonhas. Confortável, eles disponibilizam água gelada, wifi e você vai sem preocupação até o seu destino. De lá pego um táxi e em 30 minutos estou sentada na sala da minha mãe. Claro que hoje em dia há o Uber. Mas acho mais fácil usar o Uber para ir para o aeroporto. Ao chegar é muito mais complicado pois a saída de GRU é lotada de taxis cadastrados e eles podem encrencar com um carro preto por lá. Lembre-se que para viagens internacionais é sempre bom chegar com 3 horas de antecedência ao aeroporto e viagens nacionais 2 horas são o suficiente. Caso a viagem seja em alta temporada ou véspera de feriados, aconselho acrescentar mais tempo para poder fazer o check in e passar pela segurança com calma. É importante você ter em mente como será seu deslocamento para o aeroporto pois a pior coisa que tem é viajar já estressado preocupado se chegar ao aeroporto a tempo ou não.

Após comprar as passagens começo a pesquisar sobre as atrações no destino. O que faremos? Será uma viagem cultural? Eco turismo? Praia 24 horas por dia? Aqui a lição de casa é mais intensa e minha bíblia neste caso se resume em Tripadvisor, Mochileiros.com e Lonely Planet. Recorro a amigos também que já tenham visitado o destino que tenho em mente para pegar dicas. Neste momento pesquisar onde ficam as atrações é primordial para se ter uma ideia de onde ficaremos hospedados e como chegaremos ate lá após sair do aeroporto.  Nesta etapa monto um roteiro para apresentar ao meu marido e coloco no papel o que faremos em cada dia da viagem em cada cidade visitada. Há pessoas que não gostam deste tipo de planejamento e que gostam de fazer o que der na telha no momento que acordam. Cada um tem um estilo de viagem e nós estamos habituados a já sair de casa com uma programação impressa onde colocamos endereços das atrações, valores dos passeios, como chegaremos até lá. Talvez este não seja o seu estilo de viagem, após 4 anos juntos descobrimos que este modelo funciona perfeitamente pra gente.

Após ter uma ideia das atrações que iremos visitar no destino, começo a pensar nos hotéis. Nessa etapa o meu serviço preferido é sem dúvidas o Booking.com. Aqui o fator custo/benefício/localização é primordial. Para poder definir onde ficaremos levo em consideração se a cidade conta com serviço de transporte acessível, se alugaremos carro/moto, se usaremos serviço de empresas de receptivo local para os passeios, se há restaurantes perto para jantar, se é seguro. Não é apenas o fator preço por noite que levamos em conta onde nos hospedar. Quando fizemos nosso mochilão pela Espanha, fizemos 13 cidades em 3 semanas. Nos primeiros 4 dias como ficamos em Madri sem carro optamos por um Hostel bem simples, mas ao lado da estação de Metro Sol. Uma mão na roda pois fizemos tudo a pé por lá. Já na Costa Rica, numa das cidades no centro do país optamos por um resort all inclusive pois queríamos ter a experiência de relaxar nas piscinas aquecidas naturalmente pelo vulcão Arenal. Tudo depende do tipo de viajante que você é: você curte luxo ou você fica feliz com uma cama limpa e ar condicionado + wifi?

Algo muito importante para nós é ter acesso a comida internacional. Nós não somos aventureiros no quesito comida. Não nos ofereça uma sopa de tartaruga ou sangue de cobra. Sempre nos mantemos fiéis ao combo comida italiana, mexicana, libanesa, japonesa, brasileira e cubana. Se houver um destes no local já estamos felizes. Sempre pesquiso onde comer no Tripadvisor, Yelp e Foursquare. Nessas pesquisas em uma das cidades que visitamos na Costa Rica descobrimos um restaurante no topo de uma árvore simplesmente original e fantástico. Surpresas de viagem que o destino nos da.

E tão importante quanto é verificar se o país de destino pede visto de entrada ou caderneta de vacinação em dia. Lembre se sempre de que para sair do Brasil seu passaporte deve ter mais de 6 meses para vencer e alguns países são bem amistosos com o Brasil e não precisamos de vistos de entrada ou se precisar podemos requerer na entrada no país. Mas cada país é soberano sobre suas regras. Fique atento. Caso precise solicitar seu passaporte neste artigo aqui explico sobre como solicitar o seu.

Sei que o post ficou longo, mas pelo menos dá uma ideia de como organizar uma viagem. E você já tem em mente quais lugares visitará em 2017? Nós já temos nossa lista pronta.

Feliz ano novo e ótimas viagens para vocês,

Até o próximo post  =0)

 

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Por Érica Brasilino

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Estilo de Vida Livros Togo

Quanto do idioma local é necessário para sobreviver no exterior?

18 de novembro de 2016

Este ano comecei a estudar francês porque estava de mudança para um país francôfonico (falante de língua francesa). Finalizei os dois livros básicos na Aliança Francesa em Washington D.C. Como já falo outros 3 idiomas achei que seria extremamente fácil aprender o quarto… ledo engano

Sou nativa em português, fluente em inglês e intermediária em espanhol. Foi aí que todos os meus problemas começaram… como meu conhecimento de espanhol não é fluente e ainda sofro com conjugações de alguns verbos… meu cérebro acha que francês e espanhol é tudo a mesma coisa…

Minha turma de francês na Aliança Francesa era um mix cultural. Uma completa torre de babel. Éramos um mix de brasileiros, colombianos, espanhóis, americanos, indianos e alemães. A única que precisava de francês realmente num período muito curto de tempo era eu…

O português, o espanhol e o francês tem várias palavras em comum, então durante a explicação da matéria eu percebia claramente que os falantes de espanhol e português na sala tinham uma certa vantagem. Os americanos que não falavam nenhum outro idioma sofriam horrores. A alemã então coitada… parecia que estava indo para a forca… Percebi que quando eu não conseguia formar uma frase em francês meu cérebro automaticamente apertava a tecla espanhol e lá estava eu dando respostas como “Yo también…” quando na verdade eu tinha que responder “Moi aussie…” uma zona linguística!!!

Dai chegou a prova de fogo e me mudei de mala e cuia para Lomé no Togo. Cheguei no aeroporto e além de ser a única mulher a desembarcar sozinha, ninguém falava inglês. Lá estava eu com minha mochila nas costas, passaporte e caderneta de vacinação na mão prestando atenção no que as pessoas estavam fazendo á minha frente para poder usar a boa e velha mímica. Decorei minha frase favorita “Je ne parle pas français, je suis Érica, je suis brésiliene.”. Descobri que a última palavra me abre sorrisos amistosos em todos os lugares aqui.

Passei pela imigração e cá estou eu já a dois meses. Num país que 100% da população fala seu idioma tribal local e metade fala um francês muito diferente do que eu estava aprendendo em sala de aula. Eu me viro. Ando com meu Google Tradutor no celular para cima e para baixo, aponto imagens na tela do celular, dou risada de mim mesma com meu francês rudimentar e me jogo no mundo. O mais importante sempre é você tentar começar a sua comunicação no idioma local com um sorriso e dizer a verdade. Eu sempre falo bom dia, meu nome é Érica, desculpe não falo francês, pergunto se alguém fala inglês (tudo isso em francês) e geralmente encontro alguém com inglês básico pronto pra ajudar. E vou me virando. Eles ficam muito felizes quando eu tento me comunicar no idioma deles. Sempre me ensinam, me corrigem e dão risada comigo dos meus erros. Meu vocabulário tem crescido horrores. Pergunto para as pessoas que falam inglês tudo o que posso sobre a cultura local, costumes, comidas, política. Sou extremamente curiosa sobre tudo aqui.

Acredito que o fato de eu ser comunicativa também ajuda muito. O segredo é não ter medo de se comunicar. Já comprei até cloro para a piscina com um senhor que não falava um A em inglês.

Meus dois livros básicos na Aliança não foram em vão… Aprendi os dias da semana, meses do ano, contar (importantíssimo para poder lidar com números gente!!!!). Tenho um professor de francês duas vezes por semana que ficou chocado quando eu disse para ele que eu precisava de lição de casa pois era uma pessoa extremamente visual e precisava praticar repetições principalmente de gramática. E segue a vida. Como moraremos ate 2019 por aqui meu plano é sair daqui com o inglês de intermediário para avançado. I hope so.

Muitas vezes é frustrante saber 3 idiomas e aqui ter a sensação de que eu não sei nada na verdade. Porém é um desafio. E a vida só tem graça quando você se desafia.

Vou deixar uma dica de leitura caso você pense em viajar para um país que fale francês. Se você não tiver ideia do que “u la la” significa acabei de ler o Guia de Conversação – Francês para Leigos. Ele tem frases prontas para situações do dia a dia, principalmente numa viagem. Além de ser escrito em português ele utiliza a nossa fonética para explicar como pronunciar as palavras em francês. Barato e super prático, você pode encontrar este livro na Saraiva do Morumbi Shopping (fica a dica).

O importante no final do dia é comemorar as pequenas vitórias, perceber como o seu vocabulário aumenta com o passar do tempo e não ser muito duro consigo mesmo. Eu levei oito anos no total para aprender espanhol fluentemente e até hoje continuo aprendendo com o meu marido todos os dias. Sei que uma hora o francês virá naturalmente.

 

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Por Érica Brasilino

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Estilo de Vida Outros

Minha Nécessaire de Viagem

04 de novembro de 2016

Hoje vou falar sobre um dos itens mais importantes na minha mala de viagem, não importa o destino: a nécessaire!

A grande verdade é que não importa o formato, mas sim o que você leva para o seu destino.

Eu geralmente carrego duas nécessaires dentro da bolsa/mochila no avião. As outras com os itens grandes eu levo na mala de mão, caso alguma mala seja extraviada eu não tenho que me preocupar em não receber meus itens mais necessários.

Após tantas viagens uma coisa que aprendi é dar valor aos mini itens. Sabe quando você se hospeda em hotéis que oferecem miniaturas de sabonetes, shampoos e afins ou quando você faz compras na Sephora da vida e ganha miniaturas? Guarde eles para as suas viagens. Alem de economizar espaço, você também economiza dinheiro uma vez que itens miniaturas muitas vezes são mais caros que os de tamanho normal.

Ja vi vários posts a respeito do que levar e do que usar. De tanto pesquisar a respeito, montei o meu kit salva vidas. Isso é muito particular e vai de cada pessoa. Já vi cada nécessaire na internet que penso honestamente se as blogueiras de luxo usam tudo aquilo ou se é puro jabá. Vejo blogueiras falando que você tem que se maquiar ao chegar no destino. Muitas vezes não dá!!!! Se você dividiu o avião com mais 300 pessoas e não esta na primeira classe você terá que dividir o banheiro com mais ou menos 280 pessoas. Duvido você conseguir usar a tonelada de produtos que elas comentam nos posts que estão  por ai na blogosfera.

Vou mostrar aqui o que eu sempre uso na minha realidade de quem voa na classe econômica e alem de ter de usar o banheiro correndo tem que acabar de se maquiar no próprio assento usando a bandeja da poltrona a frente como penteadeira.

Nécessaire 1

Pente e prendedores de cabelo diversos: para não chegar no destino com o cabelo de medusa caso seja um vôo longo. Sempre ajuda ter vários elásticos a mão.

Escova de dentes, pasta e fio dental são itens obrigatórios: Mesmo que você deteste a comida do avião há grandes chances de você comer alguma coisa. Ninguém merece chegar no destino e falar com as pessoas com uma alface nos dentes.

Absorventes SEMPRE: Já precisei pedir absorventes para as comissárias e garanto, não há nada mais desagradável do que a sensação de que algo pode manchar sua roupa a qualquer momento. Mesmo que não esteja perto do seu período menstrual leve sempre extras. Nunca se sabe quando alguém vai pedir um para você. Olha a sororidade ae gente!

Kit de pincéis, batom, delineador líquido, primer e batons miniatura diversos: Porque talvez você não queira aparecer na imigração com cara de quem acabou de acordar (mesmo que você tenha acabado de acordar). Ou talvez você esta indo encontrar seu namorado/noivo/marido após ficarem 5 meses separados e queira causar uma ótima impressão ao correr pro abraço (olha a auto biografia ae gente).

Apontador: Porque nunca se sabe quando você comprará algo no Duty Free e precise apontar ali pra usar na hora.

Amostras de perfumes diversos: Sabe quando você vai numa loja e ganha amostras de perfumes? Não use na sua casa onde você tem a disposição vários perfumes, leve nas suas viagens e economize espaço e peso na mala.

Nécessaire 2

Na segunda nécessaire estão itens indispensáveis não importa quantos dias você viajará.

Sabonete e porta sabonete: Porque nunca sabemos como será a configuração do hotel/pousada onde estaremos. Ou caso você seja convidada de alguém sempre é de bom tom levar seus próprios itens para não pedir emprestado para o seu anfitrião. E caso peça, lembre-se sempre de repor no final da viagem.

Shampoo, condicionador, spray modelador de cabelo: Não importa pra onde você vá, há grandes chances de ter de lavar seus cabelos. E também há um pente extra em tamanho grande pois muitas vezes perdemos o único pente que temos na viagem.

Lâmina de barbear descartável: Claro que nós mulheres sempre pensamos em nos depilar antes de uma viagem, mas ás vezes ficamos no destino mais tempo do que o previsto e sem acesso a nossa depiladora oficial.

Hidratante de pele e perfume miniatura: Porque uma pele precisa de cuidados em qualquer lugar do mundo, e estar cheiroso é sempre bom.

Cotonetes: Além de manter nossa limpeza corporal ajuda na maquiagem.

Removedor de esmaltes: Eu sempre carrego dois, um em lenço e outro líquido. Porque esmaltes sempre descascam e eu particularmente detesto ficar com unhas pela metade.

Paleta de maquiagem completa (blush, iluminador, bronzer, sombras, máscara para cílios, lápis de olho – que pode ser usado como delineador – e uma segunda máscara para cílios extra). Tudo num único lugar economizando espaço e peso, sua lombar agradece.

Como mencionei várias vezes ao longo do post a ideia é levar o maior número de itens economizando espaço. O melhor é tirar proveito de itens miniaturas. Quando algumas coisas acabam como shampoo e condicionador por exemplo eu reutilizo os frascos com outros produtos da minha preferência. A natureza agradece.

 

E você como leva seus itens essenciais de viagem? Se tiver dicas para otimizar espaço por favor compartilhe comigo nos comentários.

Até o próximo post  =0)

 

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Por Érica Brasilino

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Estilo de Vida Outros

Voltei!

26 de outubro de 2016

Tou de volta ao mundo blogueiro 🙂

Para quem não sabe passamos alguns meses nos Estados Unidos por conta do trabalho do meu marido. Enquanto estávamos por lá comecei o blog para passar o tempo e escrever sobre a cidade mais fantástica que já morei até agora: Washington D.C (desculpe São Paulo, mas eu ainda te amo). A ideia era compartilhar sobre tudo de incrível, fantástico, maravilhoso, estupendo que vi/fiz por lá. O blog teve uma audiência bacana e vários colegas que viajaram/viajarão para lá utilizaram/estão utilizando este humilde espaço como referência para organizar as viagens deles. O que é um baita incentivo já que tem gente bacana gastando umas horinhas da vida deles lendo meus pensamentos e colocações por aqui.

Como eu tinha tempo de sobra em D.C deixei vários posts agendados e mesmo na loucura que tomou conta da minha vida da metade de agosto pra cá alguns posts continuaram a ser publicados até o final de setembro. Só que a fonte secou e eu fiquei sem tempo, sem internet e com uma mala nas costas indo de um lado paro o outro sem tempo para blogar.

Estávamos em transição entre EUA-Brasil-Togo e desde 11 de agosto minha vida se resumiu a malas e caixas. Saímos de Washington D.C nos EUA rumo a Miami de férias por alguns dias, deixei o marido com a família dele na Flórida e desci pro Brasil por um mês onde revi meus familiares, amigos, ex alunos, ex colegas de trabalho, beijei, abracei, amassei todo mundo, curti as Olimpíadas em casa e finalmente embarquei para a nossa nova aventura no Togo. Cheguei aqui e tive de me adaptar a minha nova rotina, ao nosso novo lar, clima, comida, ambiente, fuso horário, idioma, cultura… e nessa bagunça toda meu bloguinho ficou abandonado.

Mas finalmente voltou a hora de escrever, coisa que descobri que amo! Como muitos amigos meus comentaram que curtem meus posts vou continuar na frequência de terças e sextas. Ainda tenho vários lugares para escrever localizados em Washington D.C mas já tenho um projeto de escrever minhas impressões, fotos e dicas sobre os outros lugares que já visitamos no Brasil, Argentina, Costa Rica, México, EUA, Espanha e agora em terras africanas a começar pelo Togo.

Vocês vão continuar me acompanhando?

Um beijo e até o próximo post   =o)

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Por Érica Brasilino

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Avaliação de Cia Aérea Estilo de Vida

Como é viajar de primeira classe pela American Airlines?

12 de agosto de 2016

Fiz o trecho DCA – FLL (Ronald Reagan Washington National Airport para Fort Lauderdale-Hollywood International Airport) na quarta e vou compartilhar com vocês como foi a experiência.

Como estamos de mudança entre os Estados Unidos e o Togo no oeste da África, temos 2 malas enormes de 32 quilos para cada um. Vôos nacionais dentro dos EUA pela American Airlines permitem apenas malas de 23kg (pagando claro). Fomos obrigados a viajar de primeira classe pois nessa categoria de vôo poderíamos levar as malas de 32 quilos sem pagar excesso de bagagem. E a AA cobra valores astronômicos por excesso de peso, ou seja valia mais a pena simplesmente pagar um pouco a mais pela primeira classe, levar as malas de 32 quilos e ter conforto do que pagar o excesso.

Essa foi a primeira vez que voei de primeira classe na vida. E confesso que é uma experiência única. Ter dinheiro não traz felicidade mas transforma a experiência de voar em algo sensacional. Tudo é melhor para quem voa na primeira classe e eu não tinha a menor noção disso.

No check in havia uma fila diferenciada para a primeira classe. Enquanto a fila estava quilométrica para os passageiros da classe econômica, fomos atendidos em questão de minutos. Emitiram nossa passagem, pesaram e etiquetaram as malas extremamente rápido e com um sorriso enorme no rosto. Cada mala ganhou uma etiqueta de “Priority” e pelo o que entendi essas malas são retiradas primeiro da aeronave e você não fica no carrossel esperando elas para sempre. No embarque fomos os primeiros a entrar na aeronave. Passar na frente até dos idosos foi estranho. Mas entrar na aeronave e ter o bagageiro vazio e não ter que brigar para encontrar espaço para a mala de mão foi um plus.

Enquanto os passageiros embarcavam o comissário perguntou o que queríamos beber… eu humildemente perguntei o que tinha e ele com um sorriso respondeu: “O que você quiser”. Fiquei CHO-CA-DA e pedi um champanhe claro (ideia da minha amiga Érica Alves porque eu nem sou uma pessoa de tomar champanhe… sou mais uma cervejinha mesmo).

Além do champanhe foi servido uma porção de nozes, castanhas e amendoins quentes. E antes de comer nos entregaram toalhas quentes umedecidas para limpar as mãos. Confesso que gostei de ser servida com copos de vidro, pratos de porcelana e talheres de inox. Sem contar que esperar 200 pessoas embarcarem dessa maneira é muito mais confortável.

Quando levantou vôo nos serviram snacks. Nosso vôo era curto de apenas duas horas e meia entre Washington e Miami e neste tipo de vôo nacional o que você quiser comer você tem que pagar, a única coisa que eles servem sem custo são sucos, águas e refrigerantes. Isso é bem comum aqui nos EUA e as cias aéreas no Brasil estão indo na mesma direção.

Eu optei por uma porção de antepasto e não decepcionou. Na minha porção veio queijo de búfala, palmito, salame, presunto parma, pão italiano, bolacha cream cracker e pão sírio. Para acompanhar pedi suco de laranja.

Após a refeição aproveitei pra colocar a leitura em dia do livro que estou lendo no momento (Não Se Ilude Não da Isabella Freitas). Por ser um vôo nacional este avião não oferecia entretenimento a bordo.

Minha experiência foi sensacional. O comissário foi extremamente gentil e atencioso. E ao chegar em Fort Lauderdale nossas malas foram as primeiras no carrossel. Serviço de excelente qualidade.

Se eu voaria de primeira classe de novo? Gente, SEMPRE. Queria ser a Kim Kardashian e ter dinheiro para isso.

Caso você já tenha voado de primeira classe deixe seu relato na caixa de comentários abaixo.

Até o próximo post =D

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Por Érica Brasilino

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