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Epic USA Road Trip – Nevada – 1 Noite em Las Vegas

21 de Fevereiro de 2018

Saímos do Zion National Park em direção ao Death Valley National Park, porém tinha Las Vegas no meio do caminho… e no último segundo decidimos quando estávamos na estrada pernoitar por lá. Conseguimos reservar um quarto no Planet Hollywood Resort and Casino muito em conta no App do Booking.com, porém estacionar neste hotel… foi o pior pesadelo da nossa vida de turista.

O Planet Hollywood compartilha o prédio do estacionamento com o Caesars Palace e com o Miracle Mile Mall. Além da rua do estacionamento ser bem escondida e difícil de encontrar… após estacionar você tem de atravessar o shopping inteiro com as malas até chegar ao cassino para depois encontrar o lobby do hotel. Foi ridículo. Depois de passar pelo estresse do estacionamento, nós finalmente fizemos check in e pelo menos fomos agraciados com uma ótima suite. Uma das melhores inclusive desta viagem.

Subir para a nossa suite foi uma maravilha, porque logo na elevador demos de cara com a minha diva maior. Britney Spears que estava inclusive com um show fixo no Planet Hollywood. A residência dela por lá chegou ao fim mas eles estão com shows do Pitbull, Jennifer Lopez, Lionel Ritchie e Backstreet Boys. Você pode obter informações sobre os espetáculos aqui.

Mas o que fazer quando se tem apenas uma noite em Las Vegas?

Decidimos focar na região do próprio hotel para não ter que lidar com estacionamento. Então começamos a noite com drinks e aperitivos no Margaritaville. Lá indicamos o Last Mango in Paris que é uma margarita feita com tequila de manga, Cointreau de laranja, suco de cranberry e margarita blend. E de aperitivo fomos de Volcano Nachos, que são tortilla chips, cobertas com chili, queijo, pico de galo, guacamole, creme azeda e pimenta jalapeño. Uma porção serve bem 2 pessoas e sobra.

Saímos do restaurante e andamos até o Bellagio para assistir o show das águas. Você pode encontrar o cronograma com os horários do show clicando aqui. Confesso que eu não esperava ser algo tão legal.

E terminamos a noite vendo um show burlesque chamado Crazy Girls. O melhor era que o show estava em cartaz exatamente no nosso hotel. Derrubei várias barreiras e pré-conceitos ao assistir um show burlesque. Haviam muitos casais na audiência e o público era predominantemente mais velho. O show é de aproximadamente 1:30hr de duração e é um show de dança onde as mulheres estão semi ou completamente nuas. Não é permitido tocar nas garotas quando elas interagem com a audiência. Achei o show de extremo bom gosto e as mulheres eram lindíssimas. Também pelo fato do show estar em cartaz no Planet Hollywod, já demonstra que não é um show qualquer.

Passei alguns minutinhos andando pelo cassino após o show e apostei U$3 míseros dólares nas máquinas. Realmente Las Vegas não é o meu tipo favorito de viagem. Vegas me atrai mais pela quantidade de restaurantes e entretenimento fora dos cassinos do que apostar dinheiro e perder. Tenho outros lugares favoritos pelos EUA. Tanto que nunca voamos especificamente para turistar apenas em Vegas, sempre passamos por lá vindo ou indo para algum outro lugar. Claro que a beleza das luzes da cidade a noite é um espetáculo á parte. No dia seguinte seguimos viagem até o Vale da Morte, então nem exploramos tanto a vida noturna por lá.

 

No próximo post falo sobre nossa visita de 3 dias ao Death Valley National Park, um dos locais mais inóspitos dos EUA.

Até lá  =)

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Por Érica Brasilino

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Epic USA Road Trip – Utah – Zion National Park

09 de Fevereiro de 2018

Que tal fazer trilhas incríveis em um dos parques nacionais mais bonitos dos Estados Unidos? Hoje falo sobre o Zion National Park.

Para visitar o Zion, nós escolhemos a cidade de La Verkin como nossa base. A cidade está a aproximadamente 30 minutos da entrada principal do parque e os preços eram bem mais acessíveis. Por termos feito essa viagem em dezembro o fluxo de visitantes era muito inferior ao fluxo esperado durante as férias de verão. Tanto que conseguimos acomodação no hotel de um dia para o outro. Essa road trip foi na base do vamos decidir o que fazer quando acordarmos e se gostarmos do local ficamos mais tempo nele. Se você decidir visitar os parques entre abril-setembro, é preciso começar a reservar hotéis com no mínimo 6 meses ou mais de antecedência. Em La Verkin nós ficamos no Best Western Plus Zion West. Eles oferecem café da manhã incluso no valor da diária. Nada de outro mundo não, mas dá para enganar o estômago.

Começamos o dia pelo Visitor Center e seguimos as instruções do park ranger. Por ser inverno o parque estava bem vazio, então pudemos dirigir nosso próprio carro ao invés de usar o sistema de shuttle do parque. Dirigimos por toda a extensão do Zion até o último viewpoint, o nº9 chamado Temple of Sinawava. Lá fizemos a trilha Riverside Walk que tem 3.5km. O interessante dessa trilha é que ela é acessível para portadores de deficiência motora. A caminhada é bem tranquila, a trilha é pavimentada e é ao lado do rio. Pudemos caminhar, ouvir o barulho da água, dos pássaros, observar a natureza.

Ao chegar no final da trilha, avistamos o início do caminho para a trilha mais famosa do parque The Narrows. De acordo com o parque, ela leva 8 horas para ser feita, são 15 kms de extensão e você tem que pernoitar ao chegar no final da trilha para voltar no dia seguinte. Sem contar que ela é feita em sua maior parte por dentro do rio. Se eu tivesse equipamento correto e estivesse em condições físicas, faria essa trilha com certeza, as fotos na internet são simplesmente fenomenais.

Voltamos pela trilha até o estacionamento e dirigimos até o viewpoint nº5 e decidimos fazer a trilha Lower Emerald Pool. Essa trilha tem 2km e pode ser feita em aproximadamente 1 hora. Porém nós levamos quase 2 horas pois já haviam partes da trilha que estavam com gelo, principalmente a parte onde tivemos que caminhar por baixo da cachoeira.

O visual de cima nessa parte do parque é bem bonito. O Zion tem jogos de luzes bem interessante dependendo de quando você visita ele. Tudo depende da estação do ano e como os raios solares estão incidindo dentro do parque. No geral eu achei o parque muito bonito, mas muito gelado, mesmo se comparar com o Bryce que visitamos no dia anterior numa cidade a uma hora de distância do Zion e com 18C de temperatura mais frio. Talvez no verão seja menos desconfortável a experiência pelo parque.

Vimos animais diferentes pelo parque, o que foi bem interessante. Mas seguimos as instruções das placas e admiramos eles de longe.

No geral visitar o Zion foi uma experiência bem diferente. Como tínhamos visto o Bryce e o Grand Canyon antes e ambos os parques a visão dos canyons é por cima, neste pudemos ter a visão de baixo para cima, então muitas vezes ao longo do dia nos pegamos olhando para o alto para poder ver toda a magnitude das rochas. O Zion pode ser muito frio durante o mês de dezembro e este é um parque que eu definitivamente adoraria voltar com a temperatura mais amena para poder aproveitar melhor. Mas indiferente do tempo, a beleza dele é única.

Dicas para aproveitar melhor o parque:

– A scenic drive que utilizamos para nos locomover entre os viewpoints é fechada para o público durante a primavera-verão quando o sistema de shuttle está operando. Fique atento as datas de funcionamento no site clicando aqui.

– Se você visitar o parque na alta temporada, chegue cedo para garantir um lugar no estacionamento para o seu veículo. O estacionamento já está lotado por volta das 10 da manhã. Caso chegue após este horário, o ideal é encontrar estacionamento na cidade de Springdale e de lá pegar o shuttle bus gratuito para o parque.

– Leve sempre água em abundância. Há estações para encher as garrafas de água pelo parque. Para localizar as estações use o mapa do parque que está disponível no Visitor’s Center

– Caminhe de acordo com o seu condicionamento físico. Caso não seja adepto da prática de esportes no dia a dia, de preferência para as caminhadas consideradas fácil – moderada. Na entrada das trilhas há informações vitais sobre o tamanho da trilha, tempo aproximado para realizar o percurso (ida e volta). Não faça uma trilha além do seu limite por mais que você queira muito ver algo naquele local (eu mesma queria ver a Narrows… vejo ela pelo Instagram!).

– Não alimente nenhum dos animais que encontrar pelo parque. Eles se tornam agressivos contra outros visitantes no futuro para poder roubar comida deles.

– Deposite seu lixo nos espaços designados. Não deixe rastros ou restos de comidas no meio ambiente. Preserve o parque para futuras gerações

– Sempre use o banheiro antes de começar uma trilha, mesmo que você não esteja com vontade de usar o banheiro!

– Se decidir fazer a trilha The Narrows, você é responsável por recolher os seus dejetos (fezes). Existem sacos descartáveis para este fim nas lojas dentro do parque

– Sempre faça sua trilha em fila indiana para dar espaço aos hikers (caminhantes) que vierem no sentido contrário

– Faça suas caminhadas em silêncio ou faça o mínimo de barulho possível. Seja gentil para com os outros visitantes para que eles possam apreciar a natureza

– Os visitantes que estão subindo a trilha, sempre tem a preferência. Caso seja um local estreito, deixe espaço para quem sobe passar primeiro.

 

Lembrando que o parque está aberto 365 dias do anos 24 horas por dia. Você pode obter informações sobre os valores de entrada clicando aqui.

No próximo post continuo postando sobre a nossa road trip pelos EUA. O próximo destino será Las Vegas.

 

Até lá  =)

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Por Érica Brasilino

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Epic USA Road Trip – Utah – Bryce Canyon National Park

06 de Fevereiro de 2018

Você já pensou em fazer uma trilha no meio de formações rochosas com de mais de 2700 metros de altura? Então te apresento o Bryce Canyon National Park.

Ao chegarmos na cidade de Bryce Canyon nos hospedamos no histórico hotel Ruby’s Inn que hoje faz parte da rede Best Western. Ao mudar-se para Bryce em 1916, Reuben C. (Ruby) Syrett descobriu que ao lado do seu rancho havia um canyon com vistas espetaculares. Ele ficou tão impressionado com a beleza do local que decidiu hospedar visitantes que passavam pela cidade. Em 1928 Bryce Canyon se tornou um parque nacional e Ruby conseguiu autorização do governo para formalizar seu “tourist rest” transformando assim o seu rancho em um hotel oficialmente. O resto é história.

O complexo é simplesmente enorme e te transporta para uma daquelas cidades do século passado no meio oeste americano. É uma pena que não tenhamos passado mais tempo por lá, adoraria ter tido a oportunidade de desbravar as lojinhas locais.

Como sempre começamos nosso passeio pelo Visitor’s Center. Como já é de praxe quando visitamos um parque nacional, assistimos o filme introdutório sobre a história do parque, entendemos a geologia (por cima, claro) do local, observamos as exposições sobre os animais que podemos encontrar pelo caminho durante o dia e vou na lojinha do parque comprar meus ímãs de geladeira e carimbar o meu Travel Diary/Travel Planner com o stamp oficial do parque. Aproveitamos sempre também para usar o banheiro, eu não sou muito fã dos banheiros químicos espalhados pelos parques.

Acredito que a informação mais importante que nos foi passada pelo Park Ranger foi a que todos os 13 viewpoints do parque estão localizados do lado direito. Dito isso optamos por dirigir por todo o parque até o último viewpoint, que é também o local mais alto do parque. Fomos até o Rainbow Point e começamos a explorar por lá.

O Bryce Canyon é famoso por suas formações rochosas meio alaranjadas que em vários locais tem a formação de um anfiteatro.

Por termos visitado no inverno, o Rainbow Point foi bem sofrido de ser apreciado. Essa parte mais alta do parque ventava tanto que nem mesmo com nossa roupa pesada de frio, conseguimos ficar muito tempo apreciando a paisagem. Tinham turistas que não estavam tão preparados como nós estávamos e eles nem saíram do carro. Este dia foi o dia mais frio que pegamos na nossa viagem, pela manhã acordamos e estava -17C com sensação térmica de -27C.

De lá começamos a voltar em direção a saída do parque e íamos parando nos viewpoints. Na mesma área onde estacionamos o carro para ver o Rainbow Point, fica a entrada da trilha para o Yovimpa Point. Fique atento para não perder. Quase não vimos de tão escondidinho que é.

No Ponderosa Canyon demos de cara com  dois pássaros enormes. O mais engraçado é que eles estavam parados justamente de onde dava para ter o melhor ângulo para fotos do viewpoint. Os park rangers sempre avisam para as pessoas não alimentarem nenhum animal nos parques porque eles se tornam agressivos. Há inclusive placas pelo parque informando o valor da multa altíssima para quem for pego alimentando os animais.

Um dos viewpoints mais espetaculares é o Inspiration Point. Como o nome é quase um spoiler do que te espera, para mim é um dos mais bonitos. E fomos num dia que estava mega vazio, então eu e o meu marido nos abraçamos e ficamos ali em silêncio absorvendo toda aquela beleza e pensando como o cara lá de cima é maravilhoso (e o calor do corpo do outro também ajudava a continuar lá apreciando a vista).

O Sunset Viewpoint era o mais esperado por mim neste parque. Exatamente porque neste viewpoint esta a entrada da trilha Navajo Loop de onde é possível ver o Thor’s Hammer e a formação rochosa Wall Street. Essa foi a única trilha que fizemos no parque, mas valeu muito a pena. Foi nessa trilha que me dei conta de que o sistema de parques nacionais dos Estados Unidos é maravilhoso. E foi nessa trilha que me apaixonei por este tipo de viagem e já tenho pelo menos umas 3 viagens meio programadas na cabeça para os próximos anos por outros parques por aqui.

A Navajo Loop tem aproximadamente 2.2km de extensão e acredita-se que da para fazer ela entre 1 ou 2 horas, dependendo do seu ritmo, mas ela não é um loop no inverno. Ela é considerada uma trilha de nível intermediário. A descida é muito sossegada, o problema é a volta. Ela se torna uma subida muito íngreme. Nós não temos preparo físico nenhum e fizemos a trilha. Não foi “de boa”, mas foi o suficiente para eu decidir voltar a malhar para poder continuar fazendo este tipo de turismo no futuro.

A descida da trilha é bem sossegada, e quanto mais você desce mais interessante fica. Fiquei um pouco assustada porque afunila bastante (chega a ser claustrofóbico) e eu não me senti muito confiante/confortável em passar entre rochas com espaços mínimos entre si. Mas eu queria muito ver o que tinha do outro lado da trilha. Continuamos andando até que não parecia mais tão promissora a vista, então demos meia volta e subimos em direção ao início da trilha. Foi um sacrifício, não vou mentir. O que ajudou a subida foi a água que tínhamos conosco. É impossível fazer trilhas sem carregar água o suficiente para a ida e volta. Quando chegamos no topo da trilha vimos que tinha uma “bifurcação”, então seguimos por ela tendo como companhia do lado esquerdo o famoso Martelo do Thor. A vista é espetacular.

E do nada chegamos exatamente onde eu queria chegar, a vista que eu tinha em mente ao pesquisar sobre este parque no Instagram e no Google:

Ficamos ali do topo da trilha admirando o vazio e a imensidão do Canyon á nossa frente. Quando nos demos conta o sol já estava se pondo e as cores no anfiteatro ficaram ainda mais bonitas. Foi um pôr do sol memorável.

Como escureceu muito rapidamente não conseguimos ver mais nada pelo parque, mas o dia foi muito bem aproveitado. Saímos do Bryce Canyon e dirigimos em direção ao Zion National Parque, que será a estrela do próximo post.

 

Até lá  =)

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Por Érica Brasilino

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Library of Congress

11 de novembro de 2016

A Library of Congress (Biblioteca do Congresso) a primeira vista pode soar como um passeio que não seja interessante para pessoas que não são viciadas em leitura como eu. Mas é uma grata surpresa e uma jóia no coração de D.C. Localizada em frente ao Capitólio é definitivamente um must see na cidade.

A biblioteca serve como fonte de pesquisa para o Congresso americano mas também é considerada uma biblioteca nacional. É a instituição federal cultural mais antiga dos Estados Unidos. Detém o título de Maior Biblioteca do Mundo e na sua coleção há materiais do mundo inteiro em aproximadamente 450 idiomas (fonte: Wikipedia).

A biblioteca que inicialmente era localizada dentro do Capitólio, teve sua coleção inicial totalmente perdida num incêndio provocado pelos britânicos na Guerra de 1812. Então para tentar reparar o dano, o Congresso autorizou a compra do acervo pessoal do ex-presidente Thomas Jefferson que tinha em sua casa nada menos que 6487 livros. Eu daria tudo para ter uma coleção de livros assim… Parte dos livros originais de sua coleção pode ser vista numa exibição no local.

A sala principal onde os livros podem ser acessados só pode ser vista do alto e por no máximo alguns minutos. A fila é grande e você tem de ser ninja para tirar fotos do maior número de detalhes possível com gente atrás de você querendo que você saia logo do caminho para eles também tirarem fotos. Por morar em DC eu visitei a Biblioteca várias vezes então consegui ir em dias que estava vazio. Como sei que na maioria das vezes este não é o caso, aconselho a visitar o local ou na baixa temporada ou se for na alta tente ir á Biblioteca logo pela manhã.

A arquitetura do local é estupenda e os afrescos, pinturas, adornos e tudo o mais são de uma beleza imensurável. Cada parede, teto, canto tem um detalhe e tem um motivo para estar ali. Se possível faça o tour guiado (e caso seu inglês permita) pois nele você entenderá o motivo de cada pintura ou estátua.

De acordo com a Wikipedia a Biblioteca tem hoje mais de 32 milhões de livros catalogados e materiais impressos. Entre estes documentos é possível ver ao vivo e a cores o esboço da Declaração de Independência dos Estados Unidos (original claro) e também uma cópia das únicas três existentes até hoje da famosa Bíblia de Gutenberg, o primeiro livro impresso em larga escala da história. A bíblia começou a ser impressa em 1450 e o projeto foi finalizado em 1455. Acredita-se que na ocasião foram impressas 180 copias. Só de ver este artigo já vale toda a visitação (para mim que sou uma leitora ávida… claro).

A Library of Congress está localizada em frente ao Capitol Building e pode ser acessada pelo estação do metrô Capitol South (linhas laranja, prata e azul). Esta aberta á visitação de segunda a sábado das 8:30 as 16:30. Fechada apenas no Thanksgiving, Natal e Ano Novo.  Por abrir antes da maioria dos locais de D.C vale a pena começar o dia bem cedinho por ela. Entrada grátis.

Caso já tenha visitado ou pretenda visitar a Library, deixe seu comentário abaixo,

Até o próximo post  =o)

 

 

 

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Por Érica Brasilino

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Roteiro de 3 Dias em Washington DC

08 de novembro de 2016

Atendendo a pedidos da minha adorada amiga Robs, o post de hoje é um roteiro de 3 dias por DC. O que ver e fazer na cidade que tem milhões de eventos e lugares para visitar com tempo reduzido? Quando recebemos nossos familiares por lá eu já sabia de primeira onde levar eles e por quê. Tenha em mente que serão três dias muito cansativos mas que dá pra cobrir os pontos mais importantes da cidade, gastar a sola do tênis, aprender muita história americana e perder uns quilos. Vamos as dicas.

Dia 1

Monumentos do National Mall + Tidal Basin e seus Monumentos + Holocaust Museum + Bureau of Engraving and Printing

De metrô vá até a estação Foggy Bottom e ao subir as escadas rolantes desça a 23rd St. pro lado direito. Descendo essa rua inteira, ao final você vai dar de cara com o Lincoln Memorial. Comece seu passeio por ele e aprecie a grandiosidade que é este monumento. Depois sente na escadaria de frente ao monumento e aprecie a vista do local onde Martin Luther King Jr fez seu famoso discurso I Have a Dream.  Seguindo pelo lado esquerdo veja os monumento dedicados aos que perderam suas vidas na Guerra do Vietnã. São três memoriais: O The Three Soldiers, Vietnã Women’s Memorial e o Vietnan Veterans Memorial. Siga andando em direção ao Washington Monument e pare para apreciar o lago Constitution Gardens. Há uma mini ilha no centro do lago que pode ser acessada por um caminho a pé. Ali veja os nomes dos 56 políticos e homens de dinheiro que assinaram a Independência dos EUA. Continue andando em direção ao Washington Monument e pare no imponente World War II Memorial. Um dos mais belos na minha opinião. Encontre seu estado americano do coração e tire sua selfie. Após apreciar toda a beleza deste monumento espetacular, vá até o Washington Monument. Ele geralmente é aberto para visitações como expliquei neste post. Só que no momento ele esta fechado devido a um problema no elevador principal. Mas visite ele por fora mesmo assim. Ele é muito alto e pode ser visto de várias partes da cidade (além de estar presente em vários filmes e seriados).

De frente para o Lincoln Memorial hora de caminhar de volta em direção a ele. Pare no meio do caminho no DC War Memorial que por não ser um monumento nacional mas sim do estado muitas pessoas casam nele. Na sequência caminhe até o Korean War Veterans Memorial. Fique impressionado como as estátuas parecem ser homens de verdade num campo de batalhas. Após ver este último monumento do National Mall atravesse a avenida bem em frente que se chama Independence Av SW e você já estará na entrada do Martin Luther King Jr Memorial que fica exatamente no Tidal Basin. Ali fique impressionado com as frases de impacto que foram ditas em vários discursos e sermões do pastor que tanto lutou pelo movimento Civil Rights contra a segregação racial nos EUA. Uma vez que você já esta no Tidal Basin comece a caminhar em direção ao lado direito e você chegará no meu memorial favorito: o Franklin Delano Roosevelt Memorial. O único presidente que ficou no poder por 4 mandatos seguidos e tirou os EUA da depressão no pós segunda guerra. Tão grandioso quanto o legado que ele deixou no pais. Após continue caminhando pelo seu lado direito e chegue ao George Mason Memorial um dos pais da constituição americana. Seguindo o lago ainda pelo seu lado direito você chegará ao Thomas Jefferson Memorial que também é muito bonito e fecha a parte de monumento do Tidal Basin.

Quando você chegar neste ponto você já terá percorrido 6.5 kms e aproximadamente 14 mil passos de acordo com o meu iWatch. Quando faço estes passeios por D.C no dia seguinte preciso de Tylenol para levantar da cama, mas é um exercício que vale muito a pena. Não pense que você vai descansar, agora é hora de ir ver o dinheiro ser feito no Bureau of Engraving and Printing. E na sequência hora de ficar chocada com a maldade humana no emocionante Holocaust Memorial Museum. Se você seguir este roteiro já terá aproveitado muitíssimo bem o seu primeiro dia em DC. No final do dia após tantas andanças eu me daria ao luxo de atacar uma cheesecake na famosa The Cheesecake Factory na estação Clarendon do metrô. Vai por mim.

Dia 2

Library of Congress + US Supreme Court + Capitol + US Botanic Gardens + Smithsonian Air & Space Museum + Museum of the American Indian

Vá direto para a estação Capitol South e comece seu dia ás 8 da manhã. Na Library of Congress veja o primeiro livro impresso da história entre outras curiosidades. O passeio é imperdível. Após se impressionar com o prédio suntuoso e cheio de cultura e conhecimento, vá para o prédio do lado direito e se sinta importante ao visitar a Suprema Corte americana. Se tiver sorte conseguirá pegar um tour guiado pela sala onde ocorrem os julgamentos mais importantes do país. Ao sair de lá, atravesse a rua e visite o centro do poder americano o Capitólio, um dos prédios mais emblemáticos e filmados da capital do poder. Faça o tour guiado e absorva todo o conhecimento e as informações disponíveis. Saia do Capitólio e desça a Independence Avenue pelo lado esquerdo e respire o ar puro e veja toda a beleza do US Botanic Garden. Após essa pausa para apreciar a natureza ataque um lanche no McDonalds que esta localizado dentro do Air & Space Museum e já aproveite para visitar um dos museus queridinho dos turistas em D.C. Se tiver muito cansado tente assistir um dos filmes nas salas 3D do museu que duram em média 45 minutos e são ótimos para aprender e descansar simultaneamente. Caso você tenha tempo e energia eu aconselharia uma passagem super rápida no museu do lado o do American Indian (lembrando que os museus fecham as 5 da tarde).

Neste roteiro do segundo dia a distância percorrida entre os pontos de interesse será de 3,2 kms. Lembrando que você ainda deve levar em consideração o seu tempo caminhando dentro dos museus. Pode tomar aquele shake extra no McDonald’s do Air and Space Museum afinal você estará no lucro.

Dia 3

White House + National Museum of African American History and Culture + National Museum of American History + Smithsonian National Museum of Natural History + National Gallery of Art Sculpture and Garden + National Archives

O último dia é um banho de conhecimento e cultura. Vá direto para a estação McPherson Square e de lá ande até a casa mais famosa do mundo. Sim o Obama mora ali na Casa Branca e está bem mais perto do que você pensa. Após tirar suas selfies e postar no Instagram, hora de ir em direção ao National Mall e ver todos os museus que o seu tempo permitir. Começamos pelo novíssimo National Museum of African American History que infelizmente eu não tive a oportunidade de ver pois inaugurou em outubro e nós já estávamos na África. Visite e me conte tudo o que tem de fantástico neste lugar. Na sequência vá para o museu ao lado, o American History e aprenda sobre a história dos EUA contada por eles. Se bater a fome aproveite para comer no próprio museu, pois a cafeteria deles é ótima e quase não há comida na rua se for um dia de semana no inverno. Na sequência, siga para o museu mais visitado dos E.U.A: o Museum of Natural History e se encante com tudo o que foi mostrado no filme Uma Noite no Museu. Após tirar fotos de dinossauros e afins siga para o National Gallery of Art Sculpture Garden e tome um café de frente para a fonte lindíssima rodeada de instalações de arte ao ar livre. Se você visitar D.C no inverno, a pista de patinação no gelo estará disponível no jardim. Caso seja antes das 5 da tarde de um pulo rapidamente no National Archives para ver o documento original da Declaracão de Independência americana. O documento é mantido numa sala com pouca iluminação e com controle de ar. Os americanos piram por lá.

E após andar por todos estes museus, eu aproveitaria essa última noite na cidade para andar pelo National Mall mais uma vez, só que a noite. Os monumentos sob a luz do luar são de uma magnitude absurda. Vale muito a pena.

D.C é uma cidade que passar apenas 3 dias é uma pena. Tem TANTA coisa para ver, fazer, aprender… fiquei lá por 8 meses e ainda não vi tudo. Não vejo a hora de voltar e continuar a descobrir coisas fantásticas por essa cidade linda.

Caso tenha alguma dúvida ou comentário deixa uma mensagem pra mim abaixo,

Até o próximo post  =o)

 

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Por Érica Brasilino

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The Capitol Building – Capitólio

31 de outubro de 2016

Impossível um filme que fale sobre o poder americano não mostrar o impetuoso prédio localizado no topo do Capitol Hill. Construído em 1800, destruído parcialmente pelos britânicos na Guerra de 1814 e reconstruído anos mais tarde, o Capitólio é o centro do poder onde leis são criadas, vetadas, modificadas, discutidas e afins.

Durante nossa estadia de 8 meses nos EUA visitei o Capitólio inúmeras vezes. O domo principal estava em reforma e deve ficar pronto para a posse do novo presidente em Janeiro de 2017 (as eleições americanas estão animadíssimas e os eleitores já começaram a votar). Eles oferecem visitas guiadas e para quem como eu curte política e relações internacionais é um prato cheio. Para visitar você pode tanto agendar com antecedência neste site aqui como pode ir diretamente ao balcão de informações e tentar pro mesmo dia.

Se você tiver datas certas para a sua visita a DC eu aconselho agendar o tour. Principalmente se sua visita for durante os picos de alta temporada na cidade entre a primavera e o verão. Pode acontecer de você chegar lá e não ter disponibilidade para o seu grupo no mesmo dia. Se estiver sozinho ou em dupla as chances de alguém não ir para o tour e você conseguir pegar a vaga remanescente são altas. O tour é tão legal que caso seu inglês esteja afiado vale muito a pena ver o centro do poder americano e entender o sistema deles.

O tour começa com um vídeo de aproximadamente 15 minutos chamado “Out of many, One”. O filme conta as dificuldades enfrentadas pelos americanos em estabelecer o primeiro país a viver sob o sistema como conhecemos hoje de democracia e também apresenta o prédio do Capitólio desde sua construção até os dias de hoje. Depois do vídeo, o grupo é separado em grupos menores e todos são levados a conhecer o interior do prédio, suas histórias, os políticos famosos que já passaram por lá e a visita finaliza no domo principal. Lá um dos itens da coleção de arte que mais me encantou foi o quadro de Pocahontas sendo batizada para poder casar com John Rolfe (sim sou uma romântica incurável…).

Há também uma coleção de estátuas das pessoas importantes na história dos Estados Unidos, doadas pelos estados de onde cada pessoa nasceu. Entre as estátuas presentes a que eu mais gosto é a da Rosa Parks, costureira negra extremamente importante na causa do movimento negro Civil Rights da década de 60 juntamente com Martin Luther King Jr. Caso não conheça a historia dessa mulher de fibra fantástica recomendo a leitura deste artigo aqui.

Ao final do tour os guias explicam que você pode andar pelo salão de entrada do Capitólio e ver as outras estátuas, caso tenha alguma audiência pública acontecendo no Capitólio você também pode participar, é só comparecer ao balcão de informações princiapal e se informar sobre como participar. Eu nunca vi nenhuma das sessões, mas deve ser interessante. Disponível para o público há também uma cafeteria caso você queira fazer uma refeição rápida. É possível também acessar o prédio da Library of Congress por dentro do Capitólio. Há um túnel que liga os dois prédios que estão localizados um de frente pro outro. É uma ótima maneira de evitar o frio extremo caso você visite a cidade no inverno.

Lembrando que o Visitor Center do Capitólio é aberto ao público de Segunda a Sábado das 8:30 as 16:30 exceto nos feriados do Thanksgiving, Natal, Ano Novo e posse do novo presidente. O acesso ao prédio é gratuito mas passes são necessários para visitar o dome e realizar o tour principal. Por se tratar de um prédio do governo todos os visitantes passarão por uma revista minuciosa na entrada, chegue com antecedência por conta da fila do detector de metais.

O Capitólio pode ser visto de praticamente todo o National Mall mas é melhor acessado pela estação Capitol South (linhas Azul, Prata e Laranja). Subindo as escadas rolantes siga morro acima pela saída do lado esquerdo.

 

Caso você visite o Capitólio ou tenha perguntas á respeito, deixe seus comentários no quadro abaixo,

Até o próximo post  =0)

 

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Por Érica Brasilino

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Um dia em Georgetown

28 de outubro de 2016

Georgetown é uma daquelas jóias que toda cidade grande têm, uma espécie de Jardins (bairro nobre de São Paulo) onde a história do país, casas luxuosas, lojas internacionais, culinária internacional e turistas estão por todos os lados.

Como já comentei em outro post a região é meio chata de acessar. Se você estiver de carro, estacionar nas redondezas é absurdamente caro. Caso esteja utilizando o transporte público, desça na estação Rosslyn em Virgínia e atravesse a ponte Francis Scott Key que conecta o estado da Virgínia a Washington. Falando parece longe, mas vai levar apenas uns 15 minutinhos. A vista é tão bonita que talvez leve mais tempo pois com certeza você vai querer parar para tirar fotos ❤.

Mas o que fazer em Georgetown?

The Exorcist Stairs

Locação do famoso filme O Exorcista de 1973 (aquele que a menina endiabrada vira a cabeça em 360 graus e vomita na cara do padre, um clássico), o local é visitado por muitos turistas que praticamente deitam no chão e tiram fotos simulando uma das cenas mais chocantes do filme, a morte de um dos personagens nessa escadaria. Há relatos de pessoas reais que realmente perderam suas vidas por lá por ser extremamente íngreme. Espiritualizada que sou, senti uma péssima vibe ao visitar este local, rezei até um pai nosso quando saímos de lá.

Georgetown Cupcakes

Loja de cupcakes mais famosa de Washington, a Georgetown Cupcakes tem filas enormes todos os dias por conta do enorme sucesso do programa de TV no canal TLC. A loja tem câmeras por todos os lados e você pode acessar para ver as confeiteiras em ação. Vá cedo pois é quando as filas são menores. O único porém é ficar andando com a sacola para todos os lados caso você decida não comer na loja. O estabelecimento é pequeno, então talvez você não encontre uma mesa disponível para sentar e tomar um café apreciando as delícias de lá. Já peguei filas em dia de neve, garoa e calor escaldante e garanto que não tem nada que faça as pessoas desistirem de provar os cupcakes de lá. Se for, aproveite para perguntar o sabor do dia. O cardápio deles é extenso e há sabores especiais por época do ano como abóbora no Halloween por exemplo.

The Old Stone House

Prédio mais antigo preservado em Washington DC, The Old Stone House data de 1765 quando a Colônia de Maryland ainda pertencia aos britânicos. George Washington costumava visitar o local com o arquiteto L’Enfant quando ambos estavam arquitetando a construção da capital do novo país. o prédio e seus jardins se tornaram um parque administrado pelo National Park Service. Aberto à visitação todos os dias das 11:00 às 6:00pm, exceto no Thanksgiving, Natal e Ano Novo.

Compras, compras e mais compras!

O corredor da M St. lembra muito a Rua Oscar Freire nos Jardins por ter uma seleção de lojas bem bacana. Impossível sair de lá sem uma sacola sequer. Entre as minhas lojas favoritas estão a Sephora, Lush, Apple Store, Nike, H&M e Michael Kors. Esconda os cartões de crédito.

Restaurantes

E após passar um dia aprazível pela M St. é hora de almoçar/jantar/tomar um café da tarde. As opções são inúmeras. Os meus favoritos por lá são:

Bodega – Culinária Espanhola

Ja fui lá sozinha, acompanhada, no inverno, no verão e nunca me decepcionou. Bar de tapas tipicamente espanhol, não vá pensando em grandes refeições. Tapas são porções pequenas de aperitivos para apreciar com alguma bebida. Dito isso, nossos favoritos do cardápio são as Croquetas de Pollo, Tortilla Española e a Tabla de Quesos españoles. Bravo!!!!!!

Johnny Rockets

Famosa hamburgueria decorada com o estilo dos anos 50, para aquele dia que você quer enfiar o pé na jaca e comer feito os americanos. Meus favoritos no cardápio são o milk shake de Vanilla com um Smoke House Single (um hambúrguer sensacional com bacon, onion rings, cheddar e o molho especial deles). Para acompanhar batata frita claro.

Ben & Jerry

Ao lado da Johnny Rockets caso tenha sobrado algum espaço no seu estômago eu indico um sorvetinho. Na minha humilde opinião NADA substitui o Baccio di Latte na vida, mas como eles ainda não estão no exterior a gente se vira como pode. Então meu sorvete favorito em D.C é o Ben & Jerry. Sou tarada no Chunky Monkey (banana), Peanut Butter Fudge e o Cherry Garcia (muitas 🍒).

Starbucks

E após tudo isso caso bata um soninho, hora do café na Starbucks, dispensa apresentações.

Lembrando que a partir de janeiro o futuro ex presidente Obama se mudará para este bairro lindo com sua família após o término do seu mandato. Quem sabe você não cruza com os Obamas tomando um sorvetinho por ali.

Caso você conheça Georgetown ou tenha perguntas sobre o local me deixa o seu comentário na caixa abaixo.

Até o próximo post,

P.S: Estou feliz de ter tempo de blogar novamente.

=D

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Georgetown Waterfront Park

23 de setembro de 2016

Se você estiver andando pelo bairro de Georgetown, aconselho a descer a ladeira e ir até o Waterfront Park. A área seria um parque/praça/área de lazer bem em frente ao Potomac River, onde barcos, iates e lanchas ancoram nas docas e é de onde também é possível embarcar no ferry para Old Town na cidade vizinha de Alexandria. Há restaurantes badalados que nos dias de verão competem entre si para o título de lugar mais badalado da marina.

Você pode assistir os alunos da Georgetown University praticando canoagem, olhar as pessoas se divertirem nos seus barcos e iates particulares, alimentar pássaros que estão sempre na margem do rio esperando por comida, levar seu filho pequeno para se refrescar na fonte de água dançante, há uma infinidade de opções de lazer.

A fonte de água e sem dúvida a atração principal para os papais e mamães em dias de calor. As crianças ficam ensandecidas pulando embaixo da água de um lado para o outro. Consequentemente os pais também acabam se molhando quando precisam tirar os pequenos que não querem mais ir embora. Famílias costumam ir até lá e sentar na grama para um piquenique enquanto as crianças se divertem na fonte. Muito diferente da ideia de tomar sol no Brasil, vi vários adultos bem confortáveis também tentando pegar um bronzeado por lá. Não de biquínis, mas com shorts bem curtinhos e a parte de cima do biquíni ou um top de academia maiorzinho.

Logo ao lado da fonte tem degraus onde você pode sentar para apreciar a vista. Está sempre cheio de gente e as pessoas gostam muito de tomar sorvete por ali ou alimentar patos e aves. A vista do Kennedy Center à esquerda e do complexo de prédios Watergate é lindíssima.

Agora durante o verão americano, aconteceu um festival de cinema grátis ao ar livre no final da tarde por volta das 7pm aos sábados e domingos. Lembro que um dos filmes que eles estavam passando era o desenho Inside Out (Divertidamente). A única coisa que você tinha que fazer era levar seu corpinho até o parque com uma cadeira ou toalha e confortavelmente assistir deitado na grama. Repelente é um item obrigatório nessa área devido a enorme área verde ali presente e ao calor insano de D.C.

Outra pedida bacana é almoçar ou jantar em algum dos restaurantes que estão localizados na região. Tem um italiano chamado Fiola Mare, tem três restaurantes estilo americano: Nick’s Riverside Grill, Farmers Fishers Bakers e Sequoia DC e tem dois restaurantes de frutos do mar o Toni and Joe’s Seafood Place e o Orange Anchor. Nao comemos em nenhum deles mas você pode facilmente encontrar opiniões a respeito no Foursquare, Tripadvisor ou Yelp.

Se você tiver pouco tempo na cidade vale a pena ir lá? Somente pra jantar a noite se você já estiver pela região. Como morávamos lá tivemos tempo de conhecer com calma. Não é um must see como ir aos Jardins em São Paulo por exemplo. Porém fica a dica.

Se você conhece a Marina de Georgetown ou se pretende visitar deixa um comentário na caixa de comentários,

Até o próximo post  =D

 

 

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C&O Canal Towpath

20 de setembro de 2016

O Chesapeake and Ohio Canal era uma rota marítima de aproximadamente 297 quilômetros que interligava a cidade de Washington D.C até Cumberland no estado vizinho de Maryland pelo Rio Potomac. O canal era a rota principal de cargas de carvão entre as duas cidades e foi construído entre 1828 e 1850. Ela foi utilizado até meados de 1924. Em 1954 o juiz da Suprema Corte William O. Douglas organizou uma caminhada de 8 dias pela trilha do canal, para provar que ela poderia ser utilizada como um parque para atividades ao ar livre ao invés de se tornar uma nova rodovia como estava nos planos do governo. Seus esforços não foram em vão e em 1971 o canal passou a ser parte do National Historic Park.

Durante o tempo em que moramos em Washington sempre pensei em fazer a trilha do C&O Canal. Mas ouvia dos locais que eu tinha que estar com o físico preparado para isso, pois ela é extremamente longa e cansativa. Como nossas bicicletas não estavam disponíveis e as de aluguel do D.C Bike Share não eram confortáveis para longas distâncias, sempre adiávamos a ideia e acabou que partimos de D.C para o Togo e nunca fizemos a trilha. Porém passeamos por ela perto da M Str no bairro fino, elegante e chique de Georgetown. E o pouco que vimos dessa trilha imensa já nos deixou encantados.

Se você decidir passear pela M St ou pela Georgetown Waterfront Park há varias entradinhas para o Canal. Essa da foto acima encontramos por acaso enquanto procurávamos um local para estacionar. Ja aviso que estacionar nessa região é um exercício de paciência. Se puder vá de taxi, Uber ou transporte público. Neste ponto haviam fotógrafos profissionais tirando fotos bucólicas lindíssimas e claro que me aproveitei de um deles para tirar umas fotos. Apesar de não ter levado minha DSRL Canon neste dia, um profissional sempre será um ótimo fotógrafo com qualquer câmera.

Não caminhamos muito pelo Canal uma vez que tínhamos acabado de sair de uma peça de teatro e não estávamos vestidos apropriadamente para praticar exercícios. Mas o canal continua na minha lista de must do’s de quando retornarmos a D.C.

Este blog aqui tem informações valiosas caso você planeje fazer a trilha caminhando, correndo ou de bicicleta. Boa leitura e boa sorte.

Caso você visite ou já tenha visitado o C&O Canal deixe seus comentários abaixo.

Ate o próximo post  =D

 

 

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Tour do Departamento de Estado – State Department Tour

16 de setembro de 2016

E após trabalhar por quase 9 anos para o Departamento de Estado Americano em São Paulo como uma funcionária local, eu tive a chance de visitar a sede do poder diplomático em Washington. Nunca tive a chance de visitar como funcionária, porém visitei como turista.

Na verdade eu nem sabia que era possível visitar o Departamento de Estado. E fiquei surpresa ao descobrir no guia da Lonely Planet sobre o tour. Você pode agendar o tour neste link aqui. As visitas são oferecidas diariamente, de segunda a sexta feira as 9:30, 10:30 ou 14:45.

Mas o que esperar do tour?

Este é um tour de obras de arte. Dito isso tenha em mente que crianças menores de 12 anos são desencorajadas de participarem do tour no próprio site do Departamento de Estado. Elas podem ficar bem entediadas (verdade seja dita, vi alguns adultos bocejando).

Voce verá o Diplomatic Reception Rooms e muita mobília antiga. Arquitetos, projetistas e amantes de antiguidades terão prazer em dobro se fizerem este tour. Basicamente eles mostram peças originais que foram usadas por Benjamin Franklin, Thomas Jefferson e vários secretários de estado ao longo dos anos.

Também visitará a Reception Room onde ocorrem vários jantares importantes, assinaturas de tratados, recepções de dignatários, formatura de diplomatas, etc. Para quem como eu trabalhou para eles por vários anos e entende sobre o governo, é um tour bem interessante. É algo que vale a pena desmarcar qualquer outra coisa para fazer? Não.

O prédio é super seguro, então você passará por uma inspeção de segurança mais rígida do que as dos museus. Eu já estou habituada, então pra mim não foi problema algum. E também, dois guardas acompanham o grupo o tempo todo. Ao final do tour eles levam os turistas pelo hall onde há bandeiras de todos os países do mundo que tem relações diplomáticas com os EUA. Vi a bandeira de Cuba, o último país a reatar relações com os americanos hasteada lá, mas claro que a que me deixou mais feliz foi a Brasil.

O State Department está localizado na 23rd St, e pode ser acessado pela estação Foggy Bottom do metrô.

Se você planeja visitar ou já fez o tour, deixe sua opinião nos comentários abaixo.

Ate o próximo post  =D

 

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Kennedy Center for the Perfoming Arts

13 de setembro de 2016

O Kennedy Center é o coração cultural de Washington. Aberto em setembro de 71 para homenagear o presidente John Kennedy o centro oferece cerca de 2 mil apresentações por ano (várias delas grátis). Entre as apresentações você pode ver peças de teatro, companhias de dança, concertos de jazz, ópera e milhares de outras apresentações.

Localizado à margem do Rio Potomac o centro tem uma vista privilegiada de D.C e do estado vizinho da Virgínia.

O centro pode ser visto de várias partes de DC mas uma das minhas vistas favoritas é essa acima, de quando fizemos um tour de barco pelo Rio Potomac (falarei sobre este tour num outro post).

No site do centro você pode verificar a programação e se organizar caso tenha algo interessante durante sua visita a D.C. Durante estes meses por aqui, vimos uma apresentação de Ballet russo chamada Juliet and Romeo. Confesso que não curti muito não… mas o bacana de ir neste tipo de evento é o acontecimento em si e muitas vezes não a apresentação. Eu nunca tinha ido numa apresentação de ballet. Me senti finalmente adulta pois só tinham pessoas mais velhas do que eu na audiência. No momento está em cartaz o Fantasma da Ópera, mas infelizmente não teremos tempo de assistir. A programação completa você pode acessar clicando aqui.

O centro oferece todos os dias às 6 da tarde um evento gratuito. Porém é aconselhável ir cedo durante o dia para pegar tickets para o evento pois eles se esgotam rapidamente. Como cada dia é um espetáculo diferente, fique de olho na agenda cultural deles ou ná página deles do Facebook.

Caso você não esteja interessado em nenhum destes eventos, vá para tirar fotos. O centro é lindíssimo e a vista do terraço é simplesmente uma das mais lindas de D.C.

A foto abaixo foi tirada do terraço, podemos ver o Rio Potomac,  a marina e o bairro de Georgetown do lado direito (um dos bairros mais caros de D.C e futura vizinhança do presidente Obama) e a Theodore Roosevelt Island no lado esquerdo.

E na foto abaixo outra vista do terraço do Kennedy Center: Lincoln e Washington Monuments no horizonte.

O centro oferece tours gratuitos diariamente, onde eles falam sobre a vida e a importância do presidente John F. Kennedy Jr. para os EUA, como foi fundado o centro e outras curiosidades sobre um dos presidentes mais importantes da história americana. Os tours não precisam ser agendados, é só comparecer ao balcão de informações. Eles acontecem todos os dias de dez em dez minutos.

O Kennedy Center está aberto todos os dias das 10am as 5pm e a entrada e gratuita. Há vários shows grátis e pagos. Os preços variam de acordo com o tipo de show podendo chegar ate a U$300 por pessoa. Para visitar o terraço não precisa pagar nem agendar tour. A melhor forma para acessar o centro é pela estação de metrô Foggy Bottom. Há um ônibus do próprio centro que faz o traslado de 15 em 15 minutos, da estação para a entrada principal do centro. Apesar de ser super perto ele é meio chatinho de chegar, pois esta entre duas grandes rodovias.

Se visitar o Kennedy Center aproveite para dar uma olhadinha no prédio ao lado o complexo Watergate. Super famoso pelo caso Watergate da década de 70 que levou à queda do presidente Richard Nixon. Watergate também foi residência da famosa estagiária Monica Lewinsky aquela que deu sérios problemas para o presidente Bill Clinton por conta de um famoso encontro no salão oval da Casa Branca e do fatídico vestido azul.

Abaixo o complexo de residências e escritórios Watergate visto pelo Rio Potomac.

Caso você visite ou já tenha visitado o centro ou o Watergate deixe seus comentários na caixa abaixo.

Ate o próximo post =D

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Vizinhança da Casa Branca – Parte 2

09 de setembro de 2016

Continuando nosso passeio pela vizinhança da Casa Branca que começou neste post aqui, hoje falo sobre o que mais você pode ver uma vez que já esta nessa área da cidade.

 

Saindo da Renwick Gallery e descendo a 17th St em direção ao National Mall, pare em frente ao Corcoran Gallery of Art. O prédio por si só impressiona de tão bonito. Infelizmente a galeria de arte esta fechada neste momento (agosto/2016) mas você pode tirar fotos lindas do prédio pelo lado de fora.

Logo atrás do Corcoran você encontra o Octagon Museum. É um museu administrado pela associação de arquitetos de D.C e é uma casa tombada como National Historic Landmark. A casa foi construída em 1799 pelo primeiro arquiteto do Capitólio e hoje tem exibições que mostram a arquitetura e mobília da época em que foi construída.

Voltando para a 17th St, o próximo prédio suntuoso é o da American National Red Cross. Este prédio homenageia tanto as mulheres que serviram durante a Guerra Civil Americana e também é o quartel general de uma das organizações mais conhecidas no mundo. Para quem não sabe, a Cruz Vermelha é uma instituição humanitária que ajuda países necessitados ao redor do mundo após desastres de grandes proporções. Neste prédio há uma janela feita pelo filho do dono da joalheria Tiffany’s chamado Tiffany Window. Esta é a única janela feita por ele que esta em seu local original. Construída na época por U$10 mil dólares hoje não se fala em valores, porém especialistas acreditam que valem milhões de dólares.

O prédio ao lado da Red Cross é o DAR – Daughters of the American Revolution. Essa organização é basicamente destinada para descendentes de pessoas que lutaram pela independência americana. Para se associar, a pessoa deve ter no mínimo 18 anos de idade. Eles tem aproximadamente 180 mil membros associados pelos EUA e por todo o mundo. Essa associação era predominantemente branca, porém na década de 60 por conta da luta do movimento Civil Rights eles passaram a aceitar negros e qualquer outra minoria que comprovasse ser descendente de pessoas da época da revolução. O DAR é considerado o maior prédio do mundo dirigido apenas por mulheres. Tambem é considerado uma das maiores bibliotecas de árvore genealógica existente atualmente.

Siga caminhando para o próximo prédio em direção ao National Mall e você estará em frente ao Organization of American States. Essa organização reúne os países das Américas do Norte, Central e do Sul para promover a unificação, cooperação e a paz entres os países das Américas. Tentei visitar o museu deles que fica localizado na parte de trás do prédio, porém estava fechado para reformas. Tentei em março/2016, então não sei precisar se já está aberto ao público.

Seguindo à sua esquerda você estará em frente ao enorme gramado verde conhecido como Ellipse. O Ellipse geralmente é aberto ao público e sempre há várias atividades nele ao longo do ano. Porém a mais famosa para quem mora na cidade é a National Christmas Tree. É algo como a árvore de natal do Ibirapuera para nós de São Paulo. O Ellipse e simplesmente enorme e você pode ficar bem cansado se quiser caminhar por ele.

Se você tiver tempo para ver tudo isso vale a pena. Como eu moro aqui eu fiz em dias diferentes pois essas caminhadas podem ser bem cansativas. Claro que muitas vezes as pessoas não tem o tempo que eu tenho e cortam pela metade os passeios. Caso você passe rapidamente de carro/ônibus/táxi/Uber em frente a estes prédios já saberá do que se trata.

Eu não entrei em nenhum destes prédios – (atualização do dia 9 de Setembro ao revisar este texto) – entrei no American Red Cross no meu último dia antes de sair de D.C em Agosto. Vou fazer um post específico sobre como fazer um tour guiado por lá. Vou deixar os links de cada instituição abaixo e se você tiver tempo e curiosidade por alguma dessas instituições poderá se informar melhor.

Corcoran Gallery of Art: http://www.corcoran.org

Octagon Museum: http://architectsfoundation.org/preservation/

American National Red Cross: http://www.redcross.org/about-us/history/explore-our-history

Daughters of the American Revolution: http://www.dar.org/national-society/visitor-information/plan-your-visit

Organization of American States: http://www.oas.org/pt/default.asp (em português)

The Ellipse: https://www.nps.gov/whho/planyourvisit/explore-the-southern-trail.htm#CP_JUMP_2801867

Caso você tenha visitado algum destes locais ou planeje visitar, deixe seu comentário abaixo.

 

Até o próximo post  =D

 

 

 

 

 

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