Posts arquivados em: Mês: Março 2017

EUA O que fazer em Washington DC Washington

Newseum – Museu da Notícia

31 de Março de 2017

O post de hoje é sobre um dos museus mais interessantes de Washington, o Newseum – Museu da Notícia (tradução livre), que está localizado perto do National Mall e do Capitólio.    O Newseum é um museu digital que defende a liberdade de expressão e de imprensa, e procura mostrar através de exibições, como a mídia livre é capaz de ajudar a escrever a história da humanidade.


Localizado na 555 Pennsylvania Avenue, o Newseum é um dos únicos museus pagos da cidade. A entrada custa U$21 porém, você tem direito a dois dias seguidos de acesso com uma entrada. Caso não consiga ver todo o museu num dia, poderá voltar no outro de graça para finalizar o seu passeio. Visitei o museu um pouco antes de mudar de DC e confesso que deveria ter ido lá mais vezes mesmo sendo pago. O museu teve um impacto muito grande sob a minha perspectiva/idéia sobre a cultura americana e como eles tratam a liberdade de expressão (mesmo ultimamente ela tendo passado por alguns “challenges” por lá).

Logo na entrada do museu todos os dias são expostas as manchetes dos principais jornais do mundo inteiro. Essa exibição é gratuita e pode ser vista por quem passa pela calçada. Uma ótima maneira de se manter informado seja você de onde for.

Eles tem várias exibições entre fixas e temporárias. As que eu mais gostei foram:

Pulitzer Prize Photographs Gallery: Nessa exibição você pode ver as fotos ganhadoras do maior prêmio jornalístico do mundo. A foto que mais impressionou e que eu já conhecia a história por trás da foto é a Starving Child and Vulture do fotógrafo Kevin Carter de 1993. Quando fiz aulas de fotografia, essa foto foi tema de uma das minhas aulas e sempre me assombrou. Ver a original exposta no museu foi impressionante. Caso tenha curiosidade sobre a foto e o autor, você pode ler mais sobre a obra aqui.

NBC News Interactive Newsroom: Nessa exibição você escolhe se será um apresentador de telejornal ou repórter e grava num estúdio de verdade uma matéria de 4 minutos que pode ser sobre futebol americano, previsão do tempo ou uma entrevista em estúdio. Fiquei sentada assistindo vários alunos brincarem de repórter e achei bem bacana.

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Journalists Memorial: Um painel gigantesco com o nome de jornalistas que morreram no mundo apenas por perguntar algo que não deveria ser perguntado ou por escrever um artigo que não deveria ser publicado. Vi neste mural o nome do Tim Lopes, jornalista da Rede Globo assassinado por traficantes no Rio de Janeiro. Você pode acessar a informação que está no mural neste link interativo.

Berlin Wall Gallery: Uma das mais interessantes exibições do museu, lá você pode ver ao vivo e a cores um fragmento do Muro de Berlin e uma das torres de observação em tamanho real. É impactante ficar em pé em frente ao muro que dividiu um país por tantos anos e fez tantas pessoas sofrerem. Imaginar a separação entre famílias e amigos é muito forte.


9/11 Gallery Sponsored by Comcast: A galeria mais impactante de todas pra mim, talvez porque eu lembre mais vivamente do dia do ataque de 11 de Setembro do que da queda do Muro de Berlim, nessa exibição você tem acesso a informações de como as redes de televisão e os fotógrafos nos EUA reagiram ao ataque ás Torres Gêmeas. Entrevistas em primeira pessoa fazem você se emocionar com os relatos de quem estava naquele dia fatídico tentando contar ao mundo o terror que assolou NYC. Neste link aqui você pode assistir a uma das várias entrevistas em exposição no Newseum. Impossível não chorar nesta parte do museu.

Você também pode visitar o terraço do museu e ter uma vista fantástica dó Capitólio e da National Gallery of Art. É de tirar o fôlego.

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Este é um dos lugares em DC que você tem que visitar. Mesmo sendo pago, acho válida a afirmação americana de que o direito de expressão é um dos mais importantes e isso tem impacto diretamente com tudo o que está acontecendo no mundo atualmente. Ter acesso á informação não apenas é um direito do cidadão mas também é dever do Estado. Por morar num local onde as pessoas não conseguem exercer este direito, hoje vejo como sou sortuda de ser nacional de um país que apesar de todos os problemas, as pessoas se expressam e conseguem unidas mudar a história de alguma maneira.

Caso você visite o Newseum ou tenha mais perguntas a respeito, deixa uma mensagem nos comentários,

Até o próximo post. =0)

 

 

 

 

 

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Por Érica Brasilino

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EUA O que fazer em Washington DC Washington

Shenandoah National Park

28 de Março de 2017

A primeira vez que eu ouvi falar do Shenandoah National Park, foi numa foto no perfil do Facebook de uma conhecida. Ela tirou uma foto tão magnífica das árvores alaranjadas no outono americano que eu fiquei enlouquecida e fui pesquisar a respeito. Passamos oito meses em DC e eu sabia que não estaríamos lá para ver a mudança na vegetação, porém por tudo o que eu pesquisava a respeito, valia muito a pena visitar o parque mesmo assim.

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Shenandoah fica no estado da Virgínia e foi estabelecido em 1935. Uma viagem de 40 minutos de carro partindo de Washington e você já está na entrada norte do parque. Ele é famoso por ter sido habitado pelos colonizadores e índios americanos. Hoje há uma variedade de atividades que você pode fazer no parque como caminhadas, trilhas, acampar, andar a cavalo…

Quando visitamos Shenandoah optamos por seguir a Skyline Drive. Basicamente é a rodovia que corta o parque de norte a sul com 169 quilômetros de extensão. Ao longo da estrada você pode apreciar a natureza, a fauna, flora e consegue acessar inúmeras trilhas entre elas a mais famosa de todas a Appalachian Trail. Como na mesma rota carros dividem espaço com pessoas a cavalo, motos, bicicletas e afins, deve-se manter uma velocidade baixa durante todo o percurso. Por essa mesma rota é possível acessar o Visitor’s Center, a área de acampamento e também os resorts que estão localizados dentro do parque caso você decida pernoitar por lá. Como morávamos relativamente perto voltamos no final da tarde pra casa.

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Este é um passeio para quem curte a natureza, quem curte dirigir por lugares verdes e ouvir apenas o som dos pássaros. Aconselho a tirar um dia para fazer sem pressa. No dia da nossa visita, fomos agraciados com a visão de um urso e.n.o.r.m.e bem na nossa frente. Eu tremia tanto que não sei como consegui tirar foto dele. Eu estava com a cara enterrada na câmera quando o carro parou abruptamente e senti o braço do meu marido me segurando. Ele falou com a maior calma do mundo: “não grite e não faça movimentos bruscos”. De repente lá estava ele, enorme, marrom e imponente bem na frente do nosso carro. Ele atravessou a rodovia com a maior calma do mundo. Tivemos muita sorte pois ele atravessou bem devagar e todos os outros carros atrás de nós não entendiam porque tínhamos parado de repente e quando finalmente se deram conta, ele já estava entrando na mata outra vez. Como foi na época daquele filme O Regresso do Leonardo di Caprio meu maior medo era que ele viesse na nossa direção e nos atacasse. Mas pelo visto ele já esta mais habituado a humanos do que nós a eles.

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Após nosso encontro com o Zé Colméia (hahaha), continuamos dirigindo pelo parque e vimos uma coruja sensacional voar bem a nossa frente. Já era por volta de 5 da tarde e já ia começar a escurecer. Ficamos impressionados pois não é sempre que você vê corujas assim em plena luz do dia voando baixo. Essa não tive tempo de tirar foto (infelizmente).

Nós gostamos muito dos parques nacionais nos EUA, eles são sempre lindos para visitar e entrar em contato com a natureza. Aqui na África sentimos muita falta de poder dirigir ou caminhar por um lugar calmo, bonito e preservado. Acho que neste aspecto os EUA são sensacionais pois tem lugares magníficos onde você não precisa gastar nada para se divertir.

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Nós temos uma lista que inclui o Zyon e o Yosemite para visitar nas próximas idas para lá. Na Flórida já andamos de moto por dentro do Everglades tanto em dia de sol como num dia de tempestade absurda (será tópico para um outro post futuro).

Caso você tenha curiosidade você pode verificar o site oficial do Shenandoah National Park clicando aqui. Lá você terá todas as informações para poder planejar melhor a sua visita.

E você, conhece algum national park por lá que vale a pena a visita? Compartilha comigo.

Ate o proximo post  =0)

 

 

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Por Érica Brasilino

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Estilo de Vida Livros

Como organizar a sua casa e viver com menos?

24 de Março de 2017

Quando passei por São Paulo no último mês de agosto, minha amiga carioca Juliana do Ela Disse foi me visitar na cidade. Como boa anfitriã que sou, levei a Ju para o Conjunto Nacional na Paulista e lá demos uma passadinha pela Livraria Cultura. E no meio de tantos livros legais nos deparamos com o livro Reorganize a Sua Casa da Geralin Thomas. Como estava de mudança, o livro veio no momento certo. Ele dá dicas preciosas de como organizar melhor cada cômodo da sua casa para ter uma vida melhor, uma casa mais organizada e ter mais prazer de viver nessa casa. Não pensei duas vezes e comprei o livro mesmo com a mala já abarrotada de coisas para trazer para Lomé vinda de Washington DC. Eu sempre fui compradora compulsiva então organizar uma mudança não foi tarefa das mais fáceis. Quem não gosta de uma liquidação?

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Os Delírios de Consumo de Becky Bloom.

Quando estava organizando minha primeira saída do Brasil tive de me desfazer de itens que tinha acumulado durante minhas viagens aos EUA. Com a idéia de que talvez fosse demorar a voltar lá eu sempre comprava compulsivamente. Eu tinha caixas e caixas com itens fechados em casa de maquiagem, cremes para o corpo, cremes de cabelo, cabides, material de escritório e mais um monte de coisas que quando chegamos no Walmart da vida achamos que precisamos e compramos no impulso. Doei várias coisas para a minha mãe e o que não dei pra ela decidi colocar a venda no meu FB. Minhas amigas fizeram a festa e eu fiz uma graninha extra. Aproveitei também para doar peças de roupa que eu não usava a mais de uma estação (convenhamos se não usei até agora… não tinha porque fazer peso na minha mala…).

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Sex and the City

Ao chegar no Togo recebemos cerca de 200 caixas na mudança. Foi uma loucura. Tinham coisas que não víamos desde 2014 quando empacotaram nossas coisas pela primeira vez. Cada caixa aberta era uma surpresa porque honestamente haviam coisas que eu nem lembrava mais que tínhamos. Como eu ja tinha finalizado a leitura do Reorganize a Sua Casa, eu já estava preparada para me livrar de muitas coisas. Doamos muitos itens para a nossa ajudante e para os vizinhos. O livro oferece planilhas que ajudam você a determinar o que realmente é necessário e o que você está guardando apenas por guardar. Confesso que eu consegui liberar muito espaço mas ainda estou tentando doar mais coisas do marido, uma vez que como todo americano, ele adora comprar e acumular.

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A autora também tem uma página (em inglês), a Metropolitan Organizing, onde ela dá dicas e disponibiliza gratuitamente várias outras planilhas para ajudar na sua organização. É especialmente legal para recém casadas que de repente precisam criar uma rotina para dar conta de tudo e não sabem por onde começar. É uma boa idéia adaptar para a sua realidade e incluir a família na ajuda para manter a casa em ordem.

E você, tem alguma dica de livro, site, planilha, para compartilhar?

Até o próximo post  =0)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Por Érica Brasilino

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EUA O que fazer em Washington DC Washington

DEA Museum – Museu da Narcóticos

21 de Março de 2017

E quem diria que há um museum fora da área metropolitana de DC totalmente dedicado ao DEA (Drug Enforcement Administration) ou se você preferir a Narcóticos. Pois sim e hoje falo sobre ele.

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Credito: http://www.deamuseum.org

Localizado na Virgínia na estação de metro Pentagon City este museu e rico em informações sobre o efeito das drogas nos seres humanos e a luta do DEA contra o trafico de drogas nos EUA. O museu não atrai 1/20 dos visitantes que se acotovelam no Smithsonian no National Mall, mas é uma jóia escondida para quem gosta de informações e adora visitar lugares que a maioria das pessoas não visitam.

A exibição mostra o inicio do consumo de drogas desde a antiguidade quando o opium era inalado pela burguesia, passa pela plantação de coca na China, ate os dias de Pablo Escobar e a atualidade. Há também uma coleção incrível de objetos que já foram utilizados para esconder e traficar. Você também pode ver alguns objetivos extremamente caros e de luxo que foram confiscados pela policia de traficantes famosos como o El Chapo. O museu também traça uma linha do tempo sobre as drogas mais utilizadas em cada época como morfina, cocaína, psicodélicos, heroína e maconha.

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Credito: http://www.deamuseum.org

Confesso que a parte que mais me chocou foi a que fala sobre a Coca Cola que no inicio era um remédio e acabou se tornando uma bebida. Por isso tantas pessoas são viciadas no refrigerante no mundo hoje. Uma das exibições também fala sobre o abuso no uso de drogas prescritas e controladas (como a que levou a morte o cantor Michael Jackson). Há também um display chocante com mugshots (fotos de pessoas reais que foram fichadas pela policia) em vários estágios do vicio. E de cortar o coração

Se você ficou interessado o DEA Museum funciona de terça a sexta das 10:00 as 16:00. Fecha em todos os feriados federais. Desça na estação Pentagon City, suba as escadas rolantes e pegue a saída a sua direita. Você estará de frente ao Pentagon City Mall (do outro lado da rua). O museu esta dentro do prédio do DEA a sua direita.

E você já visitou ou planeja visitar o DEA Museum? Compartilha como a sua experiência

Ate o próximo post  =0)

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Por Érica Brasilino

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Viagens

Primeira viagem de avião, o que fazer?

17 de Março de 2017

As passagens foram compradas, as malas já estão prontas e chegou o grande dia da sua primeira viagem de avião… mas o que fazer? No post de hoje explico passo a passo como é viajar de avião em vôos nacionais e/ou internacionais.

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Crédito: http://www.avioesemusica.com

Você optou por viajar no segundo meio de transporte mais seguro do mundo, os aviões perdem apenas para os elevadores neste quesito. Claro que infelizmente quando um cai o número de vítimas é muito grande e a mídia fica em polvorosa assustando mais ainda quem tem pavor da idéia de voar, porém te garanto que voar além de rápido é mais seguro do que o automóvel.

A primeira dica como comissária de bordo formada que sou é, um dia antes e no dia da viagem evite a todo custo comer qualquer alimento que cause gases como feijão, batata, ovos, repolho, batata doce, salsicha, melão,  entre outros. A altitude faz com que os gases se expandam dentro do seu corpo e isso pode causar incômodo intestinal.

No dia do vôo se ele for nacional o ideal é chegar ao aeroporto duas horas antes do vôo, para vôos internacionais eu aconselho três horas antes. Sempre vejo os sites/blogs dizerem uma hora para nacionais e duas horas para internacionais… this is bullshit. Chegar uma hora antes de qualquer vôo é a pior besteira que você pode fazer. Até porque você não quer correr o risco de não embarcar porque a fila na segurança estava enorme.

Quando você se deslocar para o aeroporto não é necessário levar o comprovante de compra impresso. Hoje em dia existem cartões de embarque eletrônicos com o código de barras disponível para o App Wallet da Apple. Você apresenta apenas a tela do celular e o funcionário da cia aérea já te localiza no sistema. Se você for old school imprima e seja feliz (eu sou super encanada e levo tudo impresso). Vôos nacionais você precisa apenas do RG com menos de dez anos de emissão para viajar. O mesmo vale para vôos para países que façam fronteira com o Brasil. Caso você vá para um país que não faça, você precisará de passaporte e fique atento caso o país em questão exija um visto de entrada.

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http://www.lowcostportugal.net

Ao chegar ao aeroporto informe ao taxista ou ao seu amigo/familiar que está te levando qual cia aérea você voará. É muito mais fácil desembarcar do carro no terminal da cia ao invés de você andar quilômetros desnecessariamente para achar o balcão de check in. Ao chegar ao balcão, entregue seu documento de identificação e eles irão emitir o seu bilhete de embarque e irão recolher a sua bagagem, caso você vá despachar alguma. Após fazer o check in, é hora de passar pela segurança. O processo de segurança pode variar um pouco de país para país ou de aeroporto para aeroporto, porém na grande maioria você precisará colocar sua bolsa e mala de mão numa esteira e essa bagagem será scaneada por um computador para averiguar se você leva algo que cause algum risco aos passageiros. Em alguns países como os EUA eles exigem que você fique descalço, tire cintos, blusas de frio, chapéu, óculos escuros e tire todos os equipamentos eletrônicos de dentro das bolsas. Por conta dessa etapa eu sempre viajo com roupas extremamente confortáveis e fáceis de serem revistadas e retiradas se necessário. Viajar por si só já é um estresse… não tem porque dificultar a vida dos agentes de segurança e dos demais passageiros que estão logo atrás de voce na fila (infelizmente nem todo mundo pensa assim 🙁 )

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Crédito: http://www.aa.com

Após passar pela checagem de segurança você muito provavelmente cairá dentro de um Dufry – Duty Free, principalmente se estiver indo pro exterior. Eu o aconselho a não gastar dinheiro agora. Você não vai querer começar a sua viagem já com peso extra uma vez que você terá a oportunidade de passar pelo mesmo Dufry na volta. Segure a emoção (e a carteira). Dependendo do aeroporto que você estiver, a espera não é tão ruim. Quando estou no Brasil vindo pra fora eu aproveito para comer tudo o que posso e mais um pouco, uma vez que quem mora fora sempre sente muita saudade da comida de casa. O meu aeroporto favorito por ordem de amor são o MIA Miami International (que tem um mexicano chamado Antojitos maravilhoso), o GRU Guarulhos International que agora tem Olive Garden e Red Lobster, o Barajas International em Madri na Espanha e o Internacional de Lisboa em Portugal. Estes quatro oferecem comida e wifi decente, caso sua espera seja muito grande não será tão desesperadora assim.

Após passar pela segurança e não falir no Dufry é hora de sentar e relaxar. Localize pelos monitores espalhados pelo aeroporto o seu portão de embarque. Dica de ouro, se você estiver embarcando em Congonhas fique de olho a cada 5 minutos. Eles são famosos por mudarem o portão de embarque no último segundo. Ao localizar o seu portão sente perto dele, leia um bom livro, escute música, faça check in no FB, ou seja, espere o seu momento de embarcar. Geralmente 40-30 minutos antes do vôo sair o procedimento de embarque é inicializado. Não é necessário fazer fila desesperadamente achando que o avião não terá um assento para você (odeio isso). Os funcionários da cia chamarão as prioridades, depois a primeira classe, depois os intermediários e depois todo o povão (eu sempre estou inclusa no povão). Eles irão scanear o código de barras do seu tíquete e você poderá finalmente embarcar. Haverá uma comissária/o na porta do avião para lhe indicar de que lado é a sua poltrona de acordo com o que está escrito no seu bilhete. Haverá um compartimento acima do seu assento chamado bagageiro (overhead bin) e você poderá acomodar sua bagagem lá. Sente no assento definido na sua passagem e afivele os cintos na posição vertical. Não se esqueça de deixar a mão seu entretenimento de bordo como revistas, gibis, palavras cruzadas, iphone, ipad, e-reader, computador. Lembrando que os eletrônicos devem estar desligados para pousos e decolagens porém, durante o vôo o uso no modo avião é livre.

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Crédito: Google.com/Images

Antes do avião decolar os comissários irão oferecer balas. ACEITE. Elas servem para você mastigar enquanto o avião levanta vôo para evitar que o seu ouvido “feche”. Durante o pouso e a decolagem os comissários assim como você deverão permanecer sentados e com os cintos afivelados, por isso nada de apertar o botão de chamada de comissários pois eles não poderão te ajudar.

Quando o comandante apagar o aviso de afivelar cintos você poderá ir ao banheiro e se esticar um pouquinho. Nestes primeiros 20-30 minutos os comissários estarão preparando o serviço de bordo. Se for um vôo longo há chances de servirem almoço, jantar ou café da manha. Não espere nada 5 estrelas, somente algo decente para te segurar a fome até o destino final. Evite pedir para repetir… geralmente o número de refeições é contado.

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Crédito: http://www.stern.de

Durante o vôo pode ocorrer turbulência. Caso isso ocorra os aviões e a tripulação são preparados para passar por isso. Fique calmo que tudo ficará bem. Evite beber bebida alcoólica durante o vôo, a alta altitude faz com que fiquemos bêbados muito mais rápido.

Ao chegar ao destino caso seja internacional, os comissários passarão formulários de imigração que devem ser preenchidos antes do avião pousar. Por isso é importante manter os dados do hotel e/ou amigo que vai te hospedar em mãos. Quando o avião chegar ao aeroporto pode demorar pelo menos uns 20 minutos até ele taxiar (manobrar) na pista e chegar ao portão para desembarque. Não adianta ficar desesperado e já levantar, tenha paciência e espere ate todos serem autorizados a sair. Lembre-se de sua bagagem no compartimento acima de sua cabeça e verifique se não deixou nenhum pertence para trás.

Ao desembarcar lembre-se de verificar em qual esteira suas bagagens serão entregues. Pode acontecer de você ter que esperar pelo menos de 30-60 minutos para conseguir a bagagem.

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Crédito:http://www.oglobo.com

Então é isso, este post foi um pequeno resumo do que seria uma viagem de avião. Espero que te ajude a ter uma ideia do que te espera caso você tenha acabado de comprar sua primeira passagem. Desejo uma ótima viagem, com grandes recordações e muito divertimento.

Ate o próximo post  =)

 

 

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Por Érica Brasilino

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Africa Benin

Ouidah – Benin

14 de Março de 2017

Este é um daqueles posts que eu quero muito escrever mas não sei por onde começar… Antes de vir para a África eu achava que sabia sobre a história do meu país e nossos antepassados, achava que as aulas de História na escola tinham me ajudado a moldar a minha personalidade e a entender quem eu sou ou de onde vim. Ledo engano… Vir para este lado do oceano não apenas está me transformando como pessoa mas tem me ensinado muito sobre valorizar as minhas origens e ter orgulho disso.

Ouidah é uma das cidades mais famosas do Benin, país localizado no Oeste da África. Colonizado por portugueses em 1580 a cidade é famosa por ter sido a terceira maior exportadora de escravos para o Brasil e as Américas e o maior porto escravocrata do Oeste da África.

Passamos apenas 3 dias no Benin mas já sabíamos que Ouidah seria parada obrigatória. Saímos de Cotonou a capital e ao invés de seguir a rodovia principal decidimos seguir uma avenida secundária chamada Route des Pêches que era visível no Google Maps e aparentemente teríamos a companhia do mar até lá. A estradinha era uma das mais esburacadas que já pegamos mas o visual foi sensacional. O trajeto levou aproximadamente 1 hora.

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No caminho a primeira parada que fizemos foi ao avistar um grupo de pescadores recolhendo a rede do mar. É uma das atividades mais bonitas em grupo que eu já presenciei na vida. As redes tem mais de 3 quilômetros de extensão e eles fazem um ritual onde um dos pescadores toca um tambor em agradecimento aos orixás/deuses pelo alimento e pelo trabalho concedido. Essas redes ficam na água durante toda a noite e são retiradas de manhã. Geralmente todos os homens da vila ajudam. Enquanto o tambor é tocado ele dá o ritmo para que todos puxem a rede simultaneamente. É triste mas muito me lembrou os filmes sobre escravidão onde eles também remavam no porão dos navios negreiros no mesmo ritmo…

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Crédito: Stefan Heunis for GettyImages

Quando tentei tirar fotos uma das esposas dos pescadores foi bem agressiva comigo e disse que se eu quisesse fotos teria que pagar 25000CFA (aproximadamente R$130) para a associação de pescadores, ou então ela iria me bater. Sim… ela foi extremamente enfática e me mandou abaixar a câmera. Eu disse a ela que pagaria porém não aquele valor uma vez que o salário mínimo local mensal é este valor. Não entramos em um acordo e eu disse a ela que veria as imagens de graça pelo Google. Foi bem estressante e num francês macarrônico tanto da parte dela como da minha parte. Consegui uma foto de longe e de dentro do carro, mas conseguimos assistir parte do trabalho deles. Nós não nos sentimos seguros por lá uma vez que os olhares (de raiva, rancor, ódio, inveja…não sei distinguir) estavam muito intensos pro nosso lado e decidimos ir embora. Uma pena.

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Voltamos para a nossa linda estrada esburacada e avistamos um dos templos mais importantes do Voodoo no Benin, o Temple Vaudoum Adahouto Houta. Como já tínhamos passado um perrengue com os pescadores decidimos por não sair do carro nessa parte do país. Somos dois estrangeiros com um carro enorme numa parte não visitada frequentemente por turistas. Não dá pra saber quem vai nos receber com animosidade ou não. Porém vi um altar para uma entidade na porta do templo e pelo pouco conhecimento que tenho do Candomblé no Brasil acredito eu que se tratava de um exu Tranca Rua. Sendo ele ou não eu pedi licença por ter tirado uma foto e seguimos viagem.

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Chegamos finalmente a Ouidah e eu já estava numa ansiedade absurda. Ao me dar conta de que estava pisando onde milhões de pessoas pisaram pela última vez antes de entrarem em embarcações rumo ao meu amado Brasil me abateu de uma maneira sem igual. Fui acometida de uma tristeza muito grande e uma vontade enorme de chorar.


Como tudo na África, a cidade é bem pobre, e apesar de ser tombada como Patrimônio Mundial da Unesco, isso não significa que ela tenha uma estrutura turística adequada. Seguindo a indicação do Google Maps encontramos a Floresta Sagrada, onde os escravos passavam por um ritual de esquecimento antes de embarcarem rumo ao trágico destino desconhecido.


Confesso que não entramos. Eu não me senti pronta para entrar lá. Disse ao marido que se ele quisesse ir por mim não teria problema, eu o esperaria no carro. Me bateu uma angústia, aflição, desespero, opressão no peito. Um dos guias que aguardavam trabalho do lado de fora da floresta nos abordou e tentou me persuadir a entrar. Eu expliquei para ele que era brasileira e que sabia o que era o voodoo. Conversamos sobre o Candomblé, Umbanda e a herança africana na cultura brasileira e ele entendeu que não conseguiria me fazer entrar lá. Como uma pessoa que já leu muito sobre religião eu acredito que exista o bem e o mal e acredito que ainda hajam poderes naquela floresta que vagam por lá. E eu não estava preparada psicologicamente e espiritualmente para entrar. Quem sabe eu volte? Afinal estamos a apenas duas horas de carro de lá.

Depois da floresta visitamos o Temple des Pythons. Na entrada haviam dois senhores que logo eu reconheci suas vestimentas. Expliquei ao Ezio que eles eram considerados “pais de santo”como chamamos no Brasil. Eles perguntaram de onde éramos e quando eu falei Brasil pra minha surpresa ele me soltou um “Oi como vai você?”. Na cidade existe um número enorme de descendentes de escravos que após a abolição no Brasil, voltaram para Ouidah e seguiram suas vidas. Os De Souza, De Almeida, Oliveira estão espalhados pela cidade. Foi como conversar com um velho amigo e ouvir histórias que nossos professores não nos contaram no colegial.
Dentro do Templo conhecemos a árvore sagrada, local onde todas as tarde um animal é sacrificado para a grande Python. As cobras são veneradas nessa cidade como fonte de poder para os sacerdotes do voodoo. Pessoas do mundo inteiro praticantes da religião visitam o templo uma vez na vida para poder se energizar. Na segunda semana de janeiro é quando acontece o festival anual do fetiche e o templo tem o pico de turistas por dia. Lá tem uma oca com as 50 cobras sagradas do fetiche e o guia queria muito que eu entrasse lá. Claro que eu educadamente recusei (algo que o ofendeu tremendamente), mas antes ele se sentir ofendido e eu sair de lá viva do que ele ficar feliz que eu entrei e ser atacada por cobras. Por mais que ele tenha falado que elas não atacam por serem sagradas a única coisa que passava pela minha cabeça era a que eu morreria sem atendimento médico adequado caso uma delas decidisse me dar uma mordidinha. No… thanks.


O máximo que fiz foi tirar uma foto com ela perto… mais que isso, no way.

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De lá seguimos a Route des Esclaves que é a avenida principal da cidade que leva do centrinho de Ouidah para a praia. Os escravos após passarem pelo ritual do esquecimento na Floresta Sagrada desciam essa avenida acorrentados e ficavam ali esperando o momento de embarcar.


E fechamos nossa visita a Ouidah na Porte du Non Retour, monumento erguido onde aproximadamente 222 mil escravos embarcaram rumo ao Brasil e as Américas. O interessante foi presenciar um número sem fim de ônibus de turismo chegando abarrotado de pessoas por todos os lados com africanos de todas as idades aprendendo sobre suas origens. Fiquei muito emocionada.

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Confesso que não imaginei que ficaria tão abalada ao visitar Ouidah, aprendi muito e finalmente fiquei com vontade de ir a Salvador conhecer o Pelourinho e a Casa do Benin na capital da Bahia. Estar aqui deste lado e ver sobre outra perspectiva como foi a ida dessas pessoas que se misturaram aos indígenas e aos portugueses e deram origem ao nosso povo é muito gratificante. Ver a questão do negro na sociedade africana/brasileira/portuguesa e entender como temos uma dívida histórica com eles é algo que levarei comigo para sempre. Sou tremendamente grata da oportunidade de presenciar com os meus olhos tudo o que tenho aprendido ate agora.

Até o próximo post  =0)

 

 

 

 

 

 

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Por Érica Brasilino

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Africa Benin Onde comer

Benin

07 de Março de 2017

Hoje falo sobre minha visita de 4 dias ao Benin o pais que mais exportou escravos no Oeste da África.

Como chegar ao Benin?

Saindo de São Paulo há um voo entre Guarulhos e Lomé (capital do Togo) e daqui há uma conexão para Cotonou (capital do Benin). Na cotação de hoje vi estes dois trechos por U$1100 Trumps na Decolar.com. Viajamos de carro entre o Togo e o Benin e o processo na fronteira foi bem diferente de tudo o que já passei. Saindo do Togo você passa pelo guichê para carimbarem a saída do pais. Na entrada no Benin você estaciona o carro novamente e passa no guichê onde o oficial pergunta o motivo da sua viagem e quanto tempo ira ficar por lá. O interessante aqui e que você sai do carro nos dois lados da fronteira. Para cidadãos brasileiros o visto pode ser emitido na própria fronteira e você paga as taxas alfandegarias por lá. Como eu sou da turma que acha que o precavido não se molha… eu já tinha solicitado meu visto no Consulado Honorário do Benin no Togo então foi mais rápido. Por $10 000CFA (aproximadamente 50 reais) eu solicitei um visto de uma semana (acabei de ver no site da Embaixada do Benin no Brasil que o visto de dois meses múltiplas entradas custa R$100). O máximo que eles concedem são três meses. A foto abaixo foi retirada de um site local do Togo, uma vez que fotografias são proibidas na fronteira.

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Credito: http://news.icilome.com

Logo após cruzar a fronteira ficamos na cidade de Grand Popo no primeiro dia. A praia e espetacular porem eu não recomendo de maneira nenhuma o hotel em que ficamos Bel Azur. Em Grand Popo visitei a casa de um senhor que sozinho faz o que o Projeto Tamar faz no Brasil. Ele recolhe os ovos de tartaruga na praia em frente a sua casa e enterra na areia ate elas nascerem. Alimenta os filhotes por dez dias e depois as lança ao mar. Ele nos explicou que o governo ate ajudava no inicio (há 22 anos atrás) mas a verba a muitos anos foi cortada por falta de dinheiro. Hoje ele vive com contribuições que recebe de turistas (que não são muitos por motivos óbvios) e de moradores. Eu que já visitei o Projeto Tamar em Ubatuba e em Fernando de Noronha fiquei bem comovida com o trabalho dele. Uma pessoa quase sem instrução ter essa visão de proteger um animalzinho indefeso. Ganhou meu coração.

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O que sao aqueles tres pontinhos na areia? Tartaruguinhas bebes.

Almoçamos no Alberge de Grand Popo que foi uma grata surpresa. Localizado num casarão antigo da época da ocupação portuguesa, a comida e excelente e a vista primorosa. Como tenho muito receio de comer fora da minha casa por medo de intoxicação alimentar por má higiene eu pedi uma salada de tomates com abacate e de sobremesa pedi uma banana flambada. Uma delicia.

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Credito: Erica Brasilino

A tarde seguimos viagem para Cotonou… aí foi um grande choque. Eu sempre ouvia nossa ajudante Berenice falar que as motos por lá são como enxames de abelha… e ela não estava brincando.

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Credito: Pius Utomi Ekpei/AFP

 

Vir de Washington/São Paulo pra Lomé já foi um susto muito grande…, mas Cotonou se superou. A quantidade de motos por habitante e absurda. Os zemidjans (moto taxistas) usam uma camiseta amarela para identificar a categoria (o que facilita e muito a vida de quem tem que pegar um taxi uma vez que você sabe para quem acenar… diferente de Lomé que você acena para qualquer um e não sabe quem é taxi e quem é pessoa normal). Fiz vários vídeos porque eu fiquei impressionada com a desorganização no transito. Ate comentei que eu não dirigiria nunca por lá…, mas eu também falava isso de Lomé e hoje vou para todos os lados.

Em Cotonou ficamos hospedados no Urban Suites. Foi uma adorável surpresa após o susto que levamos no hotel em Grand Popo. A localização do hotel nao e das melhores… longe da area dos melhores restaurantes, mas o hotel não deixou a desejar. O café da manha deles e nota 10 com iogurtes, pães, sucos, chás, café, chocolate, omelete e frutas. Fiquei bem satisfeita com o serviço.  Tem também wifi (velocidade africana… bem inferior a São Paulo/EUA), piscina e guarda na porta 24 horas.

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Urban Suites Cotonou

Por la visitamos a Obama Beach (of course). Nessa região ficam os melhores hotéis e as embaixadas. Vimos a americana, a cubana, a chinesa, mas não vi a do Brasil. E nessa área também ficam os melhores restaurantes. Confesso que fiquei com invejinha de quem mora lá… comemos muito bem durante nossa estadia. Após 6 meses sem quase nada de opção para comer fora aqui no Togo, foi maravilhoso poder comer algo diferente. Por lá indico:

Bangkok Terrasse – Comida Tailandesa

Tudo lá nos agradou. Desde a decoração, ao serviço (não é padrão africano que demora 1 hora para chegar o prato a sua mesa). Pedimos de entrada dois tipos diferentes de dumplings (como se fossem guiozas fritos) um de camarão (sensacional) e um de frango (não tão bom quanto o outro). E de prato principal pedimos um pad thai de camarão com frango (misto). Comemos ate nos fartar

Bistrot Japonais Daruma – Comida Japonesa

Quase chorei de emoção ao comer lá. Comida japonesa de qualidade e tão difícil de encontrar… e no Daruma e de comer de joelhos. Pedimos vários itens do cardápio para petiscar e tudo estava maravilhosamente delicioso. Pedimos guioza, rolinho primavera, sunomono, frango picante frito, camarão gigante empanado e sashimis. E para melhorar o que já estava fantástico o suco de manga deles natural e divino. Vai ganhar um review no Tripadvisor com certeza.

Festival des Glaces – Lanchonete/Pizzaria/Sorveteria

Outro motivo para me fazer voltar a Cotonou foi este achado. Paramos por lá somente porque o local estava bombando e seguindo a lógica paulistana lugar que bomba e porque é bom. E não decepcionou. Como aqui no Togo, locais que são de libaneses geralmente são os melhores em atendimento e qualidade la segue a mesma linha. Pedi um sorvete de duas bolas sendo uma de Kinder Ovo e Coco. Era tão maravilhoso que o marido deixou o dele de Pistacho e quis comer o meu. Enquanto estávamos por la vimos outras mesas serem servidas pratos que pareciam ser muito bons como pizza, ou frango com cuscuz e batata frita (cuscuz aqui e servido como arroz e não e este que você esta pensando não).

Enfim deixei os links ao longo do post caso você vá para o Benin ficar mais fácil a pesquisa. No próximo post falarei apenas sobre a nossa visita a Ouidah, a cidade onde o Voodoo foi concebido.

E você ficou curioso sobre o Benin? Deixe seus comentários pra mim.

Ate o próximo post  =0)

 

 

 

 

 

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Por Érica Brasilino

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EUA O que fazer em Washington DC Washington

Theodore Roosevelt Island

03 de Março de 2017

 

Hoje falo sobre essa ilha/monumento localizada no Rio Potomac que divide os estados da Virgínia e Washington. Como morávamos na Virginia a 10 minutos de carro de Washington, todas as vezes que íamos a capital tínhamos que passar por uma das varias pontes que ligam um estado ao outro e uma das pontes e o acesso de entrada a ilha que ganhou este nome em homenagem  ao 24 presidente dos EUA. O interessante e que geograficamente a ilha faz parte do Distrito de Columbia D.C mas só pode ser acessada pelo estado da Virginia… coisas da geografia. A estação de metro mais próxima e a Rosslyn.

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Credito: Erica Brasilino

O parque e ótimo para caminhar, correr e levar seu cachorro de estimação para esticar as pernas. No verão escaldante de DC e uma delicia caminhar por entre bosques e arvores enormes que estao por todos os lados. O único porem e que a ilha esta exatamente na rota do aeroporto nacional Ronald Reagan então sua caminhada será acompanhada de aviões voando baixo sobre a sua cabeça a cada 3 minutos. Se isso não for um empecilho para você, aproveite.

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Credito: Erica Brasilino

 

O parque e aberto das 6am as 10pm porem no inverno em DC por volta de 4 da tarde já esta escurecendo, e como o parque e totalmente circulado por agua nos meses mais frios e muito incomodo (pelo menos para a brasileira aqui) praticar exercícios por lá. Eu não aconselho. Entre outubro e abril o banheiro da ilha e fechado para o publico por conta do inverno, mas eles disponibilizam banheiros químicos.

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Credito: Erica Brasilino

O parque oferece 3 trilhas e pessoas iniciantes conseguem realizar as três sem nenhum problema. Em duas horas no máximo e possível cobrir toda a extensão da ilha a pé

No mês de outubro eles oferecem uma programação especial por conta do aniversario do senhor Theodore Roosevelt e varias atividades são oferecidas por park rangers. Você pode acessar o calendário deles neste site aqui.

De uma das partes da ilha e possível ver o Washington Harbor do outro lado do rio.

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Credito: Erica Brasilino

E você conhece ou planeja visitar a Theodore Roosevelt Island? Deixe suas impressões nos comentários abaixo.

Ate o próximo post  =0)

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