Posts arquivados em: Mês: agosto 2016

América EUA O que fazer em Washington DC Viagens Washington

Vizinhança da Casa Branca

30 de agosto de 2016

Já que você decidiu visitar a Casa Branca, no post de hoje vou falar sobre o que mais você pode ver na vizinhança da casa mais famosa dos EUA.

 

Lafayette Square:

Praça localizada em frente a entrada norte da Casa Branca e famosa por aparecer em vários filmes e seriados. Tem várias estátuas de generais importantes  na história americana.

St Johns Episcopal Church:

Igreja localizada em frente a praça Lafayette e é a mais próxima da Casa Branca. Foi construída em 1815 e considerada a igreja dos presidentes. Por sua localização tão próxima ao centro do poder americano, todos os presidentes eleitos desde James Madison em 1816 já visitaram essa igreja pelo menos uma vez durante o mandato. Dizem que o presidente mais assíduo era Abraham Lincoln que durante a Guerra Civil frequentava todas as semanas. Se visitar, não esqueça de visitar o assento na “pew 58” sendo aquele o assento destinado aos presidentes.

Decatur House:

A casa construída em 1818 fica do lado direito da praça Lafayette se você estiver olhando para a Casa Branca. É uma das casas mais antigas de D.C e hoje abriga um mini museu. Por estar tão bem localizada, a casa servia de ponto de encontro de pessoas influentes no governo dos EUA.

Blair House:

Localizada na rua da Casa Branca, a Blair House é considerada o hotel mais exclusivo do mundo. Utilizada hoje como hospedagem para dignatários que visitam Washington D.C, no passado esse conjunto de quatro casas foi adquirido pelo governo americano para servir de residência para o Presidente e Vice-Presidente caso necessário. O prédio também é utilizado como residência oficial do novo presidente e vice-presidente, na semana que antecede o dia da posse deles uma vez que o presidente em exercício mora na Casa Branca até o dia da posse do presidente eleito. A casa também é utilizada pelas famílias de presidentes que falecem durante o período em que a Casa Branca oferece a eles homenagens antes do enterro de cada um. A casa também serve de “hotel” para visitas importantes. Alguns de seus hóspedes famosos: Rainha Elizabeth II, Vladimir Putin, Boris Yeltsin, Margaret Thatcher entre outros.

Renwick Gallery of the Smithsonian:

Ao lado do conjunto de casas Blair House está a galeria Renwick que faz parte do grupo Smithsonian. O prédio foi projetado para ser o primeiro museu de arte de Washington. Porém antes disso acontecer, o exército usou as instalações como seu quartel general durante a Guerra Civil de 1864 por sua localização estratégica próxima a Casa Branca. Em 1965 foi adquirido pelo grupo Smithsonian que decidiu utilizar o espaço exatamente da maneira que foi proposta inicialmente, como uma galeria de arte. O espaço é pequeno e você consegue visitar em no máximo 1 hora.

Acredito que em 5-6 horas você consiga fazer este roteiro com calma. Contando inclusive o tempo dentro de cada um destes locais (exceto a Blair House que não é permitida a entrada). Todos estes lugares são gratuitos. Porém, verifique nos sites oficiais se estarão abertos nas datas que você pretende visitar e os horários de visitação.

Lafayette Square: Praça pública aberta 24 horas por dia.

St John’s Episcopal Church: https://stjohns-dc.org

Decatur House: https://www.whitehousehistory.org/events/tour-the-historic-decatur-house

Blair House: http://www.blairhouse.org

Renwick Gallery of the Smithsonian: http://renwick.americanart.si.edu

Se você planeja visitar ou se já visitou estes lugares, deixe suas impressões nos comentários.

Até o próximo post =D

 

 

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Por Érica Brasilino

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Smithsonian National Museum of American History

26 de agosto de 2016

Hoje falo sobre o terceiro museu mais visitado de D.C, o Museu da História Americana. Eu nem sabia que ele existia até vir morar aqui. Quando comecei a pesquisar sobre os locais para passear me deparei com ele lá super importante no mapa do National Mall.

Ao entrar no Museu vindo do National Mall (ele tem duas entradas) você logo dá de cara com a bandeira dos EUA absurdamente enorme e atrás dela fica a primeira de todas que deu origem inclusive ao hino nacional do país. É bem bacana ver de perto o patriotismo dos visitantes e como eles colocam a mão no peito em reverência.

Você pode falar qualquer coisa do povo norte americano menos que eles não amam o país deles. Eles são extremamente patriotas e eu nunca tinha presenciado algo tão forte na minha vida – a não ser durante a Copa do Mundo no Brasil 🙂 (eu sei… não tem comparação). É um amor absurdo e agora entendo o porque tem tantos filmes que tratam sobre este tema.

Como não há uma sequência para ver as exposições neste museu, decidi começar do último andar (terceiro). Pelo menos no dia que eu fui, não havia tour guiado sendo oferecido.

Comecei minha visita pela exibição “Price of Freedom” que fala sobre o preço que a nação americana paga pela sua liberdade e como as guerras determinaram quem os EUA são hoje em dia. A exibição começa pela Guerra da Independência em 1775, passa pela Guerra Civil em 1861, Primeira Guerra Mundial em 1917, Segunda Guerra Mundial em 1941, Guerra Fria 1945, Guerra do Vietnã 1956 e os conflitos recentes que os EUA vem enfrentando.

Continuando neste andar tem uma exibição chamada “The American Presidency” que retrata a presidência dos EUA, viajando pela linha do tempo dos 44 presidentes americanos até hoje com objetos importantes de cada mandato, a era que cada presidente governou, suas dificuldades, etc. Tenho inclusive que voltar a este museu e ver se eles já atualizaram a exposição com algum item sobre o atual presidente Donald Trump.

Logo ao lado dessa exibição vem a minha favorita deste andar que se chama “First Ladies”. Essa exibição fala justamente sobre suas primeira-damas e como era a vida na época de cada uma delas, o que elas representavam para a sociedade, qual o papel de cada uma delas durante o mandato de seus maridos. Eu fiquei encantada com essa exposição. É uma viagem no tempo ver vestidos, objetos pessoais, como o referencial de beleza mudou com o passar dos anos, etc. Abaixo a toda poderosa Michelle Obama doando o vestido que usou na festa de posse do presidente Barack Obama.

No segundo andar que seria o andar de entrada pelo National Mall tem a exibição que mencionei no inicio do post a “Star-Spangled Banner” e também a exibição “American Stories” que mostra objetos importantes para a história do pais.

Já no primeiro andar a exposição mais interessante para mim é a “America on the Move” onde eles abordam a evolução dos transportes nos EUA. Entre os objetos expostos esta uma locomotiva de 199 toneladas modelo 1401 construída originalmente em 1926.

Este museu é enorme e também é considerado um dos mais importantes do grupo Smithsonian. Por eu ser casada com um americano e ouvir muitas coisas em casa sobre a história do país, para mim foi super interessante visitar o museu e entender um pouco mais a cabeça da minha família do lado daqui. Talvez você meu amigo que não seja americano ou não se importe tanto assim com a história dos caras, não passe tanto tempo neste museu como eu passei e talvez não o ache tão interessante.

Lembrando que o Smithsonian National Museum of American History abre das 10am às 5:30pm e também opera em horários especiais no verão americano até às 7:30 da noite. A estação de metrô mais próxima é a Federal Triangle e a sua entrada é livre.

Caso já tenha visitado ou planeje visitar este museu, comenta comigo abaixo as suas impressões,

Até o próximo post =D

 

 

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Por Érica Brasilino

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Como Visitar a Casa Branca?

23 de agosto de 2016

Nunca na minha vida eu iria imaginar que pudesse um dia visitar a Casa Branca. Muito menos que existisse um tour. Pois neste post, vou ensinar para vocês o caminho das pedras para visitar a casa mais famosa do mundo.

A Casa Branca é a residência oficial do presidente dos Estados Unidos da América. Situada na 1600 Pennsylvania Avenue exatamente no centro do National Mall, bem em frente ao Washington Monument. A Casa Branca levou 8 anos para ser construída e o primeiro presidente a se mudar para lá foi John Adams em 1800. Dá para acreditar que naquela época qualquer cidadão podia simplesmente subir as escadas e bater na porta da frente e pedir para falar com o presidente?

Outra curiosidade é que não existe entrada dos fundos. Ela tem duas entradas: a North e a South. Tudo isso porque dependendo do que estiver acontecendo na região, eles decidem qual a melhor entrada para ser utilizada e assim evita que algum dignatário pense que foi recebido pela porta dos fundos.

O entorno da Casa Branca é totalmente patrulhado pelo U.S Secret Service e pela Park Police (uma vez que a área verde em D.C é administrada pelo National Park Administration). Pode acontecer de quando você visitar a cidade, a entrada virada para o Norte esteja fechada. Dai você tem de dar a volta pelo quarteirão e ver a casa pelo lado Sul que é o lado da foto acima. Este lado é o mais longe entre a casa e a cerca, a câmera estava no zoom máximo quando tirei a foto. A foto abaixo já é da entrada Norte, em frente ao Lafayette Square. Deste lado já não é mais possível chegar perto da cerca.

A grande maioria das pessoas quando vai a DC só vê a Casa Branca por fora. Como tínhamos bastante tempo de transição em Washington, consegui agendar o tour.

Se você não tem a cidadania americana, para agendar o tour é preciso contactar a Embaixada do seu país de origem (de acordo com o site oficial da Casa Branca). Liguei para a Embaixada do Brasil aqui em DC e eles me informaram que desde os atentados do 11 de Setembro, os tours para estrangeiros estavam cancelados e que eles não tinham autorização para agendar, mesmo essa informação constando no site oficial do governo americano (link aqui).

Caso você seja residente legal em algum estado norte americano, mesmo não tendo a cidadania americana é possível solicitar o tour. Neste caso você deve contactar o escritório do Senador responsável pelo o seu estado e seguir as indicações dele. Cada um trabalha de uma maneira, alguns você pode solicitar por e mail, outros há sites onde você pode preencher a solicitação.

Como moramos na Virgínia, solicitei pelo site do senador Kaine (coincidência ou não ele era o candidato confirmado a vice da candidata Hillary Clinton pelo partido democrata nas eleições presidenciais do ano passado). No site dele estava tudo muito bem organizado e explicado bem certinho. Solicitei e cerca de 2 meses depois recebemos a confirmação do tour. Eu já tinha até esquecido, quando recebemos um ok. Devo confessar que o time do senador que tratou comigo por e mail foi de uma atenção absurda.

No dia que eu recebi a confirmação meu coração pulou. Tem noção do que é receber uma confirmação para visitar a casa onde mora o casal mais poderoso da atualidade? Sou super fã dos Obamas e fiquei muito honrada quando eles aprovaram minha solicitação. (Abafa o caso… muita coisa mudou em um ano e por respeito ao trabalho do meu esposo não darei opiniões políticas por aqui)!

No e mail de confirmação para o tour, há instruções do que pode e não pode levar no dia. Nada de malas enormes, eletrônicos, etc. Você pode portar câmeras e celulares, mas não pode tirar fotos de como é feito o screen de segurança. Após passar pelos 3 check points, o uso do celular é permitido.

Enfim no dia do tour compareça com 15-30 minutos de antecedência na 15th Street com a Hamilton Place. É a entrada lateral para toda a área da Casa Branca. Leve seu passaporte caso não seja americano e o Boarding Pass que eles enviam no email de confirmação impresso. Somente as pessoas autorizadas no email podem entrar.

O tour é auto explicativo (self guided), e você verá as salas oficiais que foram utilizadas como escritório pelos diversos presidentes que moraram lá ao longo dos anos (antes da construção do anexo chamado de West Wing). Também é possível visitar uma das salas de festas oficiais e a sala de jantar oficial que é utilizada até hoje. Você não terá acesso a nenhuma área de escritório ou sequer chegará perto de nenhum membro da First Family. Tem agentes do Serviço Secreto espalhados por todos os lados, mas nem adianta perguntar muita coisa porque eles não são nada simpáticos (estão no modus operandi á trabalho) e alguns deles sabem menos do que os entusiastas por história que visitam o local. Aconselho que você leia a respeito antes ou visite o White House Visitor Center que está ao lado, praticamente na esquina na mesma rua no número 1450. Lá os curadores explicam tudo o que você quer saber e você pode acessar os totens eletrônicos disponíveis por lá que também tem tudo em detalhes. Foi o que eu fiz. Visitei o Visitor Center e depois fui a Casa Branca. Então eu já sabia o que esperar na verdade.

O tour em si tem duração de 45 a 75 minutos, mas vai depender mais de quanto tempo você levará para ver as fotos, quadros e prestar atenção em todos os detalhes. Incluindo toda a fila para entrar, passar pela segurança e afins. Se eu voltaria lá? Com certeza. Lembrando que você pode solicitar o tour com 90 dias de antecedência porém não menos de 21 dias. Os tours acontecem de terça a quinta das 7:30am as 11:30am. Às sextas e sábados das 7:30am a 1:30pm. Não preciso nem deixar claro que os tours podem ser cancelados a qualquer minuto sem a necessidade de que eles sejam reagendados. Ou seja… esteja preparado para tudo uma vez que é um prédio governamental.

Lembrando que a Casa Branca é mais fácil de ser acessada pela estação de metrô McPherson Square.

Caso você tenha feito o tour ou tenha alguma pergunta sobre como visitar me deixa um comentário.

*Post publicado em 23/08/2016 e atualizado em 22/10/2017

 

 

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Por Érica Brasilino

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Smithsonian Butterfly Habitat Garden

18 de agosto de 2016

Hoje falo sobre outro oásis escondido no National Mall que muita gente não dá atenção. O Butterfly Habitat Garden.

Este jardim fica super escondido ao lado do Museu de História Natural e ele tem duas entradas. Ele vai desde a Madison Drive até a Constitution Avenue. Neste jardim há vários tipos de plantas e flores e se você der sorte verá diferentes tipos de borboletas. Diferente da exposição do Pavilhão de Borboletas que esta acontecendo dentro do Museu de História Natural, aqui neste jardim você tem de dar a sorte de ver as borboletas. Já visitei este local algumas vezes e nunca vi uma borboleta por lá. Mas confesso que só visitei durante o frio e borboletas gostam mesmo é de calor. Acredito que se você for durante o verão tenha mais sorte do que eu.

Outro fato interessante é que a cada época do ano que você visitar, as plantas terão uma coloração diferente. No inverno elas estão secas e mortas, na primavera/verão um verde absurdo toma conta da vegetação por aqui e no outono as folhas começam a avermelhar até cair por completo. Em D.C você realmente consegue distinguir as quatro estações do ano.

Confesso que não gastei muito tempo neste jardim. Estava sempre ou muito frio ou muito quente todas as vezes que fui nessa parte do National Mall, então eu realmente não tive muita vontade de explorar. Vi fotos no Google lindíssimas. O que gostei quando passei por ele rapidamente, é que uma vez lá dentro a impressão que dá é que não estamos numa cidade grande pois a vegetação é linda e bem cuidada. Se passar por lá, dê uma olhada mesmo que rápida. Vale a pena.

Agora se você leitor for um entusiasta da jardinagem, o Instituto Smithsonian oferece tours guiados pelos jardins do grupo. Visite a página deles neste link aqui e veja como agendar um tour. Como não acontece todos os dias nem em todas as estações do ano, lá tem explicações de como agendar, número mínimo de pessoas, época do ano, etc. Neste site você também tem informações dos horários de cada jardim da instituição. Lembro que o site oficial deles é em inglês.

Caso você tenha visitado um dos jardins ou planeje visitar, comenta comigo o que achou,

Ate o próximo post =D

 

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Por Érica Brasilino

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Smithsonian National Museum of Natural History

16 de agosto de 2016

Hora de falar sobre o museu queridinho dos turistas, o museu que recebe 7 milhões de pessoas por ano. O famoso Museu de História Natural. Se você tem apenas um dia ou uma semana em Washington, com certeza ele está no topo da sua lista de lugares para ver.

Os números deste museu impressionam, ele é o terceiro museu mais visitado do mundo, o museu de história natural mais visitado do mundo e o museu mais visitado da América do Norte. Não é qualquer museu que segura estes números ano após ano.

Lá você pode ver plantas, animais, fôsseis, minerais, pedras, meteoritos, restos humanos e vários outros itens relacionados ao tema. Cerca de 200 cientistas trabalham atualmente no local.

O museu é enorme, então ao chegar eu aconselho que você pare no balcão de informações para pegar um mapa e se situar. Assim você saberá exatamente onde está e o que você quer ver. Eu subi até o último andar e fui descendo uma vez que o museu é separado por setores.

No segundo andar atualmente as exibições em andamento são: Bones, Live Insect Zoo, Korea Gallery, Mummies, Gems and Minerals, Hope Diamond, Backyard Dinos, FossiLab, The Last American Dinasaur e a Live Butterflies and Plants. Neste andar eu aconselho na Live Insect Zoo, se tiver tempo, ver os docentes mostrando como se alimenta uma tarântula, aconselho também visitar a exposição Mummies caso você curta o Egito antigo, é uma viagem no tempo. A parte da exposição voltada para os dinossauros também é muito interessante, eles tem em exposição um dos mais completos fôsseis de Tiranossauro Rex já encontrados. Confesso que a parte de minerais não prendeu a minha atenção, então passei rapidamente por ela pois este museu é imenso. Ainda no segundo andar, tem uma exposição que é paga à parte que é um viveiro de borboletas e plantas. Se você curtir é uma boa pedida. Eu não paguei pois às terças essa exibição é grátis. Chegue ao museu quando abrir às 10 em ponto e suba diretamente para o segundo andar. No balcão eles distribuem as entradas. Às 10 da manhã os tickets são distribuídos até as 3 da tarde e à partir das 3 da tarde eles distribuem tickets até as 7 da noite. Caso visite num dia qualquer os tickets custam U$6 dólares e se você visitar D.C no verão, aconselho a comprar o ticket adiantado pois fui lá duas vezes mês passado e os tickets já estavam esgotados para o dia.

No primeiro andar do museu as exposições atuais são Mammals, Ocean Hall, African Voices, Human Origins, e algumas outras temporárias. Neste andar eu gastei mais tempo na exposição da Origem Humana. A evolução do ser humano é simplesmente fantástico. Neste momento as exposições temporárias são sobre Mali, Iceland e uma outra sobre fotografias subaquáticas.

Já no andar de entrada do museu as exposições atuais são Birds of D.C e a T-Rex Skull. Neste andar você também encontra lojas, cafeteria, banheiros e amenidades em geral.

Este museu é muito extenso, mesmo que você venha com tempo é possível sair de lá cansado e não ver tudo. Eu já fui diversas vezes e sempre tenho a sensação de que não vi tudo e que tenho que voltar para ver outra parte com calma.

Eles também tem um cinema IMAX com filmes produzidos ou pelo Smithsonian ou pela National Geographic. Vimos a uns dois meses atrás o National Parks Adventure 3D e achei bem legal. Estes filmes tem 45 minutos em média de duração e o ticket custa U$9 por pessoa. Se não tiver tempo, pule essa parte pois em 45 minutos você pode fazer outras coisas no museu.

Como já comentei em outros posts, apesar deste ser o museu mais visitado de D.C ele não é o meu favorito. Eu entendo o porque ele é o número 1, mas pra mim os melhores são o Museu do Holocausto e o Museu do Índio Americano. Mas estes são os meus gostos pessoais que comprovam que nem sempre o que é o favorito da maioria irá ganhar seu coração.

Lembrando que o Museu de História Natural está aberto de segunda a sexta das 10am às 5:30pm e durante os meses de verão americano ele fica aberto até às 7:30pm. A entrada é grátis e a estação de metrô mais próxima é a Federal Triangle.

Se você já visitou ou planeja visitar o museu deixe seu comentário abaixo.

Ate o próximo post =D

 

 

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Por Érica Brasilino

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Avaliação de Cia Aérea Estilo de Vida

Como é viajar de primeira classe pela American Airlines?

12 de agosto de 2016

Fiz o trecho DCA – FLL (Ronald Reagan Washington National Airport para Fort Lauderdale-Hollywood International Airport) na quarta e vou compartilhar com vocês como foi a experiência.

Como estamos de mudança entre os Estados Unidos e o Togo no oeste da África, temos 2 malas enormes de 32 quilos para cada um. Vôos nacionais dentro dos EUA pela American Airlines permitem apenas malas de 23kg (pagando claro). Fomos obrigados a viajar de primeira classe pois nessa categoria de vôo poderíamos levar as malas de 32 quilos sem pagar excesso de bagagem. E a AA cobra valores astronômicos por excesso de peso, ou seja valia mais a pena simplesmente pagar um pouco a mais pela primeira classe, levar as malas de 32 quilos e ter conforto do que pagar o excesso.

Essa foi a primeira vez que voei de primeira classe na vida. E confesso que é uma experiência única. Ter dinheiro não traz felicidade mas transforma a experiência de voar em algo sensacional. Tudo é melhor para quem voa na primeira classe e eu não tinha a menor noção disso.

No check in havia uma fila diferenciada para a primeira classe. Enquanto a fila estava quilométrica para os passageiros da classe econômica, fomos atendidos em questão de minutos. Emitiram nossa passagem, pesaram e etiquetaram as malas extremamente rápido e com um sorriso enorme no rosto. Cada mala ganhou uma etiqueta de “Priority” e pelo o que entendi essas malas são retiradas primeiro da aeronave e você não fica no carrossel esperando elas para sempre. No embarque fomos os primeiros a entrar na aeronave. Passar na frente até dos idosos foi estranho. Mas entrar na aeronave e ter o bagageiro vazio e não ter que brigar para encontrar espaço para a mala de mão foi um plus.

Enquanto os passageiros embarcavam o comissário perguntou o que queríamos beber… eu humildemente perguntei o que tinha e ele com um sorriso respondeu: “O que você quiser”. Fiquei CHO-CA-DA e pedi um champanhe claro (ideia da minha amiga Érica Alves porque eu nem sou uma pessoa de tomar champanhe… sou mais uma cervejinha mesmo).

Além do champanhe foi servido uma porção de nozes, castanhas e amendoins quentes. E antes de comer nos entregaram toalhas quentes umedecidas para limpar as mãos. Confesso que gostei de ser servida com copos de vidro, pratos de porcelana e talheres de inox. Sem contar que esperar 200 pessoas embarcarem dessa maneira é muito mais confortável.

Quando levantou vôo nos serviram snacks. Nosso vôo era curto de apenas duas horas e meia entre Washington e Miami e neste tipo de vôo nacional o que você quiser comer você tem que pagar, a única coisa que eles servem sem custo são sucos, águas e refrigerantes. Isso é bem comum aqui nos EUA e as cias aéreas no Brasil estão indo na mesma direção.

Eu optei por uma porção de antepasto e não decepcionou. Na minha porção veio queijo de búfala, palmito, salame, presunto parma, pão italiano, bolacha cream cracker e pão sírio. Para acompanhar pedi suco de laranja.

Após a refeição aproveitei pra colocar a leitura em dia do livro que estou lendo no momento (Não Se Ilude Não da Isabella Freitas). Por ser um vôo nacional este avião não oferecia entretenimento a bordo.

Minha experiência foi sensacional. O comissário foi extremamente gentil e atencioso. E ao chegar em Fort Lauderdale nossas malas foram as primeiras no carrossel. Serviço de excelente qualidade.

Se eu voaria de primeira classe de novo? Gente, SEMPRE. Queria ser a Kim Kardashian e ter dinheiro para isso.

Caso você já tenha voado de primeira classe deixe seu relato na caixa de comentários abaixo.

Até o próximo post =D

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National Gallery of Art Sculpture Garden

09 de agosto de 2016

E porque não uma galeria de arte a céu aberto? Mas que ótima ideia!!!!

E assim nasceu o jardim de esculturas da National Gallery of Art. Aberta em 1999 este jardim é mantido pela galeria de arte nacional e está situado no National Mall bem ao lado do West Building. Se você estiver cansado após andar muito, é uma ótima ideia sentar por lá para descansar, curtir uma sombra e apreciar a vista.

Na foto abaixo o National Archives visto do Sculpture Garden.

Nos jardins não tem muito o que se fazer, uma vez que não pode correr, andar de bicicleta, patins, nem praticar qualquer atividade física que seja. Animais de estimação também são proibidos sendo autorizado apenas cães guia. O intuito é que os visitantes apreciem esculturas num local incomum. Os jardins abrem diariamente e cada dia segue um horário diferente. No verão de segunda à quinta e aos sábados das 10am as 6pm. Nas sextas das 10am as 8:30pm e aos domingos das 11am as 6pm. Aconselho que você de uma olhada no site oficial antes de ir até lá só por precaução. O site você pode acessar aqui.

Caso você esteja vindo de algum outro lugar mas passou por aqui, há banheiros disponíveis para o público e também um café.

Minhas esculturas favoritas são:

E claro:

Durante o inverno a fonte no centro do Sculpture Garden é transformada em uma pista de patinação no gelo. Coisas que você somente vê na América… Confesso que achei muito mágico durante os meses de dezembro/janeiro ver esta fonte lindíssima se transformar. Me lembrou muito dos filmes Esqueceram de Mim pois eles também colocam musicas natalinas no sistema de som. Se não me engano os tickets estavam em torno de U$10 e você pode patinar por até 2 horas. Mas aconselho acessar o site caso você queira visitar DC durante a época de inverno.

Caso planeje visitar ou já tenha visitado compartilha comigo nos comentários abaixo a sua opinião sobre o lugar.

Ate o próximo post =D

 

 

 

 

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National Gallery of Art

05 de agosto de 2016

A National Gallery of Art está localizado no National Mall e esta dividido entre dois prédios por conta do tamanho enorme de sua coleção.

A galeria de arte nacional tem em sua coleção pinturas, desenhos, impressões, fotografias, esculturas, medalhas, objetos de decoração e faz uma viagem entre o passado e o presente da arte ocidental desde a Idade Média aos dias de hoje. Ela é considerada um dos maiores museus da América do Norte. O museu é composto de 2 prédios sendo o primeiro datado de 1941 e o segundo de 1978. No prédio chamado de “West” building fica a coleção de pinturas e esculturas dos mestres europeus desde a Idade Média até o final do século 19 e entre os artistas podemos ver obras de Monet, Rembrandt, Van Gogh e Da Vinci. Já no “East” building ficam as obras consideradas modernas e contemporâneas e em sua coleção podemos ver nomes como Picasso (meu favorito), Matisse, Andy Warhol entre outros. Em junho quando visitei todas as obras estavam reunidas no mesmo prédio, o West uma vez que o East estava passando por reforma.

A entrada do West bulding é linda:

Vá com tempo, tênis e com muita calma. Quando fui em junho não estava tão lotado. Pegue um mapa no balcão de entrada para você saber exatamente onde estão localizadas as peças dos artistas que você quer ver, uma vez que o museu é enorme e talvez você não tenha tanto tempo assim. O público é mais adulto, crianças podem ficar super entediadas por lá. O museu oferece tours mas diferentemente dos outros museus de D.C os tours aqui são temáticos. Eles também oferecem tours em diferentes idiomas, indico que caso você esteja estudando algum idioma essa é uma maneira legal de praticar. Entre os idiomas disponíveis tem em espanhol, japonês, francês, russo, mandarim, mas infelizmente não tem em português. Caso queira informações sobre um tour em especifico visite o site oficial do museu.

Algumas fotos das pecas em exposição abaixo começando pelo mestre Vincent Van Gogh

E a peca mais difícil de encontrar em todo o museu, rodei como uma louca e encontrei no final da visita após perguntar para mais de um funcionário foi um quadro de Salvador Dallí o meu pintor favorito.

O sacramento da ultima ceia por Salvador Dalli S2

Ao final de sua visita você pode visitar a cafeteria do museu e a gift shop. Tive de me segurar para não gastar uns dólares nas réplicas das peças originais para depois mandar emoldurar. Pra mim foi bem difícil segurar a carteira. Se decidir almoçar ou fazer um lanche na cafeteria do museu sua vista será essa:

É uma cascata que também é visível para quem está do lado de fora do prédio só que por cima. Bem legal não é mesmo?

E a passarela que conecta os dois prédios também é um show a parte. As luzes neste túnel ficam dançando formando um céu estrelado.

A estação de metrô mais próxima é a Archives Navy Memorial/Penn Quarter (linhas verde e amarela). Lembrando que a entrada é gratuita e funciona todos os dias da semana exceto no feriado de Natal e Ano Novo. Abre de segunda a sábado das 10am as 5pm e aos domingos das 11pm as 6pm.

Caso você já tenha visitado ou planeja visitar deixe seus comentários na caixa abaixo.

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U.S Botanic Garden

02 de agosto de 2016

 

O Botanic Garden está localizado no National Mall bem próximo do Capitólio. Ele é administrado pelo mesmo departamento responsável pelos jardins do vizinho famoso. Este é o único local que abre 365 dias do ano em D.C. Não sabia o que esperar antes de visitar e confesso que meu queixo caiu ao chegar lá.

Pelo lado de fora tem este jardim a céu aberto (acima) onde vários funcionários governamentais vão na hora do almoço. Comer um lanche aqui a céu aberto é bem convidativo. Tem essas passarelas no estilo japonês e umas cadeiras espalhadas nos meios das árvores. Uma delícia de lugar.

Mas a grande surpresa mesmo… está lá dentro…

Mas o que fazer lá? Vi grupos de estudantes do ginásio estudando botânica, respondendo questões de professores sobre os diferentes sistemas, vi pessoas apenas observando a beleza das plantas, vi pessoas tirando fotos… eu fui mais com a curiosidade e a câmera mesmo pois não sabia o que ia ver por lá, pois não tinha pesquisado nada a respeito.

O Botanic Garden é separado por sessões onde a temperatura é ajustada de acordo com o local onde essas plantas são encontradas. Você verá plantas e flores raras e espécies em extinção, plantas medicinais, plantas encontradas apenas no deserto, plantas do Havaí, plantas encontradas na floresta amazônica (minha parte favorita pois fala do Brasil), entre outras coisas.

Jardim de Tulipas na entrada:

Deserto:

Na área chamada de Jungle (selva) há um canopy (pontes suspensas) que você pode subir e atravessar de um lado ao outro e ter a perspectiva do alto. Vi que tem elevadores para pessoas com problemas de locomoção. As fotos do alto são espetaculares.

 

Selva:

Lembrando que o jardim botânico abre todos os dias do ano das 10am as 5pm e a entrada é grátis. No verão este horário é estendido até as 7pm, então verifique no site oficial antes de você visitar. A estação de metrô mais próxima é a L’Enfant Plaza. Você pode descer na Smithsonian também, só que a caminhada será maior. Tem banheiros por lá mas não tem nenhuma área de alimentação no local. E lembre que algumas áreas do Botanic Garden são extremamente quentes então se visitar no verão talvez você se sinta um pouco indisposto. Leve a câmera pois as fotos ficarão lindíssimas.

Se você já visitou o Botanic Garden deixe suas impressões nos comentários abaixo.

Ate o próximo post  =D

 

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