EUA New York Viagens

Statue of Liberty

17 de outubro de 2017

Um dos passeios mais tradicionais de NYC é sem dúvida a visita a Statue of Liberty. Ir a NYC e não ver ela de perto é como ir ao Rio de Janeiro e não ver o Cristo ou à Paris e não ver a Torre Eiffel. Hoje explico como visitar este monumento símbolo dos EUA.

Visitei a estátua pela primeira vez em fevereiro de 2013 com um frio de -14C. Na ocasião não pude descer na ilha, pois ela estava em reforma após a passagem de um furacão por Nova Iorque. Dessa vez visitei em pleno verão e pude ver o que o passeio tem para oferecer.

Há diferentes maneiras de visitar a estátua. Eu já visitei por conta, comprando o ticket diretamente com os administradores do parque e este ano visitei como parte dos tickets inclusos no valor que paguei para o Big Bus. Vou explicar como funcionam das duas maneiras.

Você pode tanto acessar o site oficial e comprar online ou ir até o quiosque deles que está localizado dentro da Castle Clinton National Monument que fica no Battery Park. Você pode acessar o parque de metrô, ônibus turístico, táxi ou Uber.

Caso você compre o ticket Deluxe para o Big Bus como eu fiz, você receberá um voucher no ato da compra, este voucher deve ser trocado por um ticket próprio para o ferry. Na parada do Big Bus da estátua, tem funcionários uniformizados da empresa prontos para efetuar a troca do seu voucher pelo ticket.

Após comprar/trocar o ticket, é hora de embarcar. Quando estiver no ferry, fique do lado direito da embarcação. Este é o lado que vai passar de frente para a estátua. Se estiver sentado, tenha em mente que todos vão levantar para tentar o melhor ângulo possível. Eu consegui um lugar ótimo nas escadas da embarcação, entre o terceiro e o segundo andar. Quando o ferry foi chegando perto da estátua e perceberam que eu estava lá sozinha, eu já tinha tirado milhares de fotos ótimas sem mais ninguém ao lado (fica a dica).

Na ilha tem uma lanchonete com fast food americano e sorvete, e claro que também tem lojinhas (lojas everywhere). Comprei uma casquinha mista e fui andar. A vista de Manhattan ao longe é bem bonita, mas o que me interessa mesmo é o comportamento humano em locais turísticos. Então apreciei meu sorvete oferecendo meus serviços de fotógrafa para famílias de brasileiros. Eu me divirto quando estou fazendo turismo sozinha, sempre conheço gente bacana.

A Estátua da Liberdade em si causa dois tipos de impressão no viajante. Tem aqueles que ficam extasiados por verem de perto algo que povoa a nossa imaginação por tantos anos por conta de Hollywood. E tem aqueles que se decepcionam com o tamanho dela. Ela não chega a ser tão impetuosa como o nosso Cristo Redentor, mas honestamente eu acho uma estátua muito bonita.

É possível por valores extras visitar o interior da estátua e por outro valor a mais subir ate a sua coroa. Como eu já mencionei em outros posts aqui do blog, eu acho NYC uma cidade muito cara. Acho que morar numa cidade onde o turismo é grátis e maravilhoso como Washington, me deixou mão de vaca. Então acabei não pagando os extras do passeio e fiquei feliz com o que vi. Mas vai de cada um, se você tem $ sobrando ou é o teu sonho subir na estátua, vai com tudo.

Os preços para o ferry e a visita este mês de outubro de 2017 são:

Visita com horário reservado U$18,50

Visita com acesso ao interior da estátua + U$18,50

Visita com acesso ao interior da estátua e a coroa + U$21,50

Visitar a Ellis Island e estátua pelo lado de fora com horário reservado U$53,50

 

O problema de você reservar horário é que NYC é uma cidade caótica. É difíci saber como estará o transito. Tanto que quando visitei a primeira vez eu comprei o ticket na hora, quando cheguei naquela parte da cidade. O site indica que você deve pegar o ferry com pelo menos 30 minutos de antecedência do seu horário agendado.

Os ferries de NY para a estátua, saem todos os dias a partir das 8:30am e o último sai ás 4:00pm. O ultimo ferry da estátua para a ilha de Manhattan sai ás 5:45pm.

É possível também pegar o ferry saindo de New Jersey, diz a lenda que a fila é bem menor.  Você pode ver a agenda completa neste link aqui.

 

*Eu não visitei a Ellis Island. Estava com o horário apertado para encontrar meu esposo no final do dia para um evento na cidade. O ferry dá o direito de descer nas duas ilhas.

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Por Érica Brasilino

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Estilo de Vida Outros

Mais um ano de vida!

12 de outubro de 2017

O tempo… implacável como sempre… não para nunca. E completei mais um ano de vida. Estes últimos doze meses não foram nada fáceis, foram porradas atrás de porradas, apunhaladas pelas costas, mudanças, mala nas costas, recomeços, novos começos e no fim… resiliência.

Minha vida por si só daria uma bela saga de livros com direito a vários volumes de sucesso. Minhas amigas mais próximas dizem que no dia que eu resolver lançar minhas memórias, vou ficar milionária.

Mas o post de hoje eu só quero agradecer. Quando completei 35 anos em outubro do ano passado a única coisa que eu queria era saúde e forças para enfrentar 36 meses de Togo pela frente. Estávamos na África a apenas um mês e eu jurava que íamos ficar lá ate agosto de 2019. Ledo engano…

Quanto aprendizado em 12 meses… um novo idioma… não fluente, mas o suficiente para não me sentir tão perdida se for para um país que fala francês amanhã (Monsieur Trudeau… ça va bien?), uma nova cultura… um novo continente… 4 novos países…

Aprendi mais uma vez com uma bela apunhalada pelas costas que quem sorri para você e você abraça como seu novo amigo de infância… se fala mal de todo mundo para você, vai com certeza lascar você com os outros. Isso é fato. Nunca, jamais, em hipótese alguma, abra as portas da sua casa para uma pessoa com apenas um mês de amizade. Fica a dica!

Ver meu noivo trabalhar feito um camelo, sábado, domingo, feriado e mal ficar em casa comigo me fez apreciar o pão nosso de cada dia. Eu poderia ter bancado a louca que faz escândalo porque estava no edi do mundo, sozinha, com a internet que mal funcionava, isolada e amargurada. Imagina que relacionamento terrível teríamos se ao invés de entender que ele estava trabalhando feito louco para dar conta do trabalho eu apenas reclamasse que ele não tinha tempo para mim? Eu mesma teria separado de mim!

Adotamos a Bella… mesmo meu digníssimo sabendo que todas as alergias do mundo acometem o nariz dele… ele topou trazer aquela pequena bola de pelos para casa, para eu ter companhia. Tem um ano que nossa casa vive cheia de pelos…, mas sou tão feliz por ter trazido ela para nossa vida. A bicha é chata para cacete, só vem perto da gente quando ela quer…, mas é minha companhia constante todos os dias (mesmo contra a vontade dela).

Fiz voluntariado, vi de perto uma pobreza que eu nunca na vida imaginei existir… imagina… isso aí só existe na National Geographic… e ela esta ali, esfregada na nossa cara, 24 horas por dia nas ruas da África… ajudamos 4 famílias diferentes a ter uma vida menos pior com salários dignos trabalhando na nossa casa. Fiz amigos brasileiros que estão lá doando a vida deles todos os dias por amor ao próximo. Aprendi que amigo de verdade vai na sua casa orar com você quando você liga meio depressivo (mas aceita que após a oração você abra uma cervejinha para desestressar).

Visitamos um dos locais mais exuberantes do planeta… foi difícil para cacete chegar lá… dirigimos 5 horas até Accra em Gana, voamos ate Joanesburgo, voamos até Mahebourgh no meio do oceano índico… mas valeu cada segundo das 24 horas para chegar nas Ilhas Maurício. E visitar um local que estava na sua lista e seu noivo nunca tinha ouvido falar na vida, mas topou ir só porque você queria ir… eu sou muito sortuda.

Visitei minha família por apenas 5 dias. Mas foram os 5 dias mais importantes do ano para minha mãe. Ver minha mãe voltar a acreditar no amor e ser pedida em casamento foi um dos momentos mais lindos do ano. Compartilhar com ela e o Adalberto aquele momento foi mágico. Gratidão por ver minha mãe feliz e finalmente com uma pessoa que a merece.

Voltar pra África e organizar uma mudança entre continentes sozinha. S.O.Z.I.N.H.A. Enfrentar leões enquanto sua melhor metade estava resolvendo o nosso futuro a distancia. Chorei, me desesperei, me descabelei, mas consegui, cuidei de tudo, dei tchau para os meus amigos mais próximos do Togo e vim de mala e cuia e com a Bella embaixo do braço de volta pra América. Ela miou, chorou, tentou escapar, esperneou, se assustou, tentou assustar pessoas… mas chegou aqui. Tudo bem que agora ela desenvolveu uma síndrome de pânico e todas as vezes que ela vê malas ela se esconde e não a achamos de jeito nenhum, mas esta aqui, linda e maravilhosa com a gente.

E por fim… casar… sim… quando eu ia imaginar que ia terminar o ano oficialmente como a senhora Veloso? Tínhamos planos de casar, mas só em 2019 quando saíssemos da África. Íamos fazer algo no meio do caminho para as duas famílias participarem… no fim das contas… casamos, numa tarde de segunda feira… num local escolhido a dedo para simbolizar a nossa vida itinerante. Foi simples, singelo, discreto, mas foi com amor do jeito que tinha que ser.

Perdi dois entes queridos muito próximos e não pude me despedir… aprendi na pele o que é morar no exterior e não poder dizer tchau para os seus familiares que partem. Não poder abraçar uma tia que sofre uma perda, não poder passar pelo luto com a sua família, receber um áudio de WhatsApp avisando algo que você não gostaria de escutar…, mas a vida segue… dia após dia…

Ganhei uma nova amiga… a Flávia… que mesmo longe é sempre tão presente. Foi um daqueles presentes que a vida joga no nosso colo assim de graça… depois de muito descer o cacete em você. Eu queria mesmo poder sentar com ela num fim de tarde ensolarado e ficar bêbada falando besteiras… por enquanto o WhatsApp dá conta do recado.

Estes últimos 12 meses foram insanos…, mas estou aqui, firme e aprendendo a cada dia a ser resiliente. Nunca essa palavra fez tanto sentido na minha vida como agora. Hoje é mais um 12 de outubro, mais um aniversario, mais um ano de vida. Para os próximos 12 meses só peço saúde para mim e para os meus. Nos programamos tanto e muitas vezes a vida é interrompida do nada. Só quero saúde, o resto a gente vai dando conta ao longo do caminho.

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Por Érica Brasilino

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Ônibus Turístico em NYC

10 de outubro de 2017

Se você vai para NYC pela primeira vez, acredito que o ônibus turístico seja uma grande opção de passeio para você. Estes ônibus com teto aberto servem como meio de transporte especial para turistas e também como um guia onde você pode se orientar sobre o que tem pra ver e fazer na cidade e onde seus pontos de interesse estão localizados.

A primeira vez que fui para Manhattan eu não utilizei o ônibus, então dessa vez decidi subir em um e ver se eu ainda tinha alguma jóia escondida na cidade para desbravar. Optei pela empresa Big Bus, pois já tinha utilizado a mesma em San Francisco e algumas cidades da Espanha, então eu já sabia exatamente o que esperar do serviço deles.

Comprei um Deluxe Ticket válido por 48 horas por $89. No valor pago estavam inclusos além do bilhete do ônibus, tickets de entrada para o Night Tour Bus, Brooklyn Tour e Statue of Liberty & Ellis Island Ferry. Na verdade, era possível escolher também entre o Boat Tour no Hudson River ou o Empire State Building. Vai do que você esta interessado em ver.

É possível adquirir o ticket de qualquer funcionário uniformizado da empresa Big Bus. É muito fácil encontrar um pelas ruas de NY, além de eles estarem perto dos principais pontos turísticos (geralmente nos pontos de parada do ônibus), o uniforme deles é fácil de reconhecer. Todos aceitam maquininha de cartão de crédito. Há varias opções de valores de acordo com o número de dias que você tem na cidade e o número de atrações que quer visitar.

Em Nova Iorque, o Big Bus oferece 4 linhas. A vermelha conhecida como Downtown é a linha principal. Nessa linha você passará pela Times Square, 5º Avenida, Empire State Building, os bairros do Soho, Little Italy e Chinatown, a famosa ponte do Brooklyn, Wall Street, Statue of Liberty, Rockefeller Center, entre outros locais.

A linha azul ou Uptown vai focar na região mais abastada e também em partes da região mais pobre da ilha. Você poderá ver os teatros da Broadway, Radio City Music Hall, Central Park, American Museum of Natural History, Metropolitan Museum of Art, Central Park Zoo entre outras paradas.

A linha roxa ou Midtown vai focar numa região mais condensada, localizada bem no centro da ilha como Times Square, Madison Square Garden, Empire State e etc.

A linha verde, chamada de Brooklyn Tour só tem duas paradas: Statue of Liberty e One World Observatory (antigas Torres Gêmeas). O intuito dessa linha é atravessar o Hudson River sentido New Jersey pela Brooklyn Bridge. Não há ponto de descida em New Jersey.

E por fim, tem a linha amarela que é a Night Tour. Este tour não tem hop on hop off (sobe e desce) em pontos ao longo do trajeto. Ele sai exclusivamente da parada em frente a loja da M&Ms na Times Square e faz um trajeto que engloba partes da linha vermelha com a linha verde. O foco deste tour é ver NYC com todas as suas luzes á noite.

O Big Bus tem um guia que explica sobre os pontos turísticos da cidade e atrações. Ao longo do dia, conforme você for subindo e descendo do ônibus, você vai perceber que há guias bons e ruins. Eu dei a sorte de fazer um loop com uma guia maravilhosa no primeiro dia já no dia seguinte quando fui com meu marido, pegamos um guia péssimo, então eu explicava para ele o que o guia não estava explicando que eu tinha aprendido no dia anterior. Tem de dar sorte. Acho que o problema é que a guia do primeiro dia foi além do esperado, falando coisas da cidade que não estavam nem no áudio tour em português. Já o guia do segundo dia repetia o que ele tinha decorado do áudio tour. Uma pena (não ganhou gorjeta).

Caso você não fale inglês, há disponível um áudio guia traduzido para dez idiomas, entre eles espanhol, francês, italiano, alemão, português e japonês (entre outros).

Este tipo de tour é uma ótima maneira de entender como funciona a cidade, onde estão localizados os pontos de interesse da sua viagem e caso necessário você terá como voltar lá mesmo que seja de Uber ou metrô. Mesmo com o Google Maps a nosso favor hoje em dia, nestes ônibus turísticos você sempre vai saber uma história curiosa ou uma lenda de algum lugar que você nem sabia que existia na cidade. Vimos por exemplo o prédio que recebeu os sobreviventes do naufrágio do Titanic em 1912.

Horário de funcionamento

Linha vermelha: Das 8am as 6pm. Duração da rota sem descida: 2 horas

Linha azul:  Das 9am as 6pm. Duração da rota sem descida: 2 horas

Linha roxa: Das 9am as 6pm. Duração da rota sem descida: 1 hora e meia

Linha verde: Das 10am as 3pm. Duração da rota sem descida: 2 horas

Linha amarela: Das 7pm as 9pm. Duração da rota sem descidas: 2 horas e meia

 

*Você vai ver outras operadoras de turismo com ônibus semelhantes pela cidade e com cores diferentes. Eu não utilizei essas outras empresas, então não sei como é o serviço deles.

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Por Érica Brasilino

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Passeio de bicicleta pelo Central Park

06 de outubro de 2017

O parque urbano mais famoso do mundo merece um passeio com calma se você estiver viajando para Nova York. Porquê? Simplesmente pelo fato de ser uma cidade de ritmo tão frenético, você vai precisar de uma área verde para recarregar as energias consumidas nessa viagem.

Localizado no coração de Manhattan, o Central Park é sem dúvida um dos maiores símbolos dos EUA. Locação de filmes icônicos como a franquia Esqueceram de Mim, estar no Central Park é como ser transportado para dentro de um filme. O parque em si é tão grande que é quase impossível conhecer ele inteiro num único dia. Andar de bicicleta é uma das soluções mais em conta para poder ver o parque. Sem contar que é uma ótima maneira de queimar as calorias consumidas nas pizzarias sensacionais espalhadas por toda a cidade.

Aluguei bicicleta na Bike Rent NYC e foi uma experiência bem legal (este post não é publicidade). Por $20 aluguei uma bicicleta adulto e pude utilizar por um período de duas horas. Por $1 acrescentei uma cesta para poder carregar umas sacolas que eu tinha e também a corrente da bicicleta que era bem pesada. Retirei a bicicleta na unidade localizada na W 58th Street com a 7th Avenue e fui informada que não podia pilotar a bicicleta até efetivamente entrar no parque. Como essa unidade da loja era bem próxima de uma das entradas, não foi tão problemático assim. Claro… NYC é muito cheia, então é até compreensível que eles peçam para evitar andar de bicicleta pela calçada… atropelar alguém desavisado é muito fácil.

Como estava com uma amiga e seus filhinhos pequenos, focamos na parte sul do parque, pois é a região mais voltada para crianças. Andar de bicicleta pelo parque é uma ótima maneira de sentir na pele como é o dia a dia de vários nova iorquinos que aproveitam seus dias de verão para correr, andar de patins ou simplesmente almoçar ao ar livre e dar uma fugidinha do escritório rapidamente para recarregar as baterias. Eu estou bem fora de forma então foi um passeio para principiantes.

Nessa região do parque conseguimos visitar:

  • Central Park Zoo: Famoso após o desenho Madagascar, é praticamente a parte mais visitada na parte do sul do parque

  • Carousel: No verão, o carrossel é aberto 7 dias por semana, se não chover. É considerado uma das atrações mais visitadas do Central Park por famílias

  • Wollman Ice Rink: Atração icônica nos meses de inverno, quando turistas e locais se reúnem para patinar no gelo ouvindo músicas natalinas, também funciona no verão. Mesmo quem tem medo de patinar (como eu) pode apreciar a vista (e as quedas) dos visitantes, tomando um delicioso chocolate quente. O horário de utilização para turistas é limitado, uma vez que o mesmo local é utilizado para os times de hóquei no gelo e patinação artística da cidade, como também é possível alugar para ter aulas privadas ou realizar eventos. Caso tenha interesse em aprender a patinar, acesse o site clicando aqui.

 

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Por Érica Brasilino

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Empire State Building

03 de outubro de 2017

Visitar Nova Iorque e não subir em uma das torres de observação para apreciar a cidade de cima, é o mesmo que visitar o Rio de Janeiro e não subir no Cristo Redentor. Dito isso, hoje comento sobre como visitar o Empire State Building caso você esteja de viagem marcada para Nova Iorque.

Do alto de seus 102 andares, o Empire State Building é sem dúvidas um dos prédios mais conhecidos do mundo. Ele já foi atacado (no cinema) pelo King Kong e sobreviveu ao ataque de deuses no filme Percy Jackson. Localizado na famosa 5 Avenida entre as ruas 33rd e 34th, é praticamente impossível visitar Manhattan e não ver ele em algum momento da sua viagem.

Visitar o Empire State é muito fácil. Ele está aberto todos os dias do ano (isso mesmo!!!). A primeira visita do dia começa as 8:00am e a última subida do elevador para turistas é as 1:45am. Ou seja… não tem como dar desculpa de que não teve tempo.

Você tem algumas opções. A visita simples é a do observatório aberto no 86º andar. Eu já visitei no inverno e no verão. Honestamente não é aprazível em nenhuma das duas estações, porém é menos pior no verão. No inverno de -14C os dedos quase congelam ao ficarem foram da luva para poder clicar o botão da câmera fotográfica. Sem contar que o vento congelante nessa temperatura é como levar mini facadas por qualquer parte do corpo que estiver exposta sem roupa. Impossível apreciar uma vista tão magnifica com um frio absurdo. Visitei também no verão com calor de 32C. O vento a essa altura é absurdo. Eu estava de vestido e não sabia se eu segurava a saia ou se tirava fotos. Dica valiosa para as mulheres: não vá de saia! Tirando este contratempo do vento, a vista é exuberante. Ver Nova Iorque do alto é algo sem explicação. Todos os lados da ilha vista de cima são lindos.

Há também a possibilidade de subir ao 102º andar. Se você não comprar este ticket logo na entrada, não se preocupe, pois há um guichê no 86º andar que permite que você faça um upgrade no seu ticket e suba caso você mude de ideia. Eu não fui ao 102º andar em nenhuma das duas vezes que visitei o Empire State, por achar o valor para o deck superior abusivo. Vi algumas fotos de quem subiu e realmente 24 andares a mais são sim significativos na diferença de perspectiva, porém eu me contentei apenas com 86 andares. Não sei se por morar em D.C e fazer tudo aqui praticamente de graça, eu morro de dó de gastar $ com algumas coisas turísticas. Se você for, por favor, compartilha suas fotos comigo 🙂

Quando visitei em 2013 o observatório das novas Torres Gêmeas ainda não estavam disponíveis para os turistas. Nessa viagem visitei as duas e num próximo post vou comentar sobre o observatório do One World.

 

Os valores para visitar o Empire State na data de hoje (outubro de 2017) são:

 

86º andar

Adulto U$34

Criança U$27

Idoso U$31

 

86º andar com 102º andar

Adulto U$54

Criança U$47

Idoso U$51

 

Nascer do Sol

U$100 para todas as idades, porém no site não especifica de qual andar…

 

Existem ainda outros pacotes que podem ser comprados com preços diferenciados clicando aqui.

 

Até o próximo post 🙂

 

 

 

 

 

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Por Érica Brasilino

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